quarta-feira, 28 de julho de 2010

O fim de uma era...

A aproximadamente seis anos atrás eu era apresentado a um formato de programa televisivo que até então, ao menos para mim, era bem desconhecido: os seriados. Tá certo que outras séries como E.R. (que chegou a ser transmitido por aqui como "Plantão Médico") ou mesmo Friends já existiam a bem mais tempo porém foi com o advento de LOST que eu entrei em contato com tal formato. E desde então, acompanhei ferrenhamente as seis temporadas até o derradeiro episódio que pôs fim a toda esta mitologia. Vejam, sei que o seriado já se encerrou a um certo tempo mas eu demorei um pouco mais para finaliza-loe também tive que gastar um pouco meus neurônios tentando digerir alguns pontos antes de falar um pouco sobre.

Desde seu começo, LOST sempre foi muito mais do que um seriado sobre uma ilha misteriosa. No momento em que nos envolvemos com o seriado, entramos em uma realidade paralela sem volta. Muito mais do que mistérios e mortes, o seriado trouxe o desenvolvimento das relações humanas, a amizade, o amor, a ambição e o quanto poderia ser feito para se atingir seus objetivos e mais do que tudo, a fé que os movia para o atingimento de seus objetivos. A verdade é que o seriado sempre foi envolto em seus personagens, fossem eles mais carismáticos ou que foram se desenvolvendo e ganhando seu destaque com o desenvolver dos 6 anos da trama. Muita emoção aconteceu ao longo das seis temporadas, muitas mortes inesperadas, casais que se formaram ou se acertaram, nascimentos, enfim toda sorte de relações se desenvolveram ao longo deste período.

Ao mesmo tempo, o tom misterioso e de ficção científica gerava inúmeras perguntas em nossas cabeças: os números, o monstro de fumaça, os clarões na ilha, os outros, a estátua gigante; todos estes ingredientes "científicos" andavam lado a lado com a fé dos personagens. E eram o contraponto, o equilíbrio entre a ciência e a fé religiosa, uma metáfora para os questionamentos que surgem dia após dia no nosso cotidiano. E davam a tônica, muito mais acentuada na última temporada, das vidas dos personagens.

E foi assim que com um final emocionante, o seriado se acabou deixando ainda muitas dúvidas e questionamentos em nossas cabeças. Mas o que seria do poder do seriado se ao final tudo fosse esclarecido, se não houvessem pontos de discórdia para serem discutidos e repensados por muito tempo após o final da série? Seria este o intuito dos produtores do seriado? Provavelmente. A questão é que com o final da era LOST, é provável que os seriados nunca mais sejam os mesmos em minha vida. Seria este o fim mesmo ou somente um recomeço, uma "vida após a morte" ? Só o tempo dirá.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A despedida de Mano

Domingo, 18:30h, jogo do Corínthians. Era o último jogo de uma era. A temperatura ambiente era agradável, não fazia frio tão pouco calor. A partir de segunda feira muitos corinthianos se sentiriam órfãos e abandonados mesmo que reconhecendo tardiamente tal fato. Divididos em seus sentimentos, entre tristeza e alegria. E era assim mesmo que eu estava me sentindo. Este era o último jogo em que o Corínthians seria dirigido pelo técnico Mano Menezes. Quis a ironia do destino que seu último jogo fosse diante do mesmo time que Mano enfrentara em seu primeiro jogo pelo Corínthians, o Guarani de Campinas.

Homem trabalhador e com uma capacidade incrível de pensar o jogo de futebol. Inteligente, nunca bateu de frente com a imprenssa nem com os torcedores do time. Buscou forças aonde não existia quando aqui chegou e encontrou terra devastada.Soube erguer o time que se encontrava com a auto estima abaixo do nível do solo. Líder nato, soube lidar com o elenco que lhe foi oferecido e com as contratações que pediu a diretoria do time, desde o atacante famoso e baladeiro até o terceiro goleiro que nem no banco ficava por muitas vezes. Extremamente correto, sempre levou em conta a condição técnica dos jogadores na hora da escalação. E teve todas estas, e muitas outras, características suas reconhecidas neste domingo.

Após sua última partida e cosequente vitória a frente do time do Corínthians, Mano foi ovacionado pela torcida e em retribuição deu a volta olímpica de um homem só. Foi carregado pelos jogadores em seus braços e arremessado pra cima, muito festejado. Emocionado, agradeu a todos em sua última entrevista coletiva pós jogos do timão. E emocionou a todos. Esta era a maneira de ser de Mano Menezes. Um eterno louco do bando!

De nossa parte, e eu me coloco como mais um porta voz da torcida corinthiana, só resta dizer obrigado. Que você tenha o sucesso que merece e que consiga a continuidade de trabalho assim como no nosso Corínthians. Que atinja todo e qualquer objetivo que você tem em sua vida. Deus te ilumine hoje e sempre. Vcoê sabe que estará em nossos coração eternamente. E quando a Copa de 2014 acabar, seja bem vindo de volta!!

Fórmula 1 pode ainda ser considerada um esporte?

Confesso que não sou fervoroso e assíduo quando o assunto é assistir e acompanhar as corridas dominicais de fórmula 1, mas com os acontecimentos nos últimos anos a tendência é que cada vez mais minha vontade de perder uma hora ou pouco mais nos domingos acompanhando as corridas caia ainda mais. Explico: desde mutretas dentro das equipes para favorecimento a um ou outro piloto a mudanças constantes nos regulamentos e as mostras de que o "atleta" (no caso o piloto) é cada vez menos o responsável pelas vitórias são alguns do mostivos.

Desde os tempos de Rubinho na Ferrari, já acompanhamos as pataquadas da equipe vermelha de Maranelo fazendo com que Michael Schumacher tivesse sempre a preferência e que o brasileiro servisse sempre apenas como escudeiro (acontecido por duas vezes na Áustria por exemplo) tendo que obedecer as ordens excusas da escuderia e depois mesmo com Massa quando foi obrigado a deixar Raikkonen e mais recentemente ontem Alonso ultrapassassem mesmo com o brasileiro em melhores condições na prova. E como poderíamos esquecer então da marmelada armada por Nelsinho Piquet para favorecer o mesmo Alonso em um GP em Singapura? Combinação de resultados é o mínimo que podemos dizer. Para as equipes a palavra do dia é: nojentas. E para os brasileiros que se sujeitaram a tais mandos e desmandos das equipes só uma palavra: medíocres!

Ainda seguindo a linha de raciocínio apresentada na abertura do post, praticamente todo ano temos mudanças de regulamento, segundo a FIA em prol do esporte e do público. Uma mentira, pois tudo envolve muita política e grana, haja visto o quanto os patrocinadores investem no desenvolvimento de carros, combustíveis, divulgação de marcas e afins. Já tivemos fases onde o reabastecimento era obrigatório e em outras, como a atual, onde não existe tal possibilidade. Além disso trocas de pneu, utilização de eletrônica embarcada nos carros e muitos outros pontos são altamente mutáveis de temporada para temporada. No meu entender, estas mudanças só servem para afastar as pessoas uma vez que cada vez menos temos a sensação de que conhecemos como é o funcionamento do "circo" da fórmula 1.

E como não levar em conta que hoje em dia a qualidade e o capacidade do piloto acaba sempre sendo relegada a um segundo plano ao passo que os carros se tornaram os grandes protagonistas da categoria? É só tomarmos por base o que acontece com o grade hepta campeão Michael Schumacher, que em seu retorno a categoria tem mais brigado com seu carro do que outra coisa e nem mesmo todo seu talento e garra tem sido suficientes para coloca-lo em condições de brigar por alguma vitória na atual temporada.

Por essas e outras que, de minha parte ao menos, a fórmula 1 não irá contar com audiência e tempo de fronte a televisão nas manhãs de domingo. O "circo" como todos dizem sobre a fórmula 1 realmente está armado só que, parafraseado uma citação que li no Blog do Juca, e os palhaços somos nós! Só falta distribuirem a todos os narizinhos vermelhos!

domingo, 25 de julho de 2010

E a seleção tem seu técnico...

Depois de muitas idas e vindas, muito diz que me diz, finalmente tivemos a confirmação do técnico da seleção brasileira: Mano Menezes. Gaúcho de Passo do Sobrado, Luiz Antônio Venker Menezes começou sua carreira no futebol pelo Guarani de Campos Airese e desde então sua carreira foi meteórica, tendo como pontos altos suas épocas a frente do Grêmio e do Corínthians,  este último por mais de 3 anos. Títulos não faltaram em sua carreira, como por exemplo Campeonato Gaúcho, Campeonato Paulista e Copa do Brasil. Apesar de novo, Mano é experiente e ponderado, sendo sempre muito coerente com suas convicções. Sua carreira portanto o credencia para o cargo a qual fora indicado e aceitou de bate pronto.

Sendo corinthiano confesso que fico dividido com meus sentimentos: de um lado, fico feliz pela indicação do técnico Mano Menezes para a seleção, mas por outro lado fico também com uma certa tristeza pois apesar dos pesares, o aproveitamento de Mano a frente do Corínthians é muito bom e não existem grandes opções disponíveis no mercado. No entanto creio que existia também um pouco de desgaste na relação Mano Menezes e elenco do Corínthians e essa sua saída possa significar um novo fôlego para algumas peças acomodadas lá pelos lados do Parque São Jorge. É ver para crer.

De certo mesmo é que segunda feira teremos início de uma nova era na seleção brasileira com a primeira convocação do técnico Mano Menezes com a promessa de renovação, utilização em maior grau de jogadores que atuam em clubes brasileiros e com uma idade menos avançada. 

Boa sorte, Mano Menezes!!!

terça-feira, 20 de julho de 2010

La Cave Jado

Essa dica vai para os amantes e apreciadores de vinho em geral e assim como eu achavam que vinho francês de qualidade ainda era quase que proibitivo de se adquirir no Brasil.

Neste final de semana tive a oportunidade de conhecer uma importadora até certo modo modesta (deve ter em seu catálogo pouco mais de 40 rótulos) mas que por outro lado prima pela qualidade de seus vinhos. Como já devem ter percebido pelo título do post, estou falando claro da "La Cave Jado". A importadora é gerida por duas sócias (francesas é óbvio) e que estão em constante busca por pequenos produtores que tragam valor para o catálago da importadora, mas  mais importante: sem o uso de atravessadores/negociadores/etc os preços praticados por elas é o grande atrativo, juntamente com a qualidade dos rótulos é claro. Desta maneira é possível para nós brasileiros experimentarmos excelentes vinhos a prços justos.

Em minha visita fui recebido por uma das donas, a Sra. Jeanne e pelo sommelier Vitor (coincidência não?). Na ocasião, e como acontece invariavelmente aos sábados, existiam dois vinhos para serem degustados: Saint Quinis 2004, um belo e potente tinto de Provence e o Must, outro tinto desta vez do Rhône só que mais sedoso e com final mais elegante. Evidentemente os vinhos mudam a cada final de semana. Além disso, para acompanhar a degustação a opção era um excelente patê de fígado de pato com uma seleção de pães. Tudo ao mesmo tempo muito simples mas deliciosamente caprichado e com muita atenção por parte de ambos. Após um pouco de conversa e de vinho, resolvi adiquirir uma garrafa de cada vinho degustado e uma terceira, a cargo da indicação do sommelier, de um vinho branco. Neste ponto já estava maravilhado e encantado com a possibilidade de enfim, começar a conhecer um pouco mais do berço do vinho no mundo a preços realmente acessíveis. Ao me despedir do pessoal da importadora, só me restou uma única certeza: irei retornar mais vezes com certeza!

Bons goles e muito sucesso ao pessoal da Cave Jado!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O que está acontecendo com o balé das meninas da Vila??

A volta do campeonato brasileiro de futebol está mostrando uma dura realidade para o time e torcedores do Santos: o relacionamento entre os jogadores já não é aquela maravilha alardeado aos 4 ventos e a mesma coisa pode-se dizer do relacionamento dos jogadores para com o técnico, que parece ter perdido um pouco de sua autoridade desde os eventos ao final do campeonato paulista. O resultado não poderia ser outro que não duas derrotas seguidas nesta relargada do campeonato.Está certo que o time do Santos até jogou bem ontem, mas é bem verdade que os times brasileiros aprenderam a jogar contra o time da baixada, que já não produz surpresas a quem vem enfrenta-lo.

Mas nos atendo ao motivo central do post, o que vemos é que o técnico Dorival Júnior demonstra que não possui tanta autoridade perante seus jovens jogadores e frequentemente é questionado por eles em casos de substituição no decorrer das partidas. E isto ocorre desde o final do paulista quando Paulo Henrique Ganso se recusou a sair de campo quando solicitado em uma substituição planejada por Dorival, que teve que optar pela saida de outro jogador. Já no jogo da semana passada ante o Palmeiras fo a vez de Neymar questionar o treinador pela impressa, após ter sido substituido no início do segundo tempo.

Falando agora do último jogo do Santos (derrota por 1 x 0 pro Fluminense), o técnico Dorival Jr. se irritou durante a sua coletiva pós jogo quando questionado sobre um possível desentendimento entre Wesley e Robinho ainda na concentração poucas horas antes do jogo. O técnico por motivos óbvios negou, o mesmo acontecendo com os jogadores mas como não é a primeira vez que isso acontece pelas bandas de lá e é divulgado pela imprenssa por um suposto delator (relembre o caso Fábio Costa) eu não descarto que os egos começam a crescer mais do que o jogo do time e isso venha causando conflitos internos.

E por fim, tivemos notícias nos últimos dias via imprenssa que, apesar de declarar amor pelo time do Santos e afirmar que continua lá por um bom tempo para conquistar mais títulos, Neymar tem se queixado que gostaria de uma compensação financeira para descartar a proposta enviada pelo West Ham da Inglaterra. E isso pode ser motivo para mais invejas e desavenças internas e desgastes de relacionamentos internos.

Será que o encanto acabou? Que o país das maravilhas está por ruir?

Vejamos as cenas dos próximos capítulos!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Azul vai comprar aviões turboélices na Europa

A notícia está repercutindo no meio da aviação e ainda é um boato, mas que provavelmente irá se concretizar na próxima semana durante a feira de aviação da Inglaterra. Para muitos será surpresa, mas sinceramente a Azul já dava indícios desde a sua chegada de que ao menos no discurso tentava quebrar paradigmas da aviação brasileira e iria brigar por mercados até então não explorados ou com demanda reprimida. PAra nós que estamos no mercado da aviação é muito importante que todas companhias consigam se fortalecer e explorar novos mercados pois existe muita gente ainda no Brasil que nunca pôs os pés num avião. Segue notícia completa:


Azul vai comprar aviões turboélices na Europa

A Azul anuncia na próxima semana uma encomenda de aviões turboélices da ATR, fabricante europeu que faz parte do grupo EADS. A empresa pretende usar os aviões, de 68 lugares, para complementar a sua frota de jatos Embraer.

A ideia é conectar cidades de média densidade, como Bauru e Ribeirão Preto, por exemplo, com Campinas, de onde parte a maioria dos voos da companhia.

A decisão da Azul de comprar aviões de outro fabricante surpreendeu analistas. Quando a empresa surgiu, no final de 2008, especulava-se que em pouco tempo a empresa iria complementar sua frota de Embraer com os aviões de maior porte da Airbus ou da Boeing.

Com os ATRs, a empresa fundada por David Neeleman entra no mercado da Trip, maior companhia regional do país e que também opera ATRs e Embraer.

Com uma frota de 18 jatos da família 190/195, a Azul detém 5,43% do mercado doméstico, contra 2% da Trip.

A Folha apurou que a Azul deve encomendar de 15 a 20 ATRs modelo 72-600. Trata-se do mais moderno turboélice da fabricante, com entrada em operação prevista para o segundo semestre de 2011.

Os detalhes da encomenda serão anunciados na terça-feira, durante a feira de aviação de Farnborough, no Reino Unido.

Segundo a Folha apurou, a companhia optou pelo ART, em vez do Embraer 170, de capacidade similar, por uma questão de custo.

Cada ATR 72-600 custa US$ 20 milhões, ante US$ 33,4 milhões do Embraer 170. O consumo de combustível do ATR, para rotas inferiores a 500 km, é um terço menor. Em rotas mais longas, o jato é mais vantajoso.

Além disso, o motor turboélice permite pousar em pistas curtas, enquanto o jato demanda condições melhores dos aeroportos.

A Folha apurou na Azul que o plano de frota para os jatos 190/195 da Embraer não mudou e que a empresa está antecipando encomendas.

"O ATR faz sentido para a Azul. As cidades médias brasileiras estão crescendo muito e demandando transporte aéreo", diz o consultor Paulo Sampaio, da Multiplan.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/76776...na-europa.shtml

terça-feira, 13 de julho de 2010

Viagem a NY - Parte III

New York é uma cidade que funciona 24h por dia e sempre que você procurar vai encontrar alguma coisa para fazer ou para se divertir. É por isso que hoje eu pretendo falar um pouco sobre algumas atividades que eu fiz por lá e que particularmente não tinha ouvido anteriormente pois não vale a pena ficar chovendo no molhado e falando das atrações mais comuns do lugar.

Particularmente gosto muito de museus e NY é uma cidade cheia de grandes museus e opções é o que não falta. Poderia citar os que mais gosto, como o Museu de História Natural e o Museu Madame Tussauds mas as opções são muito maiores do que estas citadas acima, mas uma vez mais eu não vou ficar chovendo no molhado. Vamos ao ponto principal do post que é dar algumas dicas sobre atividades que eu não havia ouvido anteriormente sobre a cidade. E para isto irei me focar em duas opções neste post.

Primeiramente para quem curte um visual deslumbrante deve apostar no "Top of The Rocks", que fica no GE Building e é rival do Empire State com relação a altura e deck de observação. Num primeiro momento você pega um elevador que em pouquíssmios segundos te leva a quase 70 andares de altura. O deck é formado de dois "pisos", um primeiro envidraçado e um mais alto, que possui até aquelas maquininhas que você deposita moedas e funcionam como binóculos. Dali é possível ver de maneira mais limpa que o Empire States toda Manhatam com destaque para o formato retangular de cor verde do Central Park (igual ao formato que consta nos mapas da cidade), as pontes que ligam a ilha ao continente e enfim, a bela arquitetura da ilha. Várias fotos irão surgir desta aventura.

Agora para quem TV por assinatura ou mesmo para quem curte um passeio diferente a dica é a visita aos estúdios da rede de TV NBC. Neste passeio você percorre alguns estúdios de alguns famosos programas da emissora americana, como Saturday Night Live, e conhece curiosidades sobre cada um deles. O passeio é guiado e obviamente em inglês, bom pra testar sua fluência! É recomendado que você chegue com antecedência pois as visitas tem horários marcados e podem se esgotar os ingressos rapidamente. Ao final você ainda pode percorrer uma loja com lembranças de todos os shows mostrados pela emissora como camisetas, bonés, canecas e outros mil opção de presentes e lembranças. É um show!!!

A última dica do post é: NY é mágica e se você tem a mínima curiosidade, vá e não pense muito. A diversão é garantida.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

E o mundo do futebol é vermelho e amarelo..

Para aqueles que assim como eu sempre duvidaram que a seleção espanhola chegaria a uma final de Copa do Mundo, e principalmente que venceria a final, o dia de ontem serviu de lição. Verdade seja dita que desde que a final da copa fora formatada entre Espanha e Holanda, torci para que eu queimasse minha língua e que a Espanha se sagrasse campeã. E para felicidade geral dos espanhóis e simpatizantes, a fúria finalmente se mostrou fúria e faturou o caneco.

Veja, não é por ser brasileiro que eu queria algum tipo de vingança sobre a Holanda, afinal de contas perdemos por nossos próprios erros e isso é indiscutível. O problema é que além de um futebol pobre e truculento, a Holanda não mostrou o futebol que costumava encantar como em outros tempos e pelo menos a Espanha não fugiu a suas origens jogando um futebol de toque e posse de bola, ainda que pouco incisivo quando precisava vencer seus adversários. Mas no final o futebol mais próximo do que chamamos de jogo bonito da Espanha suplantou ao futebol força (as vezes até exagerada) do time holandês.

O mais importante é fazer com que esta final e este resultado sirvam de exemplo para o planejamento e trabalho a serem desenvolvidos daqui em diante para a nossa seleção visando a Copa de 2014 que ao que tudo indica será mesmo no nosso país (sim, ainda sou meio cético e só vou crer quando os finalmente estiverem acontecendo por aqui). Que a seleção seja formada com jogadores talentosos e que tenham vontade de vencer mas que não extrapolem esta vontade para a truculência e violência, aos ataques a imprenssa e outras "virtudes" mostradas pela seleção do anão zangado, ops, Dunga. Que se pare com esta estória de que seleção é comprometimento, é família e outras falácias alardeadas por aqueles que estavam envolvidos nesta seleção e que não só de comprometimento se faz uma seleção campeã.

Parabéns Espanha, Campeã Mundial de 2010. E que venha 2014!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Invictus

Quebrando mais uma vez a sequência de posts sobre a viagem a NY (apesar de que eu pude assistir o filme no vôo de volta) hoje quero falar um pouco de um filme, no caso o filme Invictus.

De forma sucinta e me utilizando de palavras já escritas em outro lugar a sinopse do filme é : Invictus acompanha o período em que Nelson Mandela (Morgan Freeman) sai da prisão em 1990, torna-se presidente em 1994 e os anos subsequentes. Na tentativa de diminuir a segregação racial na África do Sul, o rugby é utilizado para tentar amenizar o fosso entre negros e brancos, fomentado por quase 40 anos. O jogador Francois Pienaar (Matt Damon) é o capitão do time e será o principal parceiro de Mandela na empreitada.

Mas mesmo assim, mais do que uma crônica sobre segregação racial e todo o movimento do Apartheid que existia na África do Sul nesta época, o filme trata também de superação, de trabalho em equipe e de vontade de vencer. Uma inspiração para ser sempre lembrado e mostrado como uma maneira vencedora de liderança, sem menosprezo mas com delegação, com hombriedade, enfim sem tirania e ameaças. O que mais cativa no filme é a união dos povos através do esporte e a mostra de que o esporte é ainda hoje uma ferramenta importante na luta contra as diferenças, na luta contra a opressão, contra a segregação seja qual for o motivo para tal. Tanto é verdade que a FIFA durante os últimos jogos desta copa que vem acontecendo na África do Sul tem se utilizado dos capitães das seleções para levar ao mundo mensagens contra o racismo e quaisquer formas de discriminação existentes ainda nos dias atuais.

Morgan Freeman nos brinda com mais uma grande atuação, confundindo personagem e ator ao ponto de que ao apontarmos Mandela sempre iremos lembrar de Freeman e sua interpretação. Já Eastwood nos brinda com mais uma direção segura e nos prendendo a história do começo ao fim. Mais do que isso, consegue que entremos na vida e no dia a dia do então presidente eleito Mandela e por outro lado nos trás a história de um Pienaar coadjuvante (Damon) que faz o elo para a história do filme sem perder a força e o interesse no mesmo. Além disso, personagens secundários como a acessora do presidente ou mesmo seus fiéis guarda-costas são um show a parte até o final do longa. É claro que o climax do filme é baseado em uma história real e portanto, não nos reserva nenhuma surpresa (a vitória da África do Sul na copa mundial de Rugby) mas nem por isso não deixa de nos emocionar da maneira como o time africano evolui como equipe ao longo da competição e como esta evolução serve de pano de fundo para a união dos povos da África do Sul.

Para quem ainda não teve a oportunidade de ver o filme (afinal o filme foi lançado por aqui no final de 2009/começo de 2010) fica a dica de um filme que foge um pouco ao blockbuster hollywoodiano ao mesmo tempo que não irá entendiar quem procura apenas duas horas de diversão na frente da telinha. E pra quem viu, fica o convite a deixar a opnião por aqui.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Viagem a NY - Parte II

Hoje gostaria de falar um pouco sobre a companhia aérea que eu utilizei nesta viagem, a Delta Airlines. É claro que, como entusiasta e profissional da aviação, não poderia deixar de fazer um post exclusivo para falar da companhia aérea. É evidente que a escolha da companhia aérea se deu primeiro no preço, afinal era uma viagem de férias e eu tentei economizar nesta ocasião, mas usando desta premissa pude escolher uma companhia aérea e um equipamento que ainda não tinha voado: o 767.

Primeiramente, é bom que se fale que a experiência com a Delta não foi de toda agradável. O equipamento utilizado no vôo São Paulo - NY era um 767 já bem surradinho e pouco confortável. Infelizmente por um lapso acabei não tomando nota da matrícula nem número de série do avião. Não que o pitch entre as poltronas fosse muito diferente do que estamos habituados mas eu penso que o conforto oferecido pelas poltronas dos A330 da TAM, por exemplo, é muito maior. Outro ponto desfavorável é a não existência de equipamentos individuais de entretenimento de bordo, somente os velhos monitores espalhados ao longo da cabine do 767. Um ponto favorável entretanto é que os bins eram bem espaçosos e deram conta de toda bagagem de mão, mesmo na perna de volta onde todos voltavam com milhares de malas a mais do que as utilizadas na ida, fenômeno comum nos vôos Brasil - EUA. Mas o que realmente me decepcionou de forma muito grande foram os atrasos ocorridos em ambas as pernas, uma hora na ida e mais de duas horas na volta. E engraçado ver que os brasileiros gritam e esperneiam quando este tipo de situação acontece no Brasil e companhias locais ao passo que quando isto ocorre nos EUA ou mesmo com uma cia americana a reação é totalmente diferente. Vale ressaltar que a Delta possui um terminal dedicado no aeroporto JFK em NY e com isso, pelo menos o checkin/despacho de bagagem e posterior embarque se torna bem mais ágil e facilitado, uma coisa que poderia acontecer por aqui se tívessemos aeroportos decentes. As refeições eram somente corretas, com destaque ligeiramente negativo para os cafés da manhã, com um simples pão com ovo e queijo e uma fruta, além de bebidas a escolha. Já os jantares eram mais "encorpados" apresentado duas opções e com um pouco mais a apresentar.

No frigir dos ovos, um vôo de pouco mais de 9 horas pode se tornar um pouco chato e demasiadamente longo caso assim como eu, você tenha dificuldades para dormir, mesmo vindo de uma viagem cansativa onde você andou muito e curtiu cada minuto. Mas a título de curiosidade, a escolha pela Delta valeu também...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Fim da linha para a seleção...

Infelizmente vou interromper a série de posts que eu havia prometido sobre a viagem a NY e vou falar um pouco da dor que deve estar afligindo a maioria dos brasileiros...

Esta derrota para a Holanda serviu para finalmente nos fazer acordar, fez com que a ficha finalmente caisse e mostrasse que realmente o técnico Dunga foi teimoso, não levou o que tinhamos de melhor em material humano para a seleção e infelizmente pecou por isso. É claro que agora não adianta criticar nem tão pouco ficar atacando este ou aquele mas a verdade é que o Brasil não foi Brasil nesta copa.

E por que tanto nervosismo no segundo tempo do jogo? O que teria acontecido no vestiário no intervalo do jogo? Serão mais um monte de perguntas que nunca terão resposta convincente como acontece diante de todos os fracassos brasileiros nos mundiais de futebol.

Agora devemos esperar a renovação da seleção, a mudança de treinador, a copa do mundo que deverá ocorrer aqui em nosso país no ano de 2014 (será?) e por ai vai. Só ai poderemos quem sabe curar as feridas abertas com mais esse fracasso.