segunda-feira, 29 de junho de 2009

Contra números não há argumentos

Posso não ser simpatizante ao futebol demonstrado pela seleção na era Dunga. Posso não concordar com as convocações do técnico Dunga. Posso não aceitar certas substituições feita por Dunga, que parecem ser programadas, feitas por computador.Posso não concordar em sua colocação neste cargo dado sua pequena, ou quase nenhuma, experiência para tal. Mas não posso deixar de reconhecer que seu trabalho tem dado mais do que certo na seleção brasileira.

Em 45 jogos com o técnico Dunga à frente da seleção, são 31 vitórias, 10 empates e apenas quatro derrotas. Com os dois gols deste domingo, Luís Fabiano virou o artilheiro da era Dunga, com 16, um a mais que Robinho. Desde então um título da Copa América, da Copa das Confederações e a liderança nas eliminatórias sul americanas para a Copa do Mundo de 2010. Além disso, uma goleada de 6 x 2 sobre Portugal, duas vitórias sobre a Itália por 3 gols de diferença entre outros “feitos”. Tais números podem ser questionados?

A receita para o sucesso da seleção brasileira sob o comando de Dunga se deve em grande parte a um fator: uma preparação séria, sem aquele oba oba proporcionado no período pré Copa de 2006. E os jogadores que compõe o atual grupo da seleção, mesmo que não estejam 100% definidos, concordam com esta afirmação.

Outro fator interessante é que, com raríssimas exceções, os jogadores que teem entrado em campo e vestido a amarelinha tem demonstrado uma raça fora do comum e não muito usual nos últimos anos na seleção brasileira, fato este inclusive que tem feito com que este que vos escreve passe a acompanhar um pouco mais de perto o que tem acontecido com a seleção. Coloco o exemplo emblemático o jogo de ontem pela final da Copa das Confederações. O time brasileiro saiu perdendo de 2 x 0 e foi buscar o placar, que poderia ter sido até um pouco mais elástico se não fosse um erro do árbitro a não assinalar o gol de cabeça de Kaká, que ultrapassou a linha do gol.

É a vitória do futebol resultado, tão apregoado hoje em dia nos clubes e que tem feito escola (vide o SPFC dos últimos anos ou mesmo o Corínthians de Mano Menezes até bem pouco tempo atrás), sendo aplicado com sucesso na seleção brasileira, fazendo lembrar um pouco até a seleção que ganhou a Copa de 1994 nos EUA. Agora é esperar a confirmação da classificação para a Copa de 2010 pra vermos se tudo isso irá se confirmar em mais um título mundial. Eu torço, apesar de não confiar 100% e vocês? Deixem suas idéias na caixinha de comentários do balaio.

A primeira vez, 51 anos atrás

Vinte e nove de junho de 1958. Cinquenta e um anos atrás. Após duas tentativas frustradas, uma em casa inclusive. A exatos cinquenta e um anos atrás, a seleção brasileira de futebol se sagrava campeã mundial pela primeira vez, dando o pontapé inicial para uma história repleta de glórias, decepções e títulos. Após este, mais quatro somam-se a este primeiro.

A competição era disputada na Suécia e por ironia do destino, ou não, a final seria contra a seleção dona da casa. Claro que eu nesta época nem pensava em existir, porém minha vontade de conhecer a cerca da história do futebol me levou a buscar saber um pouco mais sobre este dia especial para nós brasileiros.

Nesta época ainda se podia dizer que futebol era espetáculo e que o futebol era bonito de se ver. A seleção desta época tinha grandes nomes, como Vavá, Pelé, Garrincha e outros mais. Dribles desconcertantes, gols mirabolantes e muito, mas muito nacionalismo e amor a pátria eram apenas alguns dos elementos que permeavam aquele futebol brasileiro.

O Brasil fez uma primeira fase como de se esperar, ganhou duas partidas (Áustria e URSS) e um empate sem gols cm a Inglaterra. Já nas quartas de finais, uma vitória simples contra País de Gales. Nas semifinais, chocolate pra cima da França por 5 x 2. E veio então a grande final. Com uma excelente atuação da seleção brasileira, Vavá (2 x), Pelé (2x) e Zagallo garantiram a vitória de 5 x 2 sobre os anfitriões e o primeiro título para a nossa seleção.

A partir deste título, o Brasil começou de vez a ser respeitado no cenário mundial do futebol e, a despeito de nenhum outro país, participou de todas as copas do mundo até então. Que esta singela homenagem sirva de exemplo para que exaltemos o passado, a história e mais do que isso, sirva de inspiração para jovens que almejam um dia vestir a amarelinha e representar o país mundo a fora.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

25/06/2009

Este dia ficará marcado para sempre no mundo artístico. As perdas ocorridas nele deixarão lacunas impossíveis de serem preenchidas, cada qual em sua área, seja atuando, seja cantando e dançando. Assistimos atonitos a morte súbita do rei do pop, Michael Jackson e da grande atriz ex-pantera Farrah Fawcett. E neste momento de luto no mundo artístico, utilizo este espaço democrático que me é cedido na internet e presto minha homenagem e para isso, utilizarei um velho ditado que diz: primeiro, as damas.

A atriz Farrah Fawcett, 62 anos, que morreu nesta quinta-feira em Los Angeles, ficou conhecida por seu papel na série "As Panteras". Dona de um enorme sorriso e de longos cabelos loiros, ficou conhecida como símbolo sexual dos anos 70. Além disso, dezenas de participações em seriados de TV, como "Cama Ardente" e "The Guardian" , Fawcett estrelou também diversos filmes e peças de teatro. Seus últimos papéis no cinema foram nos filmes “Dr. T e as Mulheres” em 2000 e “The Cookout” em 2008. Já na TV, suas últimas participações foram em "Ally McBeal" (1999) e em “The Guardian" (2002-2003). Desde 2006 a atriz lutava bravamente contra um câncer e inclusive passou por uma cirurgia para remoção de um tumor no intestino. Mas a doença veio a vence-la nesta última quinta feira. Deixa um legado a seus fãs e a admiradores da sétima arte em geral.

Já Michael Jackson foi um ícone da música pop, talento este revelado desde muito novo, aos cinco anos, quando começou a ensaiar os passos para a fama junto com seus irmão na banda “The Jackson Five” em um show de calouros nos EUA. Desde então, sua carreira foi meteórica. Primeiro a assinatura de um contrato para gravação de discos com seus irmão no início dos anos 60 ao primeiro disco solo, em 1972 foi um pulo. De lá até a 2001, o cantor gravou outros oito álbuns solo, incluindo "Off the wall" (1979), produzido pelo lendário Quincy Jones, e "Thriller" (1982), que ficou 37 semanas consecutivas em primeiro lugar das paradas, com cerca de 60 milhões de cópias vendidas no mundo . Outros álbuns incluem "Bad" (1987), "Dangerous (1991) e "Invincible" (2001). No total, segundo cifras divulgadas nos Estados Unidos, Michael Jackson vendeu 750 milhões de discos. Mas sua carreira também foi marcada por polêmicas e escândalos, desde seu casamento com a única filha de Elvis Presley, Lisa Marie, até diversos casos onde foi acusado de pedofilia e corrupção de menores. Além disso, criou uma vida de fantasias baseada na história de “Peter Pan”, personagem infantil que teimava em não se tornar adulto e viva em um mundo de fadas. Mas seu talento e carisma inegáveis fizeram com que se tornasse um símbolo de várias gerações e angariasse milhares de fãs ao redor do globo. Michael esteve no Brasil por 3 vezes e inclusive gravou um clip musical para um de seus últimos sucessos nas cidade do Rio de Janeiro e Salvador. Deixará saudades e nos fará lembrar ainda mais da falta de novos talentos que aflige a música no mundo.

O dia 25/6/2009 gerou sobre o mundo artístico um clima pesado, pesaroso e derramou lágrimas ao redor do mundo. Que ambos possam descansar em paz pois suas histórias ficarão vivas para sempre em nossas memórias. REST IN PEACE!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Rock e blues na veia!!

Em uma de minhas “surfadas” pela net, descobri o guitarrista, vocalista e compositor nova iorquino Joe Bonamassa ,eleito o “Melhor Guitarrista de Blues” pela revista Guitar Player por três anos consecutivos e cultuado no meio. Como fiquei sabendo deste músico? Simples, sigo um blog chamado “Pequenos Prazeres” e nele sempre tenho excelentes informações sobre cultura, arte, gastronomia e vinhos. Leiam, vale a visita.

Voltando a falar um pouco do trabalho de Bonamassa, acabei ouvindo seu mais recente trabalho “The Ballad of John Henry” e fiquei impressionado com a qualidade do mesmo. Dono de um vocal “rasgado”e com influências musicais que variam de Led Zepellin à Jethro Tull, o músico gerou um trabalho com musicas inéditas e covers de grandes sucessos gravados com estilo próprio. Meus destaques vão para a música título do álbum e para as faixas Last Kiss e Story of A Quarryman.

A história da relação de Joe com a música se deu desde cedo. Bonamassa nasceu em Nova Iorque, nos EUA, e aos 11 anos de idade durante um pequeno período de tutoria pelo músico country Danny Gatton, ele aprendeu estilos como country, jazz e heavy rock, sendo que neste período acompanhou a banda de Gatton em suas turnês dentro de Nova Iorque. Com apenas 12 anos de idade fez seu primeiro show de abertura para B. B. King. Aos 14 foi convidade a participar de um evento da marca de guitarras Fender onde acabou entrando de cabeça no mundo da música e fundando o grupo Bloodline, lançando com este grupo um álbum e um par de singles. Já em carreira solo, Joe Bonamassa lançou seu primeiro disco em 2000 (A New Day Yesterday) e desde então já soma, com o último trabalho, 9 discos lançados oficialmente, praticamente um por ano desde então.

Fica a dica pra quem, assim como eu, tem encontrado dificuldade em encontrar música de qualidade. E para os que já ouviram o músico, fica aberto o canal de comentários do blog para compartilharmos as experiências.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

E a fúria foi pela sarjeta

Não é de hoje que a seleção espanhola de futebol é conhecida como a fúria, apelido a meu ver nunca justificado tendo em vista os resultados desta seleção.

Sempre apontada como favorita e formando boas seleções ao longo do tempo, a equipe da Real Federação Espanhola de Futebol sempre tem um início surpreendente na maioria das competições mas quando a competição vai se afunilando, parece que a equipe merengue sempre amarela. Mesmo apoiada em diversos jogadores de alto nível como Alfredo di Stéfano, Andoni Zubizarreta, Raúl González, Iker Casillas, Fernando Torres e muitos outros a fúria só obteve poucos títulos como as Eurocopas de 1964 e 2008 e a medalha de ouro olímpica em 1992. E não poderia ser diferente na Copa dos Confederações deste ano na África do Sul.

Não jogando com o ímpeto que teve em seu jogo de estréia contra a Nova Zelândia (goleada por 5 x 0 ) o time espanhol começou a partida diante do EUA de forma lenta e sem objetividade e os EUA, que nada tinham a ver com isso, tentaram colocar seu próprio ritmo na partida, tendo assim as primeiras chances na partida. E continuando desta forma, a seleção americana conseguiu abrir o placar com seu principal atacante Altidore. A volta para o segundo tempo mudou um pouco o panorama da partida, que acabou até se tornando um jogo de ataque contra defesa. Mas o caldo entornou quando aos 28 do segundo tempo com Dempsey os EUA marcaram seu segundo tento, colocando números finais a partida, e suportando até mesmo o sufoco final aplicado pela seleção espanhola.

Mas cá entre nós, alguém realmente apostava que a Espanha iria ser campeã da Copa das Confederações a não ser os espanhóis?!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Reconhecer o esforço dos outros: uma virtude!

Confesso que ultimamente tenho tido nojo de alguns jornalistas e pessoas em geral que teem acompanhado e comentado sobre a Copa das Confederações de futebol, sendo realizada na África do Sul. Nisso se incluem brasileiros e estrangeiros. E explico o por que disso. Muitos pseudo-entendidos em futebol e que mal e porcamente sabem falar a nossa língua natal, o português, tem criticado categoricamente o esforço do técnico brasileiro da seleção sul africana Joel Santana, em se comunicar em um dos idiomas oficiais do país que dirige, o inglês.

É evidente que o próprio Joel reconhece que não tem fluência na língua e que suas entrevistas são recheados de termos esquisitos, palavras erradas ou mesmo algumas palavras em português. E quem, em pleno exercício do aprendizado de idiomas, não comete erros? Não se confunde e mistura termos em português enquanto tenta verbalizar suas idéias? Gostaria de que me mostrasse quem são, pois eu que possuo pouco domínio da língua inglesa já passei por estes mesmos problemas durante minha fase de aprendizado e prática (aproximadamente 9 anos entre cursos, intercâmbio e testes). É pura hipocrisia e falta de assunto.

Nós deveríamos é exaltar a força de vontade de um brasileiro (assim como nós) de prosperar em um país diferente, com hábitos e costumes diferentes, com LÍNGUA diferente. Joel está lá por um objetivo: uma boa participação e a experiência de uma Copa do Mundo, muito importantes em um currículo de técnico de futebol, e o aprendizado de um dos idiomas locais nada mais é do que uma ferramenta que viria a facilitar seu trabalho.

É de conhecimento público que com o avançar de nossa idade, salvo em raras exceções, o aprendizado de outras línguas, profissões e afins é muito mais difícil pois não temos mais a disposição que o corpo e a mente precisam para assimilar com facilidade os novos conhecimentos. O que se esperar então de uma pessoa, que aos mais de 60 anos, inicia o aprendizado de uma nova língua? Claro que no início, muitas dificuldades, atrapalhadas e por ai vai. Mas é no mínimo louvável e deveria servir de exemplo para todos nós o esforço que Joel está fazendo.

Uso meu espaço para deixar meus parabéns a iniciativa deste cidadão que pode não ser unanimidade no mundo da bola mas que, ao menos para mim, deixa um exemplo de força de vontade e superação. Parabéns, Joel Santana.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Corínthians versão mangá!

Do UOL Esporte

Os dois últimos anos da história do Corinthians serão documentados, agora, também em Mangá, estilo de revista em quadrinhos japonesa. A publicação, que será feita pela editora BB, vai contar, principalmente, a saga da equipe alvinegra para retornar à primeira divisão. Outros episódios marcantes, como a contratação de Ronaldo e a conquista invicta do Campeonato Paulista também estarão presentes na revista.

"Estamos animados com a iniciativa, pois em menos de 30 dias conversamos com o clube, desenhamos o projeto e vamos colocá-lo no mercado. O Corinthians hoje é exemplo de profissionalismo em seu departamento de marketing e comunicação e esta iniciativa é prova disso", afirma Baroni Neto, diretor comercial da editora que vai produzir o Manga.

O Mangá entrará em circulação no dia 25 de julho. Serão, ao todo, 50 mil exemplares divididos em duas versões. Uma, para livrarias e lojas do gênero, será editada em capa dura com formato especial. Outra, produzida em formato de revista, para bancas de jornais.

Na edição em formato de livro e capa dura, a editora pretende inserir depoimentos de pessoas que fizeram parte dos melhores momentos do Corinthians. Ex-jogadores, celebridades e pessoas emblemáticas devem aparecer nas páginas "bônus" do material.

Nota do balaio: É louvável o que o Departamento de Marketing tem feito de benfeitorias ao Corínthians. Desde o seu rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2007 e a crise financeira instaurada dentro da gestão fraudulenta e gananciosa de Alberto Dualib, este departamento tem bancado sonhos até então inatingíveis como a contratação de Ronaldo, linha de filmes/videos espetaculares, licenciamento de produtos, linhas especiais de aparatos esportivos da Nike entre outras diversas. Ao que tudo indica, o departamento de marketing do Corínthians começa a enxergar o potencial da marca e mostrar como sua comercialização pode gerar fundos ao clube. Que novas iniciativas como estas sejam sempre bem vindas e que ajudem a levantar o clube que para nós corinthianos, é muito mais que um simples time de futebol.

O fim da empáfia tricolor?!


Nos últimos anos, quando se falava em futebol brasileiro organizado, competente e planejado logo vinha a imagem do time do São Paulo Futebol Clube. Afinal de contas, era o atual tri-campeão brasileiro (2006-07-08), em 2005 havia ainda conquistado o tri da libertadores e o tri mundial, ou seja, vinha colecionando títulos expressivos ao longo destes anos. Muitos diziam que era exemplo de planejamento, organizado financeiramente, tinham o melhor técnico e elenco do Brasil e por ai afora. E não é que de repente tudo mudou?!

Após mais uma eliminação da libertadores da América, contra times brasileiros, a alta cúpula tricolor resolveu apontar culpados e escolheu o então técnico Muricy como bode espiatório e o demitiu numa reunião que não durou mais de dez minutos na calada da noite, mais precisamente de uma sexta feira a noite. E como por milagre já tinham anunciado o novo técnico na manhã seguinte. Para onde haviam ido o tal falado planejamento tricolor? Não era o melhor técnico do Brasil no momento? E o plantel, não era de longe o melhor e mais equilibrado entre as equipes brasileiras. Não é bem assim que as coisas funcionavam pelos lados da casa rosada do Morumbi. As conquistas conseguidas muitas vezes com escandalosos auxílios de arbitragem em muito amoitaram os problemas que o clube vinha colecionando ao longo deste período.

É público e notório que o São Paulo colecionou inimigos ao longo deste período quando se trata de negociações nebulosas com jogadores, uma vez que o clube sempre alardeou aos ventos que nunca gastava um centavo por suas contratações, coisa que não corresponde a realidade, pois em muitos casos disputou jogadores com outros clubes e ofereceu vantagens e compensações financeiras a estes jogadores além de colecionar diversas acusações de assédio e aliciação de jogadores que ainda tinha vínculo contratual com outros clubes.

A diretoria são paulina é conhecida ainda por sua soberba e neste ano colecionou desafetos com os clubes grandes paulistas com a mudança nos critérios de divisão de ingressos entre as torcidas, acordada a longa data entre eles, para os clássicas paulistas no Morumbi. Como consequência, viu seu estádio ficar as moscas e sem apoio político-esportivo as vésperas da escolha das sedes para a Copa de 2014 no Brasil e começou a pesar no bolso tal escolha, com prejuízos pelo pouco uso do mesmo.

No campo esportivo propriamente dito, de elenco mais forte do Brasil a time considerado mediano pela crônica esportiva foi um pulo. Com os seguidos insucessos no ano vigente com as eliminações no Campeonato Paulista e Libertadores e má campanha no início do Brasileirão, viu sua principal opção de fazer caixa, a venda de ao menos um jogador ao exterior, ir por água abaixo tomando-se como exemplo a queda brusca de rendimento da maior aposta tricolor para a janela européia de transferências de agosto: Hernanes. Ainda neste campo, Muricy até então considerado um dos melhores, se não o melhor, técnico brasileiro de futebol colecionou encrencas com os jogadores que vinham discutindo sua autoridade e desaprovando publicamente substituições e opções táticas do então técnico tricolor. Soma-se a isso a aposta em um técnico substituto que estava a 4 anos fora do futebol brasileiro e que assumiu publicamente ter assistido a apenas uma partida do time este ano e cujo principal título em sua carreira como treinador uma Copa da França com o PSG.

Existem ainda agravantes como o presidente aumentando ilegalmente seu mandato via alteração no estatuto do clube sem a devida votação, boatos não confirmados de racha no elenco, lista de dispensas, de ao menos dois meses de salários atrasados no clube e muitos outros. Seria então hora do time do Jardim Leonor repensar suas atitudes e palavras e começar a assumir que não é diferente dos demais clubes brasileiros, que sofre dos mesmos problemas que o futebol brasileiro possui. E a imprensa dita imparcial, que sempre elevou o SPFC ao todo do pedestal, quais desculpas irá usar agora? Sinal dos tempos...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O nascimento da mais nova zebra africana


Muito se fala hoje em dia de que no futebol não existem mais times bobos, frágeis e que os favoritos em toda competição mundial tem que ficar ligados a todo instante nas partidas porém é indiscutível que a seleção campeã do último mundial ou mesmo que já tem em sua bagagem mais de um título de copa do mundo tem algum favoritismo sempre que entra em campo para enfrentar um adversário de menor expressão. Pois nem sempre é isso que acontece. Ontem, pela Copa da Confederações, a seleção do Egito impôs seu jogo e venceu a seleção da Itália, atual campeã do mundo, por 1 x 0. Isto é claro depois do sufoco imposto a seleção brasileira no primeiro jogo desta na Copa das Confederações, vencida pelo time canarinho por 4 x 3. E não é só isso.

Na história recente temos exemplos, principalmente do continente africano, de seleções consideradas mais fracas que surpreenderam seleções consideradas favoritas também em outras competições. Até a seleção brasileira conseguiu a proeza de perder e/ou ser eliminada de competições pelas famosas zebras africanas. Vamos relembrar...

Em 1990, a Argentina fez o jogo de abertura da Copa disputada na Itália, fato devido a ter conquistado o título mundial anterior em gramados mexicanos . Mas iniciaram mal a campanha em 90. Favoritos absolutos contra Camarões, os argentinos foram surpreendidos e derrotados por 1 a 0, gol de Oman Biyik. Em uma das maiores zebras da história dos Mundiais.

Surpresa semelhante ocorreu na abertura da Copa de 2002, disputada na Coreia do Sul e no Japão. Com a base do time campeão em 98 algoz do Brasil, a França encarou no jogo número 1 do Mundial a seleção de Senegal, que jamais havia disputado uma partida de Copa do Mundo. E o resultado foi inesperado: 1 a 0 para a equipe africana, gol do atacante Bouba Diop.

Nas Olimpíadas de 1996, em Atlanta nos EUA , a seleção brasileira com um time forte, contando com Ronaldo e Rivaldo chegou às semifinais como favorito. Porém, a seleção sucumbiu diante da surpresa dos Jogos: a Nigéria. Liderados por Kanu, os Super Águias derrotaram a nossa seleção na prorrogação.

Outro fracasso brasileiro recente no Jogos Olímpicos aconteceu em 2000, em Sidney, na Austrália. O treinador do Brasil na época, Vanderlei Luxemburgo, decidiu não levar os jogadores acima de 23 anos e, mesmo com Alex e Ronaldinho Gaúcho, o time perdeu para Camarões na prorrogação e com dois atletas a mais.

Qual seria a fórmula mágica destes times africanos que, apesar de nunca conseguirem resultados expressivos, sempre aprontam pra cima dos favoritos? Deixem sua sugestões na caixinha de comentários do balaio.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Vila d'Aldeia - Churrasco de muito bom gosto

Depois de um longo e tenebroso inverno, eis que volta a postar uma dica para os que como eu, são bons de garfo e apreciam uma bela carne sem deixar de lado os mimos que os melhores rodízios tem a oferecer ao cliente. A dica de hoje vem do interior, mais precisamente de São José dos Campos, cidade na qual eu venho trabalhando desde setembro do ano passado e que se revelou ser muito mais do que aparentava para mim.

Focando no restaurante então, o nome é Vila d’Aldeia e fica na Av São João , em um ponto bem movimentado de São José, próximo a supermercados, shopping center, hotéis e outros. A casa funciona no sistema de rodízio e consegue aliar um ambiente confortável, eficiência no serviço e atendimento e vem se tornando um ponto de encontro para executivos e apreciadores de carnes em geral. Vale ressaltar aqui que existe um bar na entrada para aqueles que aguardam alguma pessoa ou mesmo para iniciar a noite, que conta ainda com a presença de um lindíssimo piano sempre tocado com maestria.

Para iniciarmos a incursão nesta beleza gastronômica, os eficientes garçons te alocam sempre em mesas bem posicionadas e já te colocam de fronte de um carrinho de bebidas, onde são feitos drinks mais elaborados ou doses de aperitivos mais requintadas como por exemplo caipirinhas variadas, uísques das mais variadas marcas, martinis e outros. Se você não é adepto deste tipo de bebida, temos ainda diversos tipos de cervejas, refrigerantes, água e sucos ou ainda uma boa carta de vinhos das mais diversas nacionalidades.

Depois da primeira etapa, passamos então ao buffet de pratos frios, saladas e frutos do mar, um verdadeiro deleite que por si só já faz muita gente se satisfazer. Estão disponíveis diversos tipos de verduras, legumes, queijos, comida japonesa, frutos do mar (mariscos, camarões,etc.) e por ai vai. Vale e muito uma visita ao buffet. Ainda ao sentarmos na mesa somos “presenteados” com porções quentes de arroz, batata e polenta frita, banana a milanesa e mini cesta de pães.
A partir dai é só se sentar na mesa e acompanhar o frenético ritmo dos garçons que vão e voltam com diversos cortes de carne, incluindo ai meus favoritos como paleta e carré de cordeiro, picanha, salmão e uma bela costela entre muitos outros. E olha que, enquanto você deixar o sinal verde para que os garçons lhe sirvam, é impossível parar de comer pois o serviço é impecável.

Finalizando nossa história, um carrinho maravilhoso com as mais diversas sobremesas entre os tradicionais creme de papaia com licor de cassis, tortas de morango, tortas holandesa e alemã, e os mais diversos pudins e bolos.

Quem tiver a oportunidade de vir a São José, eu recomendo. Apesar do preço não ser dos mais baratos, entendo que cabe bem em uma comemoração, encontro de família, reunião de negócios entre outros. E fica ai a oportunidade pra quem já conheceu a casa disponibilizar sua opiniões via a caixa de comentários aqui do balaio. Bom apetite!!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Campos do Jordão, a realização de um sonho.

Como estamos entrando na época fria do ano, com a chegada iminente da estação do inverno, resolvi escrever sobre uma recente viagem, e por que não realização de um sonho, que fiz a pouco mais de uma semana. A dica de hoje é então a visita a cidade de Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira e a pouco mais de duas horas de carro de São Paulo.

A cidade é conhecida por seu estilo arquitetônico europeu e clima frio praticamente o ano todo, também pudera, é uma das cidades mais altas de São Paulo com 1700 metros acima do nivel do mar. Com as quatro estações do ano bem definidas, a cidade apresenta paisagens belíssimas ao longo de todo o ano.

Para começar, a difícil missão é a escolha do local onde se hospedar em sua passagem por Campos, uma vez que o range de opções é muito grande, desde pequenas pousadas a hotéis e spas cinco estrelas. Neste quesito deixo a minha dica de uma opção que eu descobri sendo um bom custo benefício : A Pousada dos Esquilos. Esta pousada está localizada a aproximadamente 500m da principal avenida da cidade e a aproximadamente 2 km do centro de Capivari, deixando fácil a opção da procura por agito e de descanso pra quem não quer ser incomodado. A pousada possui excelentes acomodações, lareiras elétricas nos quartos, chuveiros a gás (o que facilita o aquecimento em períodos muito frios), café colonial incluso nas diárias além de facilidades como estacionamento e internet gratuita disponíveis para os hóspedes. Maiores informações consulte http://www.pousadadosesquilos.com.br/ .

O grande barato, ao menos pra mim que sou bom de garfo e copo, é a gastronomia disponível em Campos. Existem diversas opções de restaurantes com diversos preços o que torna a experiência lá muito agradável. Temos restaurantes por quilo, fast food e a la carte além de cafés e quiosques. A recomendação fica claro por conta de uma bela sequência de fondues (normalmente com fondue de queijo, carne e o de chocolate), trutas com diversos acompanhamentos e comida alemã. Seguindo esta linha não deixem de experimentos o restaurante Vila Di Phoenix (excelente custo benefício para a sequência de fondues) e o bar e restaurante da cervejaria Baden Baden (excelentes opções entre pratos alemães e cervejas gourmets). Existe também a possibilidade de visitação a cervejaria para se acompanhar o processo produtivo, porém requer agendamento prévio. É claro que neste campo as opções são muitas e variadas e vale a pena experimentar, conferir e dividir as experiências e sugestões.

Outra opção muito legal em Campos é comprar roupas de lã principalmente. Os preços são muito bons e as opções infindáveis. Existem diversas lojinhas, feirinhas e quiosques com os mais variados tipos de confecção disponíveis que com certeza irão agradar aos vários níveis de exigência e bolso. Vale ressaltar também que diversas grifes famosas de roupas possuem lojas ali em Campos e as vezes algumas promoções são bem tentadoras.

Além disso, os diversos passeios disponíveis para serem feitos em contato com a natureza é outro grade atrativo da cidade. São diversas cachoeiras, trilhas, parques, teleférico, etc, não faltando opções para os espíritos mais aventureiros. E tudo isso cercado de muito verde, o que torna os passeios ainda mais sensacionais.

Existem ainda muitas outras opções de entretenimento e diversão em Campos, principalmente com o início do festival de inverno e outras atrações, porém nada substitui a visita a cidade e a descoberta de opções para se divertir por lá. Quem tiver a oportunidade e quiser dividir comigo suas impressões, fica aberto o canal de comentários do balaio.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Até quando?!

Mais uma vez os braileiros assistem a atos de violência e selvageria após uma partida de futebol. A bandalheira se deu após o jogo semifinal da Copa do Brasil entre Corinthians e Vasco, onde o primeiro se classificou para a final do torneio. Desta vez, o massacre se deu na Marginal Tietê, onde segundo a imprensa em geral, houve uma emboscada de torcedores organizados corinthianos a ônibus dos torcedores vascainos.

O saldo dos atos destes bandos de selvagens foi muita destruição, ônibus incendiados, pessoas feridas, e um torcedor morto. Mais uma morte, a bem da verdade. Além de muitos outros pequenos eventos semelhantes espalhados nos entornos do estádio municipal do Pacembú.

Até quando precisaremos assistir a tais problemas sem que as autoridades não tomem atitud enenhuma? Até quando os pseudo-torcedores irão se comportar como animais fazendo com que pessoas comuns sejam obrigadas a se afastar dos estádios por causa deste bando de marginais? Até quando teremos mortes em eventos que tem como premissa básia a prática esportiva e a diversão? Até quando?!

Reina no país a impunidade e por este motivo, aliados inclusive a condição sócio-econômica da granda parte da população (baixa renda, pouca ou nenhuma educação, alta taxa de impostos, etc.), é que em cada rodada do futebol brasileiro vemos cenas como estas e nos fazem repensar a maneira de lidarmos com nossas leis.

Temos exemplos em que nos basear, principalmente vindos da Europa ,com relação a como lidarmos com este tipo de violência (como na Inglaterra e Alemanha) onde a violência atingiu niveis alarmantes e as autoridades resolveram punir e afastar os marginais dos jogos, fazendo com que hoje seja um evento em que uma família possa ir a assistir confortavelmente aos jogos sem temer pela sua segurança e pela sua vida.

E ainda queremos que o Brasil seja sede de copa do mundo, é no mínimo, uma piada sem graça.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Os vinhos serão o grande destaque da estação

O Carrefour deu inicio ao seu tradicional Festival de Inverno, que será realizado em todas as lojas da rede (exceto Manaus) no país até o dia 14 de junho. No período, os clientes encontrarão preços e promoções especiais e um grande sortimento de itens típicos da temporada, com destaque para vinhos, queijos e uma completa linha de importados.

Com mais de 500 rótulos diferentes em suas adegas, os vinhos terão destaque especial nas lojas. Os rótulos foram selecionados de acordo com as preferências regionais dos consumidores, entre diversas nacionalidades, com destaque para Argentina, Chile, Portugal, Itália, Alemanha, Brasil e França. Os descontos chegam a 33% e podem ser pagas em até 3 vezes, sem juros, no Cartão Carrefour.

Em minha última visita ao supermercado, pude verificar alguma boas ofertas, tais como: Terrazas Argentino (diversas uvas) por R$ 32,90; Cousino Macul Chileno (Cabernet Sauvignon e Merlot principalmente) por R$ 26,90 e o Reservas Antiguas do mesmo Cousino Macul por R$ 32,90; vinhos mais básicos como o León de Tarapacá Chileno (diversas uvas) por R$ 19,90 e o Reservado Concha Y Toro por R$ 18,90 além da linha Casillero Del Diablo (várias uvas, inclusive a colheita histórica de 2007) por R$ 28,90 entre outros.

Enfim, para os enófilos de plantão ou para quem aprecia um bom vinho, ainda mais com o friozinho e o dia dos namorados chegando, creio que vale a pena a visita ao supermercado para garimpar boas ofertas, ao menos, é o que eu tenho feito. Fica ai a dica!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A Fazenda

Parece que a onda de reality shows ainda está longe de terminar. Depois de “No Limite”, “BBB’s”, “Casa dos Artistas”, “Dr Hollywood” entre outros, ontem aconteceu a estréia do novo programa do estilo na Rede Record, A Fazenda. Podemos dizer que pelo menos sob a ótica da emissora, é a estréia do formato em sua programação. O programa já foi feito em diversas outras localidades no mundo e agora desembarcou por terras tupiniquins.

A premissa do programa é confinar em uma fazenda (alusão ao título do programa) um bado de supostas “celebridades” e fazê-los conviver entre si e é claro, cuidar da fazenda e de todos os afazeres adivindos desta convivência, como cuidar da casa e dos animais, fazer sua própia comida utilizando-se de utensílios que existem em casas do mesmo tipo (fogão a lenha por exemplo) e por ai vai.

A meu ver, entretanto, a escolha das ditas celebridades foi um pouco fraca, mais pareceu que eram artistas desempregados ou pessoas que a tempos estão fora dos holofotes da mídia e encontraram no programa uma forma de resgatar a sua suposta fama. O elenco do reality é composto por Babi Xavier, Danni Carlos, Dado Dolabella, Danielle Souza (Mulher Samambaia), Pedro Leonardo, Luciele Di Camargo, Bárbara Koboldt, Miro Moreira, Fábio Arruda, Mirella Santos, Francielly Freduzeski, Jonathan Haagense, Carlinhos Silva (Mendigo) e Theo Becker.

Acompanhei o programa de estréia e tirei algumas conclusões: o modo de apresentação dos participantes foi demasiadamente longo, deixando pouco espaço para o programa de confinamento propriamente dito; o apresentador, Brito Júnior, não possui o carisma de um Pedro Bial para comandar este tipo de programa e parecia incomodado com o fato ao decorrer do programa; as regras não foram totalmente apresentadas aos telespectadores de maneira clara, deixando dúvidas sobre o mecanismo do programa e finalmente a demora na apresentação do elenco fez também com que a votação referente ao “fazendeiro da semana”fosse feita em menor tempo aos últimos apresentados.

Enfim, só nos resta acompanhar e ver o andamento do programa. Dizem as más linguas que a Record inclusive já tem um Ás na manga, caso o programa vá mal das pernas. Veremos...

As cidades brasileiras e a copa de 2014

Neste domingo foram anunciadas pela FIFA, direto das Bahamas, quais seriam as 12 cidades que seriam sedes para a Copa do Mundo de 2014 de futebol, a ser realizada no Brasil. Sem muita surpresa, as cidades anunciadas foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Salvador, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus e Cuiabá. E eu digo sem surpresas pois a algum tempo tal lista havia vazado na Internet, com ou sem o aval do mandatário da CBF, Ricardo Teixeira.

Todos sabemos que, para que um evento do porte de uma copa funcione, são necessários investimentos gigantescos em áreas como transportes, segurança, hotelaria, aeroportos e por fim, nas arenas onde a bola irá rolar, além é claro de muitas outras áreas. São comentados que por baixo devem ser consumidos mais de 9 bilhões de reais para a realização do evento aqui no Brasil em 2014. Só não está fechado as cidades que irão abrir e fechar a copa, ao menos oficialmente, pq é dado como certo que São Paulo abra a copa e o Rio seja o palco da final.

O que eu realmente questiono é: qual será o legado desta Copa do Mundo para tais cidades? Após o final da copa, será que estes investimentos terão se justificado, será que teremos um país melhor, teremos algo de que nos orgulhar para o pós copa do mundo?

Temos o exemplo recente do Pan do Rio de Janeiro, onde eram etimados gastos em torno de 400 milhões de reais e onde os gastos reais chegaram a mais de 3 bilhões. Temos elefantes brancos, como o parque aquático Maria Lenk que ficou um longo período fechado e foi usado uma ou duas vezes após o evento citado. O estádio do Engenhão foi cedido ao Botafogo e, apesar de seu campo estar sendo bastante utilizado, o complexo de atletismo do lugar só voltara a ser utilizado neste ano em um meeting da modalidade. O Rio foi um exemplo de segurança durante o período do evento mas assim que o mesmo terminou, o que constatamos foi a volta da guerra urbana e o domínio da violência e tráfico de drogas sobre a cidade. Quais foram as melhorias que a cidade desfrutou desde então?

Num país de tamanhas desigualdades sociais, onde falta toda estrutura básica para uma fatia considerável da população (como esgoto e água tratados, rede de saúde pública, transporte coletivo, etc.), com a corrupção e desvio de verbas públicas aos níveis que temos contato no Brasil entre outros tantos desafios, não seriam estes investimentos melhor aplicados em outras áreas e com outros objetivos? Nem vou comentar o fato de que, baseados nas estimativas de gasto, podemos incluir ai por baixo uns 60% a mais para desvios, atrasos e superfaturamentos.

Fica então a sugestão para a reflexão em cima dos temas abordados neste post e o canal de comentários fica aberto para suas opiniões e discussões a cerca do tema. Mas, a minha opinião é a expressa acima e se me perguntarem se sou a favor da copa no Brasil, eu direi que não e os motivos estão descritos acima.