quarta-feira, 12 de junho de 2019

Precisamos desacelerar: Esporão, Mais Devagar

Confesso que a vida de uma volta de 180 graus ultimamente e com isso, tenho lidado com muita ansiedade e necessidade de urgência. E eu sei que isso não faz bem pra saúde, e que é necessário desacelerar, diminuir o ritmo ou algo sério pode acontecer. E coincidência ou não, encontrei uma campanha sobre o assunto, relacionado ao mundo dos vinhos, que trago abaixo:

Slow Forward: nova campanha do Esporão incentiva um estilo de vida mais tranquilo


Estudo realizado pela Universidade Católica Portuguesa concluiu que metade da população gostaria de adotar um estilo de vida mais calmo, o que resultou no manifesto ‘Mais. Devagar.’

Quem abranda tende a ser mais feliz’: essa é a nova campanha da Herdade do Esporão, uma das mais importantes empresas de vinhos em Portugal, que inicia um novo ciclo de comunicação da vinícola e de suas marcas, com o objetivo de promover o debate na sociedade sobre a necessidade de ‘ir mais devagar’ nos dias atuais. 

A partir da filosofia da marca, o Esporão desafiou a Universidade Católica Portuguesa para o desenvolvimento de um estudo sobre estilo de vida, que resultou no manifesto denominado ‘Slow Forward’ (‘Mais. Devagar’, em português), que a partir de agora acompanhará a assinatura da marca Esporão, com o propósito de incentivar e inspirar as pessoas a procurarem ritmos de vida mais equilibrados e que resultem num maior bem-estar.

O resultado do estudo, divulgado pelo Professor Ricardo Ferreira Reis, diretor do Centro de Estudos Aplicados da Católica Lisbon School of Business & Economics, permitiu concluir que 82,2% dos portugueses, dos 60% que não adotam um estilo de vida calmo, desejam fazê-lo. Por outro lado, os que têm um estilo de vida tranquilo passam mais tempo fora do trabalho, fazem mais atividades exteriores e são melhores gestores de tempo, apresentando níveis de foco mais elevados. A análise indica que a boa gestão de tarefas, mais tempo livre para as relações familiares e sociais são os indicadores que mais contribuem para o bem-estar geral.

O manifesto sinaliza uma reflexão sobre o propósito da empresa, além de uma contribuição para mitigar os problemas que afetam o mundo, cada vez mais apressado e menos humano. Desenvolvida pela agência holandesa Kessels Kramer, a campanha - internacional e multimeios - é complementada com relações públicas e produção de conteúdos em diversas plataformas, redes sociais e até um site próprio: www.maisdevagar.com.

“Esta campanha é um desafio a todos nós, questionando a obsessão da sociedade moderna em querer fazer tudo mais depressa. Quando, pelo contrário, abrandar traz-nos mais felicidade. No Esporão, seguir o ritmo da natureza em nossa produção é algo que já nos guia. Para nós, devagar é melhor”, conclui Catarina Santos, diretora de marketing do Esporão.



 MANIFESTO

Vivemos no tempo da pressa. Crescemos depressa. Trabalhamos depressa.
Comemos, bebemos, dormimos depressa.
Esquecemos depressa o que vemos depressa. E quando lemos, lemos depressa.
Amamos depressa. Fartamos depressa. E quando não enviamos emojis, escrevemos dprs.
Depressa não é para a frente. É só… urgente.
Depressa é à pressa.

Nós somos da terra do devagar.
Devagar tem outro sabor. Devagar é melhor.
Devagar tem respeito.
Devagar é um talento, e vai longe.
Sim, vivemos no tempo da pressa. Mas se tudo o que fizermos for para ontem, o que acontece a hoje e ao amanhã?

Há várias maneiras de andar para a frente. Esta é a nossa.
Esporão.
Mais. Devagar.

MANIFESTO EM VÍDEO AQUI.

Sobre o Esporão: Fundado em 1973 por José Roquette e Joaquim Bandeira, o Esporão é uma das mais importantes empresas de vinhos em Portugal. Determinante na afirmação nacional e internacional do Alentejo, o Esporão é também hoje um embaixador da cultura Portuguesa, desenvolvendo a sua atividade dentro dos limites da sustentabilidade e construindo relações próximas com clientes e consumidores em todo o mundo. 

Os produtos Herdade do Esporão são importados no Brasil em exclusividade pela Qualimpor: www.qualimpor.com.br.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Dia dos Namorados: Mais amor (e mais vinho), por favor

Um vinho para amadores e para amantes: essa é a proposta dos rótulos I heart, que chegam ao Brasil para embalar os apaixonados, os encontros com os amigos, o date ou aquele momento em que tudo o que se quer é curtir a própria companhia.

Por aqui, desembarcaram quatro versões – um tinto, um branco, um rosé e um prosecco – que vêm em rótulos cheios de amor, trazendo em destaque o nome da uva que compõe o vinho.


E a experiência de consumo do I heart vai além dos seus aromas e sabores: a charmosa garrafa pode virar peça de decoração e também harmonizar perfeitamente com aquele close certeiro que vai direto para as redes sociais.

Leve e refrescante, o branco I heart Sauvignon Blanc tem um toque picante de dar água na boca. Se a ideia é harmonizar a dica é: experimente.Ouse. Com carne levemente apimentada ou uma saladinha com salmão defumado e abacate vai ficar uma delícia.

Ouse também nas combinações com o tinto I heart Cabernet Sauvignon. Ele é versátil e democrático, podendo combinar ou descombinar (aka ‘harmonizar por contraposição’) com o menu ou, ainda, ser apreciado sozinho.


Para sentir estrelas no céu da boca, escolha o I heart Prosecco. Suas borbulhas são perfeitas para acompanhar petisquinhos e frutos do mar. La vie en rose na taça, que tal? Então opte pelo I heart Rosé! Fresquinho e jovem, fica delicioso com salmão.

A regra é consumir sem regras – mas com responsabilidade! Como o amor.

Os vinhos I heart podem ser encontrados em supermercados, lojas de vinho e empórios. Tinto, branco e rosé têm preço médio para consumidor final de R$ 59,90, e o Prosecco R$ 110,00.

#Iheart #iheartvinho #cantuimportadora #ch2a

Cantu Importadora - (11) 2144-4464 | www.cantuimportadora.com.br

quarta-feira, 24 de abril de 2019

The 7 Deadly Zins 2016

Michael, David e a região de Lodi, na Califórnia tem uma relação de longa data; é considerado a casa de ambos a seis gerações e a Michael David Winery, ainda de gestão familiar, continua comprometida com a terra, a comunidade e o espírito de sua cidade natal. A família cultiva este solo desde 1850 e cultiva uvas para vinho desde o início do século XX. São os produtores de uva da 5ª geração que criaram suas famílias nas vinhas, e agora a 6ª geração se juntou à equipe, o filho de Mike, Kevin e a filha Melissa. Sua coleção não convencional de vinhos é cultivada com responsabilidade, de acordo com as Regras de Lodi, um conjunto de mais de 100 padrões que explicam todos os aspectos da produção de vinho de qualidade de maneira sustentável: ambiental, social e econômica. Seu legado familiar e amor por Lodi direcionam o foco para a sustentabilidade.


Falando um pouco mais detalhadamente do The 7 Deadly Zins 2016, podemos afirmar que o vinho é feito com uvas Zinfandel de vinhas velhas da região de Lodi, na Califórnia e um pequeno toque de Petite Sirah. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com algum brilho e limpidez. Lágrimas mais gordinhas, lentas e bem coloridas estavam fazendo a festa também.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos e negros, especiarias, chocolate e toques de fumaça. 

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Provavelmente vocês já estavam sentindo falta de um Zinfandel por aqui, afinal, eu tenho uma afeição especial por esta casta/estes vinhos. Ai está, veio na mala, diretamente do país do Tio Sam e vou dizer, é uma delicinha. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

terça-feira, 23 de abril de 2019

Convento de Tomar Reserva 2013

A Herdade dos Templários é uma quinta vitivinícola familiar que se dedica à produção e comercialização de vinhos de qualidade desde 1989 em Valdonas, Tomar, na região do Tejo em Portugal. As vinhas estão plantadas em solo profundo de origem xistosa e argilo-calcária, seco à superfície e rico em água na transição para o subsolo. Dotadas de rega gotejamento, para controlar o nível de stress hídrico, as vinhas apresentam sistemas de condução que garantem a exposição solar e arejamento necessários para maturações mais equilibradas e uvas de alta qualidade assentes numa seleção das melhores castas regionais, nacionais e internacionais. Uma perfeita conjugação entre a tradição, a tecnologia e o know-how aliados a uma rigorosa seleção de castas e à arte de vinificar na própria adega as suas próprias uvas, sob o controle de uma experiente equipa técnica liderada pelo enólogo Hernâni Canavarro, tem permitido produzir em pequena escala, grandes vinhos. As medalhas e distinções obtidas nos mais conceituados concursos e revistas nacionais e internacionais corroboram perante o mercado a qualidade e consistência de seu néctares.


Falando sobre o Convento de Tomar Reserva 2013, podemos ainda acrescentar que o vinho é um corte de uvas típicas de Portugal e internacionais, a saber: Touriga Nacional (50%), Cabernet Sauvignon (25%) e Syrah (25%). Tem passagem de 6 meses em barricas de carvalho (novas e usadas) para afinamento. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos negros, especiarias e flores. Ao fundo, algo de defumado também se fazia notar.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos redondinhos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Mais um vinho da terrinha provado e aprovado por aqui, ó pá! Esse vinho me foi apresentado pelo Winelands Clube do Vinho, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

quarta-feira, 17 de abril de 2019

The Velvet Devil Merlot 2016

Hoje falaremos de um vinho que pode ser considerado inusitado, partindo do seu pai, Charles Smith, até o rótulo "chamativo", cujos conceitos sugerem sabor e combinação de vinhos, e cada obra original é uma colaboração de Charles e seu amigo de longa data, o artista Rikke Korff. Além disso, é oriundo de uma região que pouco falamos por aqui, Washington State, nos Estados Unidos. Vamos ver o que podemos falar sobre ambos, o vinho e seu produtor?


Poucos produtores de vinho têm uma história parecida com Charles Smith. Embora ele tenha nascido e crescido a uma hora de Napa Valley, CA, Charles não descobriu seu amor pelo vinho até se mudar para a Europa. Enquanto vivia no exterior, ele agenciou várias bandas de rock, incluindo a famosa dupla dinamarquesa The Raveonettes. E foi exatamente esta vida "rock n'roll" de estrada e muitos jantares regados a vinho que nele despertou esta paixão. Em 1999, durante uma viagem a Walla Walla, WA, Charles conheceu um produtor de vinhos que o convenceu a começar a fazer seu próprio vinho, fiel à sua própria história e visão. E em 2001, Charles criou a Charles Smith Wines e lançou 330 caixas de sua primeira safra. Oito anos depois, ele seria nomeado Enólogo do Ano pela revista Food & Wine e novamente em 2014, pela Wine Enthusiast. O conhecimento e o respeito de Charles pelas técnicas de vinificação do velho mundo, juntamente com seu compromisso com a forma como as pessoas realmente bebem vinho, são o que tornam seus vinhos tão únicos. Seus tintos são submetidos a longas macerações de 30 dias ou mais nas peles. Para os brancos, ele abdica da battonage, e eles são filtrados por estabilidade.

Falando agora do The Velvet Devil Merlot 2016, podemos ainda acrescentar que o vinho tem em sua composição 89% de Merlot, 10% de Cabernet Sauvignon e 1% Malbec, todas uvas provenientes de Washington State. Não encontrei informações sobre passagem por madeira mas suas características, que serão descritas a seguir, sugerem que houve tal passagem. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma bonita coloração violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e com alguma cor também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, tabaco, cassis, chocolate amargo e toques de mineralidade (algo entre grafite e cedro).

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos aveludados. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Um ótimo vinho que tem tudo pra acompanhar carnes, hambúrgueres e pratos "típicos" americanos. Diz a lenda que Charles Smith resolveu apostar neste vinho e principalmente na casta Merlot em contrapartida ao sentimento negativo que o filme "Sideways"gerou sobre a casta. Verdade ou não, recomendo a prova.

Até a próxima!