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Friday, June 29, 2018

Ribeiro Santo Pinha 2016

A Quinta do Ribeiro Santo localiza-se na freguesia de Oliveira do Conde, concelho de Carregal do Sal, na região demarcada do Dão, em Portugal. A Quinta do Ribeiro foi outrora propriedade do pároco da freguesia. Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando inicio ao primeiro vinho engarrafado com o seu nome na colheita de 2000. A Região Demarcada do Dão é uma das mais antigas Regiões Vitivinícolas de Portugal, que data de 1908. Localizada no centro de Portugal, em região montanhosa que vai dos 400 aos 700m de altitude, tem como ponto de referência a Serra da Estrela, a mais alta de Portugal continental. O seu nome vem do rio que a atravessa, o Rio Dão. As características dos vinhos são fortemente marcadas pelo terreno granítico e pelo facto de as vinhas se encontrarem inseridas em florestas de pinheiros e eucaliptos.



Sobre o Ribeiro Santo Pinha 2016, podemos ainda afirmar que é um vinho feito a partir das uvas Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz (nativas de Portugal). Toda a vinha encontra-se em regime de produção integrada demonstrando a grande preocupação com as questões ambientais. A conjugação de práticas culturais associadas à utilização criteriosa de produtos biológicos respeitadores do ambiente origina produções equilibradas. Não passa por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, pinho, flores e toques de especiarias.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos domados. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Mais um ótimo portuga para o dia a dia, que surpreende pela qualidade aliada a um bom preço. Eu recomendo a prova. Harmonizou com um bom seriado da Netflix. É trazido ao Brasil pela Winebrands.

Até o próximo!

Monday, November 6, 2017

Pedra Cancela Castas Nativas Touriga Nacional & Alfrocheiro 2012

Eis que me vejo novamente as voltas com vinhos portugueses, que cada vez mais tem feito parte do meu dia a dia, ainda mais tendo em vista que agora conheço um pouco mais da cultura patrícia "in loco" e a admiro cada dia mais. Sendo assim, falaremos hoje do Pedra Cancela Castas Nativas Touriga Nacional & Alfrocheiro 2012.


A Quinta Pedra da Cancela é fruto da paixão pelo vinho da família Gouveia. A exploração vitivinícola é uma atividade da família há várias gerações, no inicio entregavam as suas uvas na Adega Cooperativa. Em 1999, com o final dos estudos superiores em Viticultura e Enologia de João Paulo Gouveia, filho de João Coelho Gouveia, decidem criar o seu próprio vinho. Reestruturaram-se as vinhas, adquiriram-se outras e edificou-se uma adega moderna e com apurada tecnologia, tudo isto respeitando a cultura da região demarcada do Dão. Em 2014 a denominação da empresa passou a ser Pedra Cancela Vinhos do Dão Ltda. A Quinta, de aproximadamente 8 hectares, encontra-se em Oliveira de Barreiros, em Viseu, considerada a capital da região do Dão.

Sobre o Pedra Cancela Castas Nativas Touriga Nacional & Alfrocheiro 2012 podemos ainda afirmar que é um vinho feito a partir das castas Touriga Nacional e Afrocheiro com amadurecimento em barricas de carvalho por 6 meses além de envelhecimento de 3 meses em garrafa para posterior liberação ao mercado. Vamos então as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos maduros, especiarias e leve toque floral. Ao fundo também podíamos notar notas de baunilha e tostado.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos redondos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Mais um excelente vinho português que provamos por aqui, este vindo do dão e que foi comprado numa promoção por aproximadamente 55 reais. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

Tuesday, September 19, 2017

Comenda Grande Tinto 2014

A exploração agrícola da Comenda Grande, produtora do vinho de hoje, foi iniciada por Maria José de Almeida Margiochi, neta de José Maria Eugênio de Almeida (hoje Fundação Eugênio de Almeida). Herdada pela senhora D. Maria Madalena de Noronha e seu marido D. João de Noronha, esta exploração agrícola de referência da casa Margiochi é hoje continuada por sua filha Maria de Lourdes S.A. de Noronha Lopes, pelo seu marido Eng. António Lopes e pelos filhos, compreendendo uma área de 750 hectares. Na vinha instalada, em que cerca de 36 hectares são castas tintas e 7 hectares castas brancas, privilegiaram-se as castas mais marcantes do Alentejo – Trincadeira e Aragonez nas tintas e Arinto e Antão Vaz nos brancos mas existem outras tais como Alfrocheiro, Tinta Caiada, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional, Syrah e Baga nas tintas, bem como Verdelho, Sauvignon Blanc e Roupeiro nas brancas. A Comenda Grande está sediada em Arraiolos, Alentejo, Portugal.


Falando sobre o Comenda Grande Tinto 2014 especificamente, podemos acrescentar que é um vinho feito a partir de um corte das uvas Aragonez, Alicante Bouschet e Trincadeira complementadas por Syrah, Tinta Caiada, Alfrocheiro e Cabernet Sauvignon. Após a fermentação o vinho passa por amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho francês e envelhecimento em garrafa de 6 meses. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com ligeiro halo granada, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também faziam parte do conjunto visual.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, especiarias doces, baunilha e flores.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, acidez na medida e taninos macios e redondos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Mais um bom vinho português degustado e aprovado por aqui que vale a prova, eu recomendo.

Até o próximo!

Wednesday, January 4, 2017

Vinha do Monte Tinto 2013

A grandeza do Alentejo inspirou esta determinada aposta da Sogrape na Herdade do Peso, produtora do vinho de hoje, no conselho da Vidigueira, numa zona exclusiva onde os diversos microclimas e relevos atípicos criam uma rica e impressionante variedade de terroirs. A essência deste Alentejo mais profundo é revelada nos vinhos, extraída com paixão por quem trabalha cada palmo desta terra. A Sogrape Vinhos é uma gigante do mundo do vinho Português, que nasceu da vontade e ousadia de um grupo de amigos que, no difícil ambiente econômico e político de 1942, decidiram apostar forte no talento de um homem visionário para criar e desenvolver uma empresa de vinhos diferente, inovadora, capaz de divulgar e impor os vinhos portugueses nos mercados internacionais. A verdadeira dimensão da Sogrape dos nossos dias exprime-se na amplitude e no peso do seu portfólio.


Falando agora do Vinha do Monte Tinto 2013, o vinho é um típico blend de uvas portuguesas, a saber: Aragonez, Alfrocheiro, Alicante Bouschet, Syrah e Trincadeira. Tudo bem que vocês irão dizer que a Syrah não é uma casta portuguesa e sim, vocês estão corretos, mas como a grande maioria é, juntei todas em uma mesma frase e espero que vocês não se importem. O vinho estagiou em cubas de aço inox durante cerca de 6 meses e depois foi liberado ao mercado. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas ligeiramente coloridas e finas, também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros e vermelhos, flores e leve toque de especiarias.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Um bom vinho português, fácil de beber e que olha, cabe no bolso. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

Wednesday, March 30, 2016

Pedra Cancela Seleção do Enólogo 2010

E eis que estamos as voltas com mais um belo exemplar português por aqui, este, da região do Dão. Eu sou muito suspeito pra falar sobre vinhos portugueses, mas, seja pelo motivo que for, a questão é que eu bebo muito vinho português. Seja pela descendência (afinal todos temos um pouco de sangue português na nossa família e eu, mais ainda, tenho uma portuguesa de carteirinha em casa), seja pela relação preço-qualidade ou mesmo por que eu adoro os vinhos portugueses. E hoje nos vemos as voltas com o Pedra Cancela Seleção do Enólogo 2010. Vamos ver o que descobrimos sobre ele?


Os vinhos Pedra Cancela, da região demarcada do Dão, são produzidos pelo Engenheiro João Paulo Gouveia. Os vinhos representam bem a sua origem do Dão, vinhos intensos, elegantes e com muito carácter. A Quinta, de aproximadamente 8 hectares, encontra-se em Oliveira de Barreiros, em Viseu, considerada a capital da região do Dão.

Já sobre o Pedra Cancela Seleção do Enólogo 2010, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito a base das uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro. Além disso, este vinho passa por 16 meses de envelhecimento em barricas de carvalho francês e americano. Vamos então as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com algum brilho e alguma limpidez. Lágrimas finas, rápidas e quase incolores também faziam parte do aspecto visual.

No nariz o vinho mostrou aromas de frutos vermelhos, especiarias, flores e leve toque mineral.

Na boca o vinho o vinho mostrou corpo médio para encorpado, belíssima acidez e taninos sedosos. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e saboroso.

Um ótimo vinho português, delicioso e fácil de beber. Para harmonizar, fomos de bacalhau assado na brasa com batatas aos murros, prato composto de postas de bacalhau com batatas, molho de cebola com alho e azeite. Aliás, como fui relapso. Degustamos o vinho e o bacalhau no restaurante já famoso por aqui, o Ora Pois Restaurante. Eu recomendo a prova, do vinho e, se já não tiveram a oportunidade de conhecer o Ora Pois, recomendo também o restaurante.

Até o próximo!

Friday, February 19, 2016

Titular Reserva Tinto 2012: Portuga de bom custo benefício!

O vinho é produzido pela Caminhos Cruzados, que nasces pela iniciativa e vontade de Paulo Santos, natural de Nelas, que, determinado a regressar às suas origens para investir no mundo do vinho, decide transformar uma antiga empresa agrícola numa moderna empresa produtora e engarrafadora de vinhos. A filosofia da empresa baseia-se na produção de vinhos de qualidade, com uma vertente de tradição aliada ao modernismo e constante diferenciação que o mercado exige. Os seus vinhos são feitos a partir de uvas de produção própria e de produtores selecionados, reconhecidos pela sua qualidade e excelência de castas, todos na região do Dão. A Caminhos Cruzados resulta da união de ideias e projetos, e promete ajudar a voltar a pôr no mapa o nome de Nelas como terra de vinhos de qualidade. Sua propriedade, chamada de Quinta da Teixuga, é uma propriedade com cerca de 30 hectares. Está situada em pleno coração da Região do Dão, sendo rodeada por maciços montanhosos, como a Serra da Estrela e Caramulo. Composta por várias parcelas de floresta e vinha, a propriedade é um espaço onde o contacto com a natureza é privilegiado. Nas parcelas de vinhas da “Teixuga”, algumas com idades médias de 50 anos, podemos encontrar as melhores castas da região do Dão como as tintas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen e Alfrocheiro; além das brancas Malvasia-Fina, Encruzado e Bical.


Sobre o Titular Reserva Tinto 2012, podemos ainda acrescentar que é um vinho produzido a partir das castas autóctones Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz com estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês (50% novas e 50% 1º ano e 2ºano). Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma coloração rubi violácea de média para grande intensidade. algum brilho e boa limpidez. Lágrimas finas, rápidas e incolores também se fizeram presentes.

No nariz o vinho mostrou aromas de frutos escuros, flores, baunilha e leve toque mineral ao fundo. Toques tostados com algum tempo em taça.

Na boca o vinho tinha corpo médio, excelente acidez e taninos macios e sedosos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Para acompanhar, minha esposa aprontou um belo jantar com direito a medalhão de miolo de alcatra ao molho de vinho tinto e cogumelos puxados no azeite e manteiga. Que delícia, estou salivando só de lembrar. A inspiração para esta receita veio com o Chef Guga Rocha, que dentre outras atribuições, faz parte do programa Homens Gourmet. 

Enfim, precisa falar mais alguma coisa? Bom vinho português para o dia a dia que acompanhou dignamente o jantar. Eu recomendo a prova. Em tempo, o vinho é trazido pelo Oba Hortifruti e foi indicação do amigo Alexandre Frias, do blog Diário de Baco.

Até o próximo!

Tuesday, May 26, 2015

José Maria da Fonseca Terras Altas Dão 2012

Hoje é dia de garimpar vinhos com bom custo benefício por aqui e começamos, vejam só, com um vinho de um país que eu sempre defendi como berço dos melhores vinhos com relação custo benefício existentes no mercado nacional, que é Portugal. Qual o vinho? O vinho escolhido é o José Maria da Fonseca Terras Altas Dão 2012.


Falar da José Maria da Fonseca é um tanto quanto difícil dado seu tamanho, importância e história no mundo do vinho de Portugal. Para se ter uma ideia, a empresa foi fundada em 1834 e a sua marca mais famosa de vinhos, a Periquita, lançada ainda em 1850. Nem mesmo a morte do fundador, o Sr. José Maria da Fonseca ainda em 1884, fez com que seu legado se perdesse e a família assumiu a empresa, desde então. A partir daí, diversas novas marcas e produtos foram lançados tanto no mercado português como também nos mercados internacionais (o Brasil incluído). Hoje é um dos líderes nas áreas da produção e comercialização de vinhos de mesa e generosos, encontrando-se as suas marcas presentes em mais de 70 países, possuindo mais de 30 marcas, distribuídas por vinhos de mesa, generosos e licorosos, e por cinco regiões: Península de Setúbal, Alentejo, Douro, Dão e Vinhos Verdes.

Sobre o Terras Altas Dão 2012, podemos ainda acrescentar que sua produção foi iniciada nos anos 50, sendo que nesta época, o engarrafamento era feito em sua adega na região do Dão, em Alcafache. Mais tarde, em 1996, todo o processo de envelhecimento e engarrafamento foi transferido para as instalações em Vila Nogueira de Azeitão. É produzido a partir das castas Jaen, Alfrocheiro e Touriga Nacional. Cerca de 10% do vinho tem uma breve passagem por carvalho francês novo. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma coloração rubi violácea de grande intensidade, bom brilho e limpidez. Algumas poucas lágrimas, finas, rápidas e incolores se fizeram notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, baú velho e especiarias. Ao fundo, algo de folhas secas também.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos marcados, mas de boa qualidade. Retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Agora a melhor notícia: este vinho custou exatos 23,90 dinheiros no Pão de Açúcar da Eng. Caetano Álvares, zona norte de São Paulo. Por esse preço e dada a qualidade que o vinho apresentou, existe alguma duvida de que é um vinho de bom custo benefício? Eu tenho certeza que não e recomendo a prova.

Até o próximo achado!

Thursday, December 8, 2011

Viagem a Bento Gonçalves (Vale dos Vinhedos) - Vinícola Miolo

Mais uma vez eu decidi que era hora de ser guloso e de conhecer uma gigante do mundo vitivinícola nacional, a Vinícola Miolo. A vinícola dispensa apresentações, mas supondo que alguém que nos lê ainda não conheça, a Miolo Wine Group é lider do mercado nacional no segmento de vinhos finos (segundo a própria) com cerca de 40% de share. A empresa tem projetos em diversas regiões, dentro e fora do Brasil, e produz uma grande gama de rótulos/produtos. Sua história, em minha humilde percepção, se confunde com parte da vitivinicultura no Brasil, e também acaba se tornando referência de qualidade dentro do mercado nacional.





A estrutura da vinícola no Vale dos Vinhedos é enorme, e eles já tem "roteiros" prontos para recepção de turistas. Os grupos são divididos e de tempos em tempos levados para a visitação. Nós fomos selecionados no grupo que seria acompanhado pelo enólogo Vinícius. O tour se iniciou num local onde eles mantém diversos parrerais que eu apelidei de "didáticos" pois os mesmos não são de grandes proporções e não são utilizados para vinificação, somente para explicações aos turistas durante a visitação. Depois fomos levados a área de produção propriamente dito, onde nos fora apresentado os antigos tanques de madeira utilizados para fermentação, que atualmente foram substituídos por modernos tanques de inox com temperatura controlada e assim por diante. Se compreendi corretamente nesta planta são produzidos em sua maioria espumantes pelo método tradicional (na proporção de 80%) enquanto que os vinhos tintos são responsáveis pelos outros 20% da produção, mas que as demais unidades do grupo seriam responsáveis pelos demais vinhos. A seguir fomos apresentados as caves de envelhecimento, onde ainda segundo o Vinícius, as barricas tem uma vida útil de 5 anos para utilização do envelhecimento de vinhos e depois são utilizadas para outras finalidades (outras bebidas). Uma última informação interessante é que a vinícola também não vinifica seus vinhos mais top em anos em que não considera a safra satisfatória.


Após todo o passeio pelas instalações, fui surpreendido com a parte mais diferenciada da visitação: iríamos participar de um rápido curso de degustação orientado pelo próprio Vinícius. Durante esta aula, o Vinícius nos mostra como segurar a taça, quais os sentidos usar em cada etapa da degustação e assim por diante. Não vou comentar sobre todos os vinhos que degustamos, como de costume, vou colocar alguns destaques que me surpreenderam positivamente: o espumante Brut Cuvée Tradition, bastante cremosidade e persistência na boca, muita fruta branca e excelente acidez e frescor, tem a cara dos dias de mais calor, de festa e de comemorações e o tinto Quinta do Seival Castas Portuguesas, bastante corpo, taninos domados, muita fruta, flores e especiarias, muita qualidade e aparentemente de bom custo benefício (a confirmar). Para finalizar a visita, passamos na lojinha da vinícola e trouxemos algumas coisinhas de volta.




Era hora de mais uma despedida, a viagem estava acabando, mas algumas boas surpresas ainda estavam nos aguardando. Fiquem conosco.


Até o próximo!