quarta-feira, 13 de junho de 2018

Kilikanoon Killerman's Run Clare Valley Shiraz 2013

A Kilikanoon foi fundada em 1997, quando o enólogo e proprietário Kevin Mitchell comprou a propriedade de mesmo nome na aldeia de Penwortham, no pitoresco Clare Valley, na Austrália Meridional. Vindo de uma longa linhagem de viticultores, Kevin teve a oportunidade de transformar a visão de criar sua própria marca de vinhos em realidade. O pai de Kevin, Mort Mitchell, tem sido uma influência definidora, plantando e cuidando dos vinhedos de Kilikanoon na Golden Hills, incluindo o famoso Mort's Block, por mais de 40 anos. O fascínio de Kevin pelo terroir é o resultado de anos passados ​​jogando e, eventualmente, trabalhando nessas vinícolas ao lado de seu pai. Os primeiros vinhos da marca Kilikanoon da safra de 1997 foram quatro vinhos únicos, cada um dos vinhedos de Kevin e Mort. Estes eram o 'Oracle' Shiraz, 'Prodigal' Grenache, 'Blocks Road' Cabernet e 'Mort's Block' Watervale Riesling. A expansão da Kilikanoon foi possível graças a parcerias inestimáveis, juntamente com a aquisição e o acesso a vinhedos excepcionais nas mais estimadas regiões de cultivo de uvas no sul da Austrália, incluindo o Barossa Valley e o McLaren Valley. De origens humildes com apenas 25.000 garrafas produzidas desde a primeira safra, a Kilikanoon cresceu significativamente, agora exportando para mais de 25 países. A marca se tornou uma das principais marcas de vinhos da Austrália.


Falando agora do Kilikanoon Killerman's Run Clare Valley Shiraz 2013, podemos ainda afirmar que o mesmo é feito a partir de parcelas premium de uvas Syrah selecionadas do outro lado do Clare Valley. O vinho faz parte das linha de entrada da vinícola. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, especiarias (tanto as doces como as pimentas), chocolate, pinho e toques de fumaça ao fundo. Com a taça mais vazia também se notava um certo quê de tostado.

Na boca o vinho se mostrou encorpado com taninos finos e boa acidez. O final era de loga duração.

Um belo vinho de uma região que não costumamos provar muito por aqui no Balaio. Dequalquer maneira, tem muita tipicidade e tende a agradar paladares diversos. Eu recomendo a prova.

Até o próximo.

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