quarta-feira, 20 de junho de 2018

Champanhe para se beber no espaço, ele existe!!

Nenhum ser humano esteve na lua desde 1972. Talvez porque seja um longo voo para lá, ou talvez por que o álcool não viaje bem em naves espaciais? Felizmente, algumas marcas presunçosas têm trabalhado arduamente tentando preencher esse vazio. No início deste ano, uma cervejaria australiana lançou uma campanha de crowdfunding para concluir o trabalho em uma garrafa de cerveja que pode ser bebido no espaço. Mas para aqueles que preferem beber mais do que uma Bud (outra marca que se comprometeu com viagens interplanetárias), a produtora de Champanhe Maison Mumm prometeu que vai revelar uma garrafa de Champanhe feita para se beber no espaço.


Programado para ser lançado em setembro, o Mumm Grand Cordon Stellar é anunciado como “um avanço revolucionário da tecnologia que possibilita que astronautas e outros viajantes espaciais desfrutem de Champanhe no ambiente desafiador da gravidade zero”. Claro, isso é mais fácil dizer do que faze-lo na prática. No entanto, a Mumm afirma que a nova garrafa é o resultado de uma parceria de três anos com uma startup de design focada especificamente em objetos para uso no espaço chamada Spade. "Em vez de ver a gravidade zero como um problema a ser resolvido, olhamos para isso como uma possibilidade de projeto", disse o fundador da Spade, Octave de Gaulle. “O grande desafio de design para o Mumm Grand Cordon Stellar foi realmente tirar o líquido da garrafa.”

Para resolver esse problema, a garrafa com gravidade zero aparentemente utiliza o próprio gás natural do Champagne “para expelir o líquido em uma estrutura em forma de anel, onde ele é concentrado em uma gotícula de bolhas” que “pode ser passado para alguém e liberado o ar, onde flutua até se juntar em um vidro especialmente projetado ”, explica Mumm.

Se isso soa estranho, a explicação fica ainda mais estranha. Aparentemente, essas “gotículas” têm a aparência de “uma bola de espuma efervescente” até que ela entre na boca do consumidor, onde então retorna a uma forma mais líquida. "É uma sensação muito surpreendente", disse o enólogo da Mumm, Didier Mariotti. “Por causa da gravidade zero, o líquido reveste instantaneamente todo o interior da boca, ampliando as sensações gustativas. Há menos efervescência e mais redondeza e generosidade, permitindo que o vinho se expresse plenamente. ”

Por sorte, a Mumm facilita muito a visualização desses brindes de champanhe com um vídeo filmado em um vôo de teste de gravidade zero. Veja abaixo:


Embora a coisa toda claramente tenha todas as características de um golpe de publicidade, a Mumm sugere que seu novo Grand Cordon Stellar “deve ser servido em breve para os participantes nos voos de gravidade zero organizados pela Air Zero G, enquanto as discussões estão em andamento para fornecê-lo no futuro para missões no espaço e vôos espaciais comerciais. ”E sejamos honestos, se você tem dinheiro para voos comerciais, provavelmente está acostumado a beber muito champanhe… então essa pode ser a inovação que você estava esperando.

Até o próximo!



Matéria original veiculada em www.foodandwine.com/news

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Russolo Refosco Dal Pedunculo Rosso IGT 2012

Por mais de um século a história da família Russolo foi entrelaçada com o mundo da enologia. Tudo começou no final dos anos 1800, quando Giovanni Russolo ficou conhecido como produtor de vinho na região de Pordenone. Nos anos 60, Rino Russolo tornou-se o protagonista de importantes páginas da história do vinho italiano. A empresa toma forma na atual dimensão, em 1974, quando Iginio, juntamente com sua esposa Sonia, dá vida a sua nova atividade. Com a compra de vinhas em San Quirino, que ocorreu em 1990, a quarta geração entra no modo de operação da Companhia e com o apoio e Antonella Rino vai enfrentar novos desafios. No início de 2000, a Russolo deixou suas antigas instalações para se mudar para a nova vinícola San Quirino, construída no centro da empresa principal chamada Ronco Calaj, uma cidade na parte superior do Friuli Ocidental caracterizada por uma notável proximidade com as Dolomitas de Pordenone.


Falando agora do Russolo Refosco Dal Pedunculo Rosso IGT 2012, podemo afirmar ainda que o vinho é feito com 100% de uvas Refosco oriundas do vinhedo Ronco Calaj, maior em tamanho e importância para a vinícola. No final da fermentação, o vinho é mantido em barris de carvalho francês e americano por cerca de 12 meses. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, balsâmico, herbáceo com ligeiro toque especiado. Ao fundo de taça era possível notar toques tostados.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos marcados. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Um bom vinho italiano, diferente do usual e com uma uva que não é muito difundida por aqui. De qualquer maneira eu recomendo a prova. Este é mais um vinho do clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Alabastro Reserva 2014

A Bacalhôa Vinho de Portugal, produtora do vinho de hoje, dispensa muitas apresentações. É uma das gigantes do mundo do vinho, conhecida e presente no mundo todo com belos caldos, desde os mais simples até seus vinhos premium. De qualquer maneira, é sempre bom darmos uma injeção de ânimo na nossa memória e trazer um pouco da história de sucesso desta empresa aqui para os leitores do blog. A Bacalhôa Vinhos de Portugal existe desde 1922, inicialmente sob a designação de João Pires & Filhos, tendo se desenvolvido ao longo dos anos com uma vasta gama de vinhos que lhe granjeou uma sólida reputação e a preferência de consumidores nacionais e internacionais. Ganhou um grande impulso com a parceria com o Grupo Francês Lafitte Rothschild e a aquisição de propriedades como a Quinta do Carmo, por exemplo. Está presente em 7 regiões vitícolas portuguesas (Alentejo, Península de Setúbal (Azeitão), Lisboa, Bairrada, Dão e Douro), com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vínicos (adegas), a empresa distingue-se no mercado pela sua dimensão e pela autonomia em 70% na produção própria. Com uma capacidade total de 20 milhões de litros e 15.000 barricas de carvalho, a Bacalhôa Vinhos de Portugal prossegue a sua aposta na inovação no setor, tendo em vista a criação de vinhos que proporcionem experiências únicas e surpreendentes, com uma elevada qualidade e consistência.


Falando agora um pouco do Alabastro Reserva 2014, podemos ainda afirmar que é um blend das uvas Alicante Bouschet, Aragonez e Trincadeira com passagem de 6 a 9 meses em barrica de carvalho francês. A curiosidade aqui é que Alabastro, nome do vinho, é o nome de um tipo de pedra mármore típica da região. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e sem cor também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, baunilha, tostado e toques de especiarias.

Na boca o vinho mostrou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

É como eu sempre digo, os portugueses vivem me surpreendendo positivamente. Este sem dúvida é um belo vinho, de entrada de gama eu diria, e que deve agradar o paladar do brasileiro. Normalmente encontro promoções deste vinho no Pão de Açúcar e vale o quanto custa. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Kilikanoon Killerman's Run Clare Valley Shiraz 2013

A Kilikanoon foi fundada em 1997, quando o enólogo e proprietário Kevin Mitchell comprou a propriedade de mesmo nome na aldeia de Penwortham, no pitoresco Clare Valley, na Austrália Meridional. Vindo de uma longa linhagem de viticultores, Kevin teve a oportunidade de transformar a visão de criar sua própria marca de vinhos em realidade. O pai de Kevin, Mort Mitchell, tem sido uma influência definidora, plantando e cuidando dos vinhedos de Kilikanoon na Golden Hills, incluindo o famoso Mort's Block, por mais de 40 anos. O fascínio de Kevin pelo terroir é o resultado de anos passados ​​jogando e, eventualmente, trabalhando nessas vinícolas ao lado de seu pai. Os primeiros vinhos da marca Kilikanoon da safra de 1997 foram quatro vinhos únicos, cada um dos vinhedos de Kevin e Mort. Estes eram o 'Oracle' Shiraz, 'Prodigal' Grenache, 'Blocks Road' Cabernet e 'Mort's Block' Watervale Riesling. A expansão da Kilikanoon foi possível graças a parcerias inestimáveis, juntamente com a aquisição e o acesso a vinhedos excepcionais nas mais estimadas regiões de cultivo de uvas no sul da Austrália, incluindo o Barossa Valley e o McLaren Valley. De origens humildes com apenas 25.000 garrafas produzidas desde a primeira safra, a Kilikanoon cresceu significativamente, agora exportando para mais de 25 países. A marca se tornou uma das principais marcas de vinhos da Austrália.


Falando agora do Kilikanoon Killerman's Run Clare Valley Shiraz 2013, podemos ainda afirmar que o mesmo é feito a partir de parcelas premium de uvas Syrah selecionadas do outro lado do Clare Valley. O vinho faz parte das linha de entrada da vinícola. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, especiarias (tanto as doces como as pimentas), chocolate, pinho e toques de fumaça ao fundo. Com a taça mais vazia também se notava um certo quê de tostado.

Na boca o vinho se mostrou encorpado com taninos finos e boa acidez. O final era de loga duração.

Um belo vinho de uma região que não costumamos provar muito por aqui no Balaio. Dequalquer maneira, tem muita tipicidade e tende a agradar paladares diversos. Eu recomendo a prova.

Até o próximo.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Mimos Veuve Clicquot para o dia dos namorados!

Se você está com dúvidas sobre o que fazer para impressionar o namorado(a), a Veuve Clicquot tem uma dica que pode te ajudar. Vamos ver abaixo do que se trata?

CLICQUOT CAKE

Um lindo coffret para celebrar a data mais romântica do ano


A data mais romântica do ano tem destino certo! E a Veuve Clicquot a torna ainda mais memorável! O Clicquot Cake, um presente especial da marca, será oferecido aos casais que se hospedarem com o pacote de dia dos namorados* nos hoteis Unique (S. Paulo), Kenoa (Barra de São Miguel, AL), Nannai (Ipojuca, PE), Zorah (Trairi, PE) e Villa do Comendador (Pirenópolis, GO).

O casal será presenteado com o Clicquot Cake, uma deliciosa surpresa criada pela Maison para celebrar os 200 anos de aniversário do primeiro champagne rosé, criação da Madame Clicquot. Um lindo coffret em formato de bolo construído a partir de estilosas latas de tinta que, ao ser aberto, transforma-se em um elegante balde de gelo, acompanhando de uma garrafa de Veuve Clicquot Rosé de 750 ml, a estrela da festa. As latas de tinta desta inovação simbolizam a importância da cor na arte do assemblage, o segredo desvendado pela Madame Clicquot para a criação deste champagne em 1818. Já o formato de bolo é em homenagem ao aniversário dos 200 anos do champagne Rosé.

Com o Clicquot Cake, qualquer data se torna especial para celebrar! So Clicquot... So Romantic!

*Para reserva e informações sobre os pacotes, entrar em contato diretamente com o hotel participante da ação de namorados Veuve Clicquot:

Hotel Unique | www.hotelunique.com.br | (11) 3055-4700
Kenoa | www.kenoaresort.com | (82)3272-1285
Nannai Resort & Spa | www.nannai.com.br |81) 3552-0100
Zorah Beach Hotel | www.zorahbeach.com.br | (85) 98160-1249
Villa do Comendador | www.villadocomendador.com.br | (62) 3331-2424

terça-feira, 5 de junho de 2018

Hope Estate Shiraz 2014

Os vinhos da Hope Estate expressam a profunda individualidade de suas terras e vinhas. Todos os vinhos são obtidos a partir de vinhas própria, sem misturar seu caráter com as frutas de outras pessoas, trazendo então estilos únicos regionais de vinho. A delicadeza e elegância que vem do solo vermelho de Hunter Valley. A sutileza de estilo europeu dos nossos vinhedos vitorianos. E o comprimento e a fruta concentrada que apenas os vinhedos do clima marítimo da Austrália Ocidental podem criar. O Hunter Valley tem as maiores vinhas, focadas nas variedades que a região faz melhor: Shiraz, Semillon, Chardonnay e Verdelho. As nossas vinhas em Kyneton produzem sabores intensos de vinhas de baixo rendimento. Seu produto mais famoso é o Virgin Hills, um vinho de notável finesse do Velho Mundo que James Halliday nomeou como seu "vinho da ilha deserta". Por sua vez a vinha Donnybrook, situada em Western Australia é mais conhecida por The Ripper e The Cracker, dois tintos vívidos e com frutas que estão entre seus vinhos mais populares. Os vinhos Hope Estate são vendidos no exterior, com grande parte do produto sendo levado por exigentes compradores dos EUA e do Reino Unido.


Falando agora especificamente do Hope Estate Shiraz 2014, podemos afirmar que o mesmo é feito a partir de 100% uvas Shiraz oriundas de Hunter Valley, na Australia. Passa por amadurecimento em uma mistura de barricas de carvalho novo e usado, americano e francês. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, especiarias com toques terrosos e de chocolate.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Um ótimo exemplar Shiraz, boa tipicidade e que tende a agradar paladares desde os iniciantes até o mais apurados. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!