segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Antichello Bardolino 2011

Fundada em 1811, a empresa vinícola Santa Sofia tem a sua sede e adegas em Pedemonte, ao norte de Verona (Itália), na vila aristocrata projetada por Andrea Palladio no século 16 e conhecida como Villa Sarego. Encontra-se em uma das zonas mais bonitas e temperadas da área de Valpolicella Classica. Em 1967 Giancarlo Begnoni, um enólogo que estudou na prestigiada escola de vinificação em Conegliano Veneto (na província de Treviso) e um grande entusiasta para as técnicas de produção de vinho, assumiu a empresa Santa Sofia, ampliando e melhorando a qualidade de seus produtos graças à introdução de elementos inovadores que combinaram a tradição com a tecnologia moderna. A Santa Sofia se define como uma "pequena empresa, mas que produz grande qualidade". Desde 1996, Villa Santa Sofia foi incluída entre os Sítios do Patrimônio Mundial da UNESCO, juntamente com as outras casas projetadas pelo arquiteto Andrea Palladio.


Falando sobre o Antichello Bardolino 2011, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito a partir das uvas Corvina, Rondinella e Molinara sem passagem por madeira, somente breve passagem de 3 meses em aço inox e depois em garrafa. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e sem cor também se fizeram presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos silvestres, flores e um certo tom de licor ao fundo.

Na boca o vinho tinha corpo médio, taninos finos e boa acidez. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Uma excelente surpresa este vinho italiano que foi comprado em uma promoção no Pão de Açúcar e que fez muito bonito acompanhando uma pizza marguerita. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Enigma Syrah 2014

A Caves Dom Teodósio foi fundada em 1924 por João Teodósio Barbosa, um visionário do seu tempo. Apostando na inovação, levou a empresa ao reconhecimento como uma das pioneiras no comércio de vinho engarrafado, no qual a conhecida marca Teobar é uma referência como a 1ª marca de vinho engarrafado em Portugal. Hoje em dia, a companhia está especializada na produção, engarrafamento, comercialização e exportação de vinhos, espumantes e bebidas espirituosas. A sede, em Rio Maior, no centro de Portugal, inclui instalações produtivas de engarrafamento, serviços comerciais, marketing e administrativo, armazéns de vinho e laboratório bem como o armazém central. Hoje a Caves Dom Teodósio pertence ao grupo Enoport, grupo este que juntou algumas das mais antigas e emblemáticas empresas de vinho portuguesas com reconhecimento nacional e internacional.


Falando sobre o Enigma Syrah 2014, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito com uvas Syrah oriundas da região do Tejo aparentemente sem passagem por madeira. Sem mais delongas então, vamos as impressões.

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e boa limpidez. Lágrimas mais grossas, um pouco mais lentas e ligeiramente coloridas.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutas escuras maduras, especiarias e toques florais e herbáceos.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos redondos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Mais um bom portuga para o dia a dia, também trazido pelo Pão de Açúcar, que aposta neste país para trazer vinhos exclusivos e de bom custo beneficio. Eu recomendo.

Até o próximo!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Coração d'Ouro Tinto 2014

A Real Companhia Velha, produtora deste vinho (em conjunto com a rede televisiva portuguesa SIC, em homenagem a uma novela feita por eles), é a mais antiga e emblemática empresa de vinhos de Portugal, tendo celebrado 258 anos de existência e de atividade ininterrupta ao serviço do Vinho do Porto. Para trás, fica o registo de uma história fabulosa e de um passado glorioso. Para o futuro, permanece a vontade de manter um elevado padrão de qualidade dos seus vinhos e a confiança numa Companhia onde o rigor e a visão de fazer ainda mais história são uma preocupação constante. Desde a sua instituição por Alvará Regio de El-Rei D. José I, em 10 de Setembro de 1756, a importância desta Ex-Majestática Companhia ficou bem patente através dos valiosos serviços prestados à comunidade. Proprietária de algumas das melhores quintas do Douro, a Real Companhia Velha tem sabido preservar e honrar a sua tradição, apostando no futuro, através de um constante processo de modernização e experimentação na Região Demarcada do Douro.


Sobre o Coração d'Ouro Tinto 2014, podemos ainda afirmar que o vinho é um blend de quatro castas típicas da região do Douro, a Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca aparentemente sem passagem por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma coloração violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, espaçadas e coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos maduros com toques herbáceos e de baunilha.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, ótima acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Mais um bom vinho português provado por aqui, este trazido com exclusividade pela rede Pão de Açúcar de supermercados e me cativou pela excelente relação custo benefício. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Rosso Piceno De Angelis 2014

A Tenuta De Angelis, de propriedade da família De Angelis, foi fundada nos anos 50 por Alighiero De Angelis e Ciabattoni Giovanna em uma pequena cidade Piceno, em Cossignano, na região do Marche, na Itália. As décadas que se seguiram foram anos de trabalho intenso e recompensas, sendo somente possíveis com uma adega em Cossignano e 50 hectares de vinhas distribuídas nos municípios de Offida, Castel di Lama e Cossignano. A empresa iniciou a produção com três vinhas históricas de uvas Montepulciano, Sangiovese e Trebbiano. Em 1985, com a chegada na companhia de Quinto Fausti, é construída uma nova adega na cidade de Castel di Lama para o relançamento qualitativo da empresa, passando da imensa quantidade de vinhos para pequenas produções de vinhos de qualidade "DOC" e colocando a empresa na elite dos produtores de vinho da região de Marche. Com a chegada da terceira geração, os netos do fundador, a empresa vai também confirmam seu foco histórico em produções locais, descobrindo duas variedades antigas, Pecorino e Passerina, e em conjunto com outras empresas tornou-se uma defensora da nova Offida DOC para produção de vinho de alto valor tipológico para a região.


Já sobre o Rosso Piceno De Angelis 2014, podemos ainda afirmar que o vinho é um corte das uvas Montepulciano (70%) e Sangiovese (30%) de vinhas que se encontram entre 200 a 350 metros acima do nivel do mar em solo argiloso nos municípios de Castel di Lama e Offida. O vinho também envelhece em silos de aço inoxidável por 4 meses, em seguida, em garrafas por aproximadamente 6 meses antes de ser liberado para o mercado. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho abriu com aromas de frutos vermelhos frescos, flores e leve toque animal e terroso.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, ótima acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era e média para longa duração.

Um ótimo vinho italiano para o dia a dia, foi muito bem com um belo filé a parmigiana no jantar de ontem. O vinho é trazido pela importadora mineira Casa Rio Verde, que também possui um clube de vinhos bem interessante que estou conhecendo e recomendando. Para ter mais informações visitem: VinhoSite e VinhoClube.

Até o próximo!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Perini Brut Champenoise

Os imigrantes Antonio e Giuseppe Perini chegavam ao Brasil trazendo da Itália a arte de transformar a uva em vinho há mais de 130 anos atrás, no entanto, a produção vinícola teve início mais tarde, com João Perini em 1928, quando a partir daí começou a expansão e, gradativamente, o aprimoramento do processo de elaboração em todos os aspectos, desde o cultivo de novas variedades viníferas até o produto final. Foi em 1970 que Benildo Perini, neto de Giuseppe e atual diretor da vinícola, iniciou a transformação do pequeno empreendimento familiar em empresa, engarrafando seu vinho com a marca Jota Pe em homenagem ao seu pai João Perini. Já em Garibaldi, as atividades têm início em 1996, quando a Perini terceiriza uma infraestrutura para elaborar seus Espumantes Casa Perini e no mesmo ano, a marca Casa Perini é lançada também para os vinhos finos da vinícola. Atualmente, a Vinícola Perini conta com 12 hectares de vinhedos localizados em Garibaldi e 80 hectares em Farroupilha, agregando uma área total de 92 hectares. (retirado do site do próprio produtor). Hoje com uma linha muito diversificada, a Vinícola Perini aposta em descomplicar o vinho e trazer para o mercado em todas suas linhas produtos de excelente custo benefício e que tendem a agradar uma vasta gama de paladares do brasileiro.


Sobre o Perini Brut Champenoise, podemos ainda acrescentar que é um vinho espumante feito a partir de uvas Chardonnay e Pinot Noir elaborado pelo Método Tradicional, método este no qual a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa. Vamos as impressões?

Na taça o vinho espumante apresentou coloração amarelo palha com reflexos esverdeados, bom brilho e limpidez. Boa formação de uma perlage fina, consistente e intensa. 

No nariz o vinho espumante mostrou aromas de frutos cítricos, flores, panificação (fermento) e algo de nozes.

Na boca o vinho espumante mostrou bom corpo e bom frescor. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e muito fresco.

Mais um bom vinho espumante nacional degustado por aqui, uma opção bem econômica e que demonstra todo o potencial do sul do país para a fabricação de espumantes. Um vinho espumante que deve cair bem em qualquer ocasião, até pra ser bebido sozinho.

Até o próximo!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O que a legalização da maconha tem em comum com o vinho?

Depois de um período de férias e inatividade por aqui, retorno com muita energia disposto a divulgar e compartilhar com vocês muita coisa interessante por aqui que eu espero que vocês gostem. Logo de cara começamos com uma notícia que é, de maneira geral, sempre envolvida em muita polêmica. Na terça-feira, 8 de novembro de moradores da Califórnia irão votar a Proposição 64 - conhecida como o uso adulto da Lei Marijuana - o que poderia adicionar o Estado mais populoso dos EUA para o crescente número de lugares que permitem a maconha recreativa legal. E essa polêmica não é uma exclusividade americana, países sul americanos, por exemplo, como o Uruguai também discutem este tema a algum tempo. Mas o que isso teria em comum com o vinho, você poderia vir a perguntar. A resposta segue abaixo.

Foto propriedade de Mary Jane Wines

Como o Los Angeles Times escreveu recentemente, a legalização da maconha poderia mesmo ter ramificações interessantes para o outro enorme (e inebriante) ramo da indústria da Califórnia: a indústria do vinho. Um tipo de vinho com infusão de maconha, também conhecido como "green wine" (mas legalmente descrito como um "tinto"), tem sido discutido e produzido como uma "criação moderna", pelo menos desde a década de 1970, mas só saiu de seu "sigilo relativo" nos últimos anos graças ao sistema de uso de maconha medicinal da Califórnia. Segundo ainda o jornal, o primeiro dos "vinhos de infusão de maconha comercialmente disponíveis" da Califórnia é o Canna Vine, descrito como "um produto high-end de maconha que combina maconha e uvas cultivadas organicamente e biodinamicamente, respectivamente, feito com o cuidado e meticulosidade da famosa vinícola Opus One . O preço não é muito longe do Opus One ou seja, leia-se algo entre US $ 120 a US $ 400 por meia garrafa.

Com preços superlativos assim, o "green wine" pode vir a ser extremamente lucrativo para as vinícolas de mente aberta, isso se a Proposição 64 passar (e as pesquisas parecem estar apontando dessa forma). Louisa Sawyer-Lindquist da Verdad Wines, fornecedora do vinho utilizado na produção do Canna Vine já está pensando no futuro: "Eu não tenho idéia de como o mercado vai reagir ao vinho, mas o que eu faço é torna-lo seguro, feita a partir de ingredientes puros e, esperançosamente, delicioso", disse ela em recente entrevista. Enquanto isso, Lisa Molyneux, a proprietária da Santa Cruz, que realmente é quem faz os vinhos, admite que a mistura de álcool e maconha poderia apresentar obstáculos legais adicionais, mas já está conversando com seus advogados sobre o que o futuro pode lhes reservar. Claro, tudo isso depende do que acontece em novembro.

Você leitor que pretende fazer uma visita a região talvez queira considerar esperar um mês antes de reservar as suas férias, seja ela para degustação de vinhos ou para provar diversos tipos de Marijuana em uma viagem de turismo. Muito em breve, você poderá ser capaz de fazer as duas coisas em um fim de semana.


Matéria traduzida e adapatada de http://www.foodandwine.com/fwx/drink/marijuana-wine-california?xid=NL_FWx101816.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Castillo de Liria Bobal Shyraz 2015

A Vinícola Vicente Gandía foi fundada em 1885 em Valência (Espanha). Atualmente é dirigida pela quarta geração da família Gandía. É considerada a maior adega em Valência. Começou produzindo vinhos apenas para os familiares e hoje produz 15 milhões de garrafas por ano. Está entre as 15 melhores vinícolas espanholas e entre as TOP 100 da Europa. Em 2014, foi eleita como a melhor produtora de vinho espanhola pela AWC Vienna e uma das primeiras 50 adegas do mundo pela Best 50 Wineries of the World. Atualmente, a vinícola está presente em 85 mercados internacionais e atua como um embaixador dos vinhos espanhóis no mundo.


Quem está trazendo estes vinhos para o Brasil é a La Pastina, uma das principais importadoras de bebidas e alimentos gourmet do Brasil, presente desde 1947 no mercado, é responsável pela importação e distribuição exclusiva de marcas mundialmente conhecidas, além de contar com um portfólio de mais de 100 itens gourmets com a marca própria La Pastina, oferecendo ao consumidor brasileiro cada vez mais produtos diferenciados de alta qualidade e facilitando a vida daqueles que buscam transformar seu dia a dia em gastronomia. Dentre os rótulos disponíveis no Brasil, temos também os seguintes: Castillo de Liria Branco Viura Sauvignon Blanc Classic; Castillo de Liria Tinto Bobal Shyraz Classic; Castillo de Liria Tinto Cabernet Sauvignon; Castillo de Liria Viura Sauvignon Blanc; Castillo de Liria Tinto Crianza e Castillo de Liria Tinto Reserva.

Sobre o Castillo de Liria Bobal Shyraz 2015, podemos ainda dizer que este vinho tinto é elaborado com as castas Bobal (80%) e Syrah (20%). Após a colheita e seleção, as uvas são fermentadas em tanques de aço inoxidável e não tem passagem por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de média para grande intensidade com excelente brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos maduros, algo de especiarias e toques sutis de flores. 

Na boca o vinho tinha corpo médio, ótima acidez e taninos fininhos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Uma delícia de vinho espanhol para o dia a dia, com preço sugerido em torno dos 30 dinheiros, se torna um best buy, sem dúvidas! Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

LoLo Torrontés Chardonnay 2014

A Família Falasco, produtora do vinho de hoje, tem mais de 70 anos de trajetória vitivinícola, que se iniciou em 1939 com Octavio Rufino Falasco e, em seguida, continuou com seu filho Haroldo Santos Falasco. Conta hoje com a terceira geração da família, na pessoa de Jorge Daniel Falasco, pra dirigir os negócios, sempre com o compromisso de garantir um excelente resultado em seus rótulos. Seus vinhedos estão localizados aos pés da Cordilheira dos Andes, em Mendoza, na Argentina, onde os solos arenosos, irrigados pelas águas puras do degelo, contam com ventos suaves e uma grande amplitude térmica. A combinação de todos esses fatores é que tornam possível a obtenção de vinhos de grande qualidade.


Sobre o LoLo Torrontés Chardonnay 2014, podemos acrescentar que o vinho foi criado especialmente para homenagear Haroldo “Lolo” Falasco, criador da Bodega e um dos enólogos mais renomados do país. Feito a partir das castas Torrontés (talvez a casta branca mais famosa da Argentina) e Chardonnay, aparentemente com alguma passagem em madeira durante a fermentação, sem maiores detalhes, mas eu apostaria na Chardonnay, uma vez que são vinificadas separadas (as castas). Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração amarelo dourado com alguns reflexos esverdeados com bom brilho e boa limpidez. 

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos tropicais e cítricas, flores, mel e algo ainda de baunilha ao fundo.

Na boca o vinho mostrou corpo médio com uma boa acidez. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Um bom vinho argentino para o dia a dia, alegre e fresco com um corte inusitado, que vale a pena conhecer. É mais um vinho do Clube de Vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Finca Zalameña Chardonnay 2014

A Bodegas Verduguez, produtora do vinho em questão, é uma empresa familiar (atualmente na quarta geração), na cidade de Villanueva de Alcardete, na parte oriental da província de Toledo, na fronteira com a província de Cuenca. A Bodega está registrada no Conselho Regulador da DO La Mancha que apoia e destaca a alta qualidade de seus vinhos. A adega atual foi fundada no mesmo ano em que foi construída, 1950, só que com outro nome. A partir de 1994 o atual presidente, Miguel Angel Verduguez Morata, num claro compromisso com a qualidade, começou a mudar a produção de vinhos tintos e brancos, e ao invés de vendê-los a granel, passou para o desenvolvimento de vinhos varietais puros com a preparação e caracterização necessária para atender às necessidades do mercado.


Sobre o Finca Zalameña Chardonnay 2014, podemos ainda acrescentar que é um vinho 100% Chardonnay aparentemente sem qualquer passagem por madeira. Vamos ver o que este vinho nos mostrou?

Na taça o vinho apresentou coloração amarelo palha com reflexos esverdeados com bom brilho e ótima limpidez. Lágrimas finas, rápidas e sem cor também se fazem notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutas como pêssegos e abacaxi além de um leve toque de mel.

Na boca o vinho apresentou corpo médio e uma ótima acidez. O retrogosto confirma o olfato e adiciona um quê mineral.

Mais um excelente vinho espanhol que provo por aqui, ainda mais se levando em conta o custo benefício. Foi levado a um restaurante japonês para acompanhar esta culinária e não decepcionou. Eu recomendo, e muito, a prova do vinho. É mais um vinho do Clube de Vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!