quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Tiago Cabaço .com Premium Tinto 2017

Uma família de vinhos, sedutores e sérios, modernos no estilo e na forma mas profundamente alentejanos no carácter, os nossos vinhos dividem-se entre os “.com” de perfil enérgico e jovial, os monovarietais sérios e poderosos, os “Vinhas Velhas” que conjugam a excelência do terroir e as vinhas com mais de 30 anos, o espumante, para momentos especiais, e os “blog” simultaneamente vigorosos, subtis e frescos que se reclamam como os topos de gama Tiago Cabaço. Nascido e criado em Estremoz, no coração do Alentejo vinhateiro, Tiago Cabaço habituou-se desde muito cedo a partilhar o campo e a trabalhar nas vinhas e na adega com os pais. Foi através deste percurso que, de criança, aprendeu segredos da vinha, do solo, das castas e de todo o universo a ele associado, que ainda hoje aplica no seu dia-a-dia. Em 2004 criou a marca Tiago Cabaço Winery, o projeto em nome próprio. Desde então tem colocado no mercado vinhos da sua autoria, através dos quais passou a afirmar a sua personalidade e visão relativa aos vinhos e ao Alentejo.


Falando agora sobre o Tiago Cabaço .com Premium Tinto 2017, podemos afirmar que o vinho é feito a partir das castas Touriga Nacional, Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet com fermentação e estágio posterior em tanques de aço inox (sem passagem por madeira). Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, especiarias (pimenta em maior presença) e toques florais.

Na boca o vinho apresentou corpo médio com boa estrutura, acidez na medida e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração. 

Mais um bom vinho português provado por aqui, com bom custo benefício e que tende a agradar a todos os paladares por seu estilo mais jovem e frutado sem se tornar enjoativo ou pesado. Eu recomendo a prova. 

Até o próximo!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Belnero Toscana IGT 2013

O Castello Banfi é uma das vinícolas mais famosas da região da Toscana, na Itália, mais precisamente na região de Montalcino. Foi fundada em 1978 graças à vontade dos irmãos ítalo-americanos John e Harry Mariani. Esta vinícola é conhecida mundialmente pela busca incessante pela qualidade de seus vinhos, pelos grandes Brunellos e atualmente pela busca em diminuir a influência extra-natureza em seus vinhos e a utilização de técnicas de cultivo e produção orgânicas. Reconhecida também pelas pesquisas clonais da uva Sangiovese, a vinícola busca os melhores clones para manter a consistência de sua produção. Além da produção de vinhos, a vinícola também conta com serviços de visitação e hospedagem em suas dependências.


Falando sobre o Belnero Toscana IGT 2013, podemos afirmar que o vinho é feito quase que exclusivamente de uvas Sangiovese e pequenas quantidades de Cabernet Sauvignon e Merlot, oriundas das colinas do sul de Montalcino a uma altitude de 170 a 230 metros acima do nível do mar. Após a fermentação alcoólica, o vinho segue para barricas de carvalho onde passará pela fermentação malolática e grande período de amadurecimento. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média intensidade, brilhante e muito límpido. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas muito complexos como frutos vermelhos, café, tabaco, baunilha e especiarias doces.

Na boca o vinho se mostrou encorpado, carnudo, com boa acidez e taninos bem marcantes. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo de delicioso.

Um baita vinho italiano, fruto de uma recente viagem internacional de minha esposa e que agradou a todos além de acompanhar a refeição divinamente. Eu recomendo.

Até o próximo!

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Convento da Vila Tinto 2016

Fundada em 1955, a Adega de Borba foi a primeira de uma série de Adegas constituídas no Alentejo, com o incentivo da então Junta Nacional do Vinho, numa altura em que o setor não tinha o protagonismo que hoje tem na economia regional. De fato, não fosse esse empurrão decisivo dado pelo referido organismo estatal, que assim permitiu uma organização comercial e de transformação para os vinhos do Alentejo, a cultura da vinha teria desaparecido completamente da região, pois todos os incentivos da época estavam virados para a cultura dos cereais, e fazer do Alentejo o celeiro do País era uma política mais que consolidada para a época. Após 3 décadas de resistência, em que só o grande valor das castas regionais e a excelência das condições naturais permitiram que a produção de vinho no Alentejo se mantivesse, chegou-se finalmente aos anos oitenta, em que todo o potencial da região para a produção de vinho pode ser avaliado e confirmado pelo consumidor. Beneficiou a região do fato da produção estar associada a Adegas de grande dimensão, e desta forma mais rapidamente se apetrechou em termos tecnológicos que outras regiões do País, dando o salto para os vinhos engarrafados de qualidade, numa altura em que o consumidor passou a ser mais exigente e a privilegiar mais a qualidade que a quantidade. É verdade que a constituição da região demarcada do Alentejo e a constituição de estruturas técnicas associativas que rapidamente divulgaram novas tecnologias junto do viticultor foram essenciais em todo o processo. Hoje a Adega de Borba reúne 300 viticultores associados que cultivam cerca de 2.000 hectares de vinha, distribuindo por 70% castas tintas e 30% de castas brancas.


Sobre o Convento da Vila Tinto 2016, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito a partir de um blend das castas Trincadeira, Aragonez, Castelão e Touriga Franca, típicas da região, sem passagem por madeira. Ambas a fermentação alcoólica e malolática ocorrem em tanques de inox. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho mostrou aromas de frutos vermelhos, flores e leve toque herbáceo.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Mais um bom vinho português acessível que provamos por aqui. É dos vinhos de entrada mas que não fazem feio. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Milénico Tempranillo 2012

A Bodegas Y Viñedos Milénico nasce nas margens do Douro, no município de San Martín de Rubiales, entre Roa e Peñafiel, no coração da Ribera del Duero, uma região com mais de mil anos ininterruptos de tradição e cultura vinícola. O clima é rigoroso, com flutuações diárias marcantes que forçam ciclos diários de atividade na planta, o que confere ao vinho um caráter inconfundível e distintivo. Milénico é o resultado da nossa dedicação e entusiasmo pela criação de vinhos excepcionais. Nosso relacionamento constante com a terra, com a vinha, com o vinho e nosso desejo de alcançar o melhor é a energia que inspira nosso dia a dia. O Milénico é possível graças à sua localização privilegiada, à origem de uma fruta extraordinária e à nossa busca pela perfeição, que se traduz em um cuidado e atenção contínuos e extremos aos detalhes ao longo da vida do Milénico.


Falando agora sobre o Milénico Tempranillo 2012, podemos ainda acrescentar que é um vinho cujas uvas vem de um seleção de uvas de 6 parcelas próprias e uma de terceiros. Esta á uma combinação de vinhas com mais de 50 anos junto a outras plantadas nos anos 90. Passa ainda por envelhecimento e amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho francês (85%) e americano (15%) de 225 e 500 litros além de 12 meses na garrafa. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de média para grande intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e coloridas também se faziam notar. 

No nariz o vinho apresentou aromas de bala toffee, frutos vermelhos, notas balsâmicas e toques de tostado. 

Na boca o vinho mostrou corpo médio, boa acidez e taninos de muita qualidade. O retrogosto confirma o olfato e incluí um toque mineral ao vinho. O final era de longa duração.

Um belo vinho espanhol que provamos por aqui que me faz cada vez mais tentar conhecer e descobrir novos vinhos vindos de lá. Eu recomendo e muito a prova. Este é mais um vinho do clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Quinta dos Murças inaugura seu primeiro Programa de Vindimas

Essa vai para quem está com viagem marcada para Portugal para os próximos dias e assim como eu, é um enófilo de carteirinha. Pela primeira vez a portuguesa Quinta dos Murças (vinícola do Grupo Esporão, localizada no Douro) abre o seu programa de vindimas para o público. Durante um dia inteiro, o visitante poderá participar da colheita, da pisa a pé, visitar as adegas e degustar os vinhos de Murças.


O fim do verão e o início do outono é sinônimo de colheitas em Portugal, a época das vindimas: as uvas estão prontas para serem colhidas das videiras, num trabalho realizado em ambiente de festa e convívio, para depois produzir o vinho do ano. Uma tradição portuguesa que, apesar de modernizada em alguns aspectos, ainda é muito celebrada. Pela primeira vez, a vindima na Quinta dos Murças é aberta ao público, a partir do dia 15 de setembro.


Durante um dia inteiro, os visitantes poderão visitar as caves e a adega e, participar da típica lagarada duriense (entrada nos lagares tradicionais e fazer a pisa a pé). O programa conta também com uma degustação dos vinhos da vinícola.

Para José Luis Moreira, enólogo responsável de Murças: “Começamos a vindima depois de um inverno frio e seco e, uma primavera mais fria que o habitual e muito chuvosa. As uvas estão quase maduras e prontas para a colheita. É a nossa décima vindima no Douro, estamos confiantes na qualidade dos vinhos que iremos produzir e continuamos à procura da expressão mais fiel de nossos diferentes terroirs na produção dos melhores vinhos que a natureza nos proporciona”.

Programa de Vindimas na Quinta dos Murças (a partir de 15 de setembro)

16h00 – Chegada e visita guiada às caves e adega
17h00 – Lagarada (entrada no lagar e pisa a pé)
18h – Degustação dos vinhos Assobio

Máximo: 7 pessoas
Preço: 35€ por pessoa
Reserva necessária
Reservas: +351 932706787 / reservas.murcas@esporao.com

Quinta dos Murças
Covelinhas 5050-011 Peso da Régua
Coordenadas GPS: Latitude 41.153314; Longitude: -7.688143
*disponível mediante trabalhos a decorrer na adega

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Quinta da Alorna Tinto 2015

A Quinta da Alorna nasceu em 1723, mais tarde D. Pedro de Almeida, o I Marquês de Alorna, após ter liderado a conquista da praça-forte de Alorna na Índia, conferiu à propriedade o nome que hoje tem. Na margem do Rio Tejo e com a entrada marcada por uma árvore magnífica e rara no mundo, conhecida por bela sombra, a Quinta da Alorna destaca-se não só pela qualidade dos vinhos que produz como também pelos seus espaços naturais. Com uma área total de 2.800 hectares, localizada no centro de Portugal, próxima de Santarém, a Quinta tem vindo a diversificar as suas áreas de negócio tendo como princípios a sustentabilidade, responsabilidade social e conservação da natureza.


Falando um pouco sobre o Quinta da Alorna Tinto 2015, podemos acrescentar que o vinho é produzido a partir do blend das castas Tinta Roriz, Castelão, Syrah e Alicante Bouschet passando por fermentação (alcoólica e malolática) em tanques de aço inoxidavel, onde também passa por um estágio para amadurecimento e estabilização. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, especiarias, chocolate e café.

Na boca o vinho apresentou corpo médio +, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Mais um bom vinho português que provamos por aqui, este vindo de uma promoção do Pão de Açúcar e que valeu o quanto foi pago. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Edoardo Miroglio Cabernet Franc 2011

Em 2002, Edoardo Miroglio (produtor do vinho de hoje), um conhecido italiano produtor têxtil e de vinho , descobriu na região da Trácia, na Bulgária, o solo perfeito e ótimas condições climáticas para a produção de vinhos de qualidade na aldeia de Elenovo, 22 km a sudeste de Nova Zagora. Cercada por 220 hectares de vinhas, a Vinícola Edoardo Miroglio é uma impressionante combinação de arquitetura inspirada na antiguidade com as tecnologias modernas para a produção de vinho, combinadas naturalmente com o meio ambiente. As principais marcas produzidas pela vinícola são: Elenovo(reservas), Edoardo Miroglio(marca premium), Sant'Ilia, Soli e Sant'Ilia Estate (marcas comerciais). Acima da vinícola, existe o hotel boutique Soli Invicto (O sol invicto, do italiano), que dispõe de 10 quartos mobilados de forma única, salão de degustação de vinhos, restaurante requintado, lobby bar e piscina exterior.


Falando agora do Edoardo Miroglio Cabernet Franc 2011, podemos afirmar que o vinho é feito com uvas 100% Cabernet Franc com passagem de 10 meses em barricas de carvalho francês de 225 litros. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma coloração rubi violácea de grande intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e sem cor também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, especiarias, tostado e algo de baunilha.

Na boca o vinho mostrou corpo médio para encorpado, boa acidez e taninos redondos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Mais um bom vinho búlgaro que provamos por aqui. Foi o fiel escudeiro, com honras, de um belo corte de carne (chorizo e ancho) sendo uma boa alternativa aos vinhos que costumamos provar com este acompanhamento. Tem um bom custo benefício. Este é mais um vinho do clube de vinhos Winelands, o clube que eu assino e recomendo. 

Até o próximo!

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Mània Rosso Toscano IGT 2015

A Poggio Nicchiaia é uma jovem produtora de vinhos, com espírito e vontade, sendo colocada no contexto de uma propriedade toscana maravilhosa de centenas de hectares, que cresce nas colinas cerca de 40 km ao sul de Pisa, adjacente à cidade de Peccioli. A altura não excede 200 metros de altura com um clima suave, leve e a paisagem com grande influencia pelas correntes da costa próxima, rico em referências históricas que datam desde os etruscos distância. O solo é um compósito muito interessante, de origem marinha e rico em fósseis com textura arenoso-siltosa-argilosa. Neste contexto abençoado pela natureza, Poggio Nicchiaia tem cerca de 50 hectares de vinha muito bem expostos, com uma média de 5000 cubas por hectare e com a variedade Sangiovese da Toscana muito mais presente. A vinícola tecnologicamente vanguardista está localizada em Montelopio, uma charmosa vila com um gosto do passado, localizada a poucos quilômetros de Peccioli. O corpo principal se estende ao longo da Serre estrada e suas várias fazendas é o cenário, em um maravilhoso ambiente natural, a igreja Serre de Nossa Senhora, que foi construído pela primeira vez em 1423. As variedades tintas cultivadas com um sistema de cordão estimulado, além da Sangiovese, são Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah. Tal é a paixão na empresa e há um forte desejo de produzir vinhos que, de acordo com os cânones da tradição toscana para representar uma interpretação moderna, uma evolução requintado de gosto, não moderno, mas sim respeitosa dos valores prazer que durarão.


Falando agora do Mània Rosso Toscano IGT 2015, podemos afirmar que o vinho é um corte das uvas 70% Sangiovese, 15% Merlot e 15% Cabernet Sauvignon com passagem em madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos e escuros, tabaco, couro, especiarias doces e leve toque apimentado.

Na boca o vinho apresentou corpo médio para encorpado, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Um belo vinho toscano sem dúvidas. Combinou bem com cortes suculentos de carne. Eu recomendo a prova. Este é mais um vinho do clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Vinhos Hello Kitty em Duas Novas Variedades

Esta é para quem foi ou é fã da personagem japonesa em forma de gatinho ou que nutre alguma afeição pela mesma. Ou quem sabe um enófilo curioso, assim como eu. O personagem bonitinho de  Sanrio agora tem sete vinhos com rótulos que levam o seu nome.

Foto cortesia de Sanrio para a foodandwine.com

Enquanto muitos observadores casuais podem ainda relegar a Hello Kitty de Sanrio apenas como uma criança, a personagem bonitinha e com aparência de gatinha tem tido sua própria linha de bebidas para adultos, vinho para ser exato, por alguns anos. Afinal de contas, os fãs que cresceram com a Hello Kitty engessada em todos os acessórios imagináveis também precisam de algo colecionável quando crescerem! Este ano, esses mesmos entusiastas podem adicionar mais algumas garrafas ao seu vinho Hello Kitty com o lançamento de duas novas variedades: Hello Kitty Prosecco e Hello Kitty Pinot Grigio.

Os vinhos são distribuídos somente nos Estados Unidos (que pena) por SW Vino e vêm em sete variedades no total, incluindo Pinot Grigio, Pinot Nero, Pinot Noir, "sweet rosé", rosé espumante (em garrafa regular e brilhante, edição limitada rosa), e o par de novas ofertas.

Ficou curioso? Se um dia estiver de passagem pela terra do Tio Sam e conseguir provar um exemplar, diga pra mim o que achou. Eu fico te esperando por aqui.

Até o próximo!


Matéria original veiculada em www.foodandwine.com

terça-feira, 21 de agosto de 2018

7 Maneiras Surpreendentes para se Resfriar seu Vinho

Imagine a seguinte situação: você precisa resfriar de maneira mais rápida que o usual algumas (ou muitas) garrafas de vinho para serem servidas numa degustação, confraria etc. A questão que fica é: como fazer isto de forma eficiente e no menor período de tempo possível? Abaixo listamos algumas maneiras comumente utilizadas por experts e que funcionam.


Baldes de Gelo
O método mais usado e comprovado para se resfriar o vinho, às pressas, ainda é um balde de gelo com um pouco de água e um punhado de sal - o sal reduz a temperatura gelada da água. (CIÊNCIA!) Recomenda-se ainda embrulhar garrafas especiais de vinho em sacos plásticos primeiro para preservar os rótulos, ou usar um refrigerador maior para congelar uma caixa inteira de cada vez - basta remover a caixa de papelão, colocar as garrafas na posição vertical no refrigerador e cubra com gelo, como eles fazem atrás do bar.

Vidraria Refrigerada
Assim como seu pai provavelmente costumava guardar um copo no freezer, sempre pronto para esfriar uma garrafa de cerveja, recomenda-se que você sempre guarde algumas taças de vinho e flutes de champanhe no freezer para refrigerar rapidamente seu vinho ou espumante.

Tolha Molhada
Um bom truque para esfriar o vinho quando você não tem gelo é embrulhar a garrafa de vinho em toalhas úmidas e colocá-la no freezer por sete minutos. Não tem um freezer, ou mesmo uma geladeira, acessível? Recomenda-se esse truque para piqueniques e festas - basta segurar a garrafa enrolada em uma toalha molhada na frente de um ventilador ou ar condicionado, seja em uma unidade de parede ou em um carro!

Copo Duplo
Só porque você está comemorando um happy hour longe de casa em um churrasco no quintal ou em um cruzeiro de bebida não significa que você não pode ter vinho devidamente refrigerado. Recomenda-se tirar proveito das amenidades de festa analógicas para improvisar um A + em enófilos de estilo universitário: Coloque seu copo de vinho de plástico dentro de um outro copo ligeiramente maior, com gelo entre os dois. Logo seu vinho atingirá uma temperatura agradável.

Frutas Congeladas
As guarnições podem às vezes ser muito mais do que coadjuvantes: tanto uvas como morango congelados, por exemplo, podem fazer o dobro do trabalho, adicionando juros e uma boa queda de temperatura às taças de vinho. Mas, ao contrário dos cubos de gelo, nenhum deles diluirá sua bebida ou fará com que você se sinta desclassificado.

Sacos Plásticos
Colocando em prática as habilidades científicas do Sr. Mago - especialmente se você tiver o luxo de resfriar seu vinho longe dos olhos curiosos de seus convidados - há esse útil truque diretamente da Wine Folly: Pegue metade da garrafa de vinho e despeje-a um saco Ziploc, mergulhe o saco em um banho de gelo até atingir a temperatura correta, em seguida, coloque nas taças. Recomenda-se também uma versão mais fácil, que é pegar o seu vinho e gelo extra no caminho para a festa e levá-los juntos no mesmo saco em sua caminhada /direção.

Espero que estas dicas tornem seu trabalho um pouco mais fácil quando precisar resfriar suas garrafas de vinho para uma ocasião bacana. Você conhece mais algum método para executar o trabalho ? Compartilhe conosco e vamos fazer desta uma comunidade viva e de troca de informação. Fico no aguardo de vossas manifestações.

Até o próximo!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Brandina Vinhos - Diretamente do interior de Sampa

Alguns dias atrás eu estava viajando com minha família em Campos do Jordão, região serrana do interior de São Paulo, quando descobri que existia um novo empreendimento vinícola na região, e resolvi arriscar a visita. E não é que, dadas as devidas proporções, fui surpreendido positivamente? Vamos ver o que eu pude descobrir sobre a Villa Santa Maria - Brandina Vinhos?


Saindo de Campos do Jordão, o passeio se inicia descendo a serra pelo Vale do Baú em pequenas estradas vicinais de terra, areia e pedriscos, o que pode assustar de princípio. Mas a passagem por bosques e muita mata nativa da região vale a vista e a chegada até a sede da produtora de vinhos é deslumbrante.


Recebidos então pelo Cristian (peço perdão caso o nome não seja esse, minha memória não me ajudou neste quesito), começamos a entender a história por trás do empreendimento bem como da produção dos vinhos na propriedade. O projeto teve seu início em meados dos anos 2004 através do empresário Mario Carbonari, que herdou o amor pelo vinho dos avós, italianos da região do Vêneto, e resolveu apostar no seu sonho depois de anos no mercado de tecnologia. Segundo o Cristian, a meta é de se plantar até 90 mil vinhas até o final deste ano. E aqui falamos de Sauvignon Blanc, Syrah, Merlot, Cabernet entre outras. O relevo e clima da região são bem interessantes no quesito luminosidade, amplitude térmica, chuvas moderadas, altitude e solo pobre, criando boas condições para o cultivo de uvas.


Todo o mix de condições descritas acima tem sido comumente chamadas de "terroir de inverno" atualmente, o que obriga ainda os viticultores a fazer a inversão de ciclo das parreiras (em relação ao hemisfério norte) e a utilização da dupla poda das plantas. E para tal a Villa Santa Maria, detentora dos rótulos Brandina Vinhos, conta ainda com a consultoria de Murilo Albuquerque, um dos grandes especialistas nestas técnicas em nosso país.


O projeto Villa Santa Maria, ainda em fase de expansão, tem atualmente as uvas colhidas e enviadas para a EPAMIG, em Minas Gerais, onde passam pelos processos de fermentação, envelhecimento e engarrafamento, antes de estarem disponíveis para a venda. O mais legal disso tudo é que a esposa do Mário, Célia Carbonari, é a arquiteta responsável por todo o projeto da vinícola. Atualmente está em fase final de construção uma grande cave subterrânea e num futuro próximo, um local para produção local também está nos planos.


A propriedade conta ainda com diversos atrativos que complementam ainda mais a visita: trilhas, cachoeiras, bosques para piquenique, quadra de bocha, loja de vinhos e quitutes da região além de uma Bruschetteria, espaço gastronômico da propriedade. O restaurante chama-se Bruschetteria da Villa e está a cargo do chef Guilherme Pazzianotto.


Eu confesso que sempre fui muito cético com vinhos nacionais, embora tenho visto uma boa evolução nos últimos anos, principalmente no tocante ao uso do termo terroir único e coisas correlatas. Afinal, mundo a fora, o termo terroir é empregado a locais "seculares" e que possuem toda uma cultura ancestral quando falamos de cultivo de uvas e produção de vinhos, coisa que o Brasil ainda não tem a curto e médio prazo. De qualquer forma, a descoberta de novas regiões produtoras de vinho de qualidade aqui no Brasil tem despertado atenção e portanto eu, como apreciador da bebida de Bacco, sempre tento conhecer mais sobre o assunto. O grande questionamento que eu deixo aqui é que, dadas todas as variáveis envolvidas no processo produtivo e de vendas de vinho (como a de taxação e impostos, a mais sensível no mercado nacional), o preço aplicado aos vinhos nacionais não me parecem compatíveis com o que o mercado consumidor está disposto a pagar, nem tem condições para tal. Gostaria de saber a opinião de vocês. 


Sobre os vinhos, farei um post específico para eles logo menos.

Até o próximo!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Atlántico Sur Reserve Tannat 2013

Juan Carlos Deicas nasceu em Montevidéu no dia 6 de setembro de 1937, tendo crescido no bairro de Piedras Blancas, estudou Ciências Econômicas e, antes de entrar no mundo vitivinícola, trabalhou como bancário. Casou-se em 1960 com Elida Heres, com quem teve dois filhos: Mariela e Fernando. Em 1979, Juan Carlos Deicas, fundou o Establecimento Juanicó, que hoje em dia é uma das principais vinícolas do Uruguai. Antes de ser propriedade da Família Deicas, as terras do Establecimiento Juanicó passaram por diferentes donos. Entre eles destacou-se Don Francisco Juanicó, quem em 1830 rompeu com a tradição da criação de gado na região e construiu uma cave subterrânea que lhe permitiu elaborar vinhos de grande qualidade, devido a sua climatização natural. Porém, a grande mudança produziu-se recentemente quando Fernando Deicas assumiu o controle da vinícola no começo dos anos 80. Com uma nova visão e uma “grande mudança de mentalidade” a Família Deicas incorporou novas tecnologias e fez um forte investimento industrial para enfrentar novos desafios e assim abrir as portas do novo mundo para a vinícola. As novas gerações têm contribuído com outras visões e enfoques mais modernos e internacionais. Em 2010, a Família Deicas decidiu separar a produção de certos vinhos especiais e nasceu então a vinícola Premium Família Deicas. Esta vinícola fica em Progresso, Canelones, e o seu ícone é um casarão antigo conhecido pelo nome de Domaine Castelar. Os vinhos da Família Deicas são produzidos em pequena escala, cuidando minuciosamente todo o processo, desde o vinhedo até a guarda. Hoje, três gerações desta família compartilham a mesma paixão: atingir o perfeito equilíbrio entre tradição e inovação.


Falando sobre o Atlántico Sur Reserve Tannat 2013, podemos ainda afirmar que o vinho é feito 100% com uvas Tannat através da combinação dos melhores uvas de seus diferentes micro terroirs. Cerca de 40% do vinho tem uma passagem por barris de carvalho francês de segunda utilização durante 6 meses. Vamos as impressões?

Ns taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e com alguma cor também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, especiarias doces, mentolado, chocolate e leve toque tostado no fundo de taça.

Um belíssimo vinho uruguaio, que serviu o propósito de celebrar uma situação tão bacana (estava em Campos do Jordão com as pessoas que amo, minha família). Não é um vinho barato, mas vale o quanto custa. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Alexandra Estate Mourvedre & Syrah & Viognier 2015


Inovação, estilo e a busca dos melhores são a base do projeto Alexandra Estate. Tudo começou em 2012 com a compra de 200 acres de vinhedos na região de Sakar, uma das regiões vinícolas mais famosas da Bulgária. Os vinhedos de Alexandra Estate em Oreshets, Harmanli, já no primeiro ano de frutificação atraíram a atenção dos especialistas, e sua proximidade com a floresta de carvalhos de 100 anos e a localização no sopé dos Rhodopes orientais contribuem mais para sua seleção. As variedades incluídas nos vinhos da propriedade são: Syrah, Malbec, Cabernet Franc, Pinot Noir, Merlot, Chardonnay, Marsanne, Roussanne, Semillon e Viognier. Em 2013, a Alexandra Estate expandiu com outros 100 acres de vinhedos na vila de Rakitnitsa, Stara Zagora, localizada a 300 metros acima do nível do mar, e seus solos carbonatados contribuem para a excelente qualidade das uvas plantadas neles. O que distingue a Alexandra Estate no cultivo de vinhas, são os princípios da agricultura orgânica e biodinâmica. Em 2014, a Alexandra Estate produziu um total de 30.000 garrafas de vinho: branco, rosé e tinto. No mesmo ano começou a construção de uma adega na aldeia Rakitnitsa, que tem capacidade para até 60.000 garrafas. Para a vinificação são utilizados barris de carvalho francês com capacidade para 225 litros e 300 litros. Todos os vinhos, são fermentados e amadurecidos em barris, e até o Rosé é parcialmente fermentado em carvalho francês. Na Alexandra Estate o trabalho fica a cargo de profissionais conceituados: o cultivo das videiras é confiado a Atanas Shiderov e Eric Moro e para a produção de vinho e a criação de misturas cuidar Alexander Velyanov e Thierry Haberer.

Falando agora sobre o Alexandra Estate Mourvedre & Syrah & Viognier 2015, podemos afirmar que o vinho é um blend das uvas mencionadas no próprio nome do vinho, uvas estas oriundas da vila de Oreshets e da aldeia de Rakitnitsa. Após a fermentação, parte do vinho vai direto pra carvalho e outra parte permanece em inox para a fermentação malolática acontecer. Por fim, o vinho amadurece em barricas de carvalho francês de 225 litros por 10 meses de 100% da mistura, 80% dos barris são novos, de primeiro uso, e 20% são usados (2o e 3o usos). Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos e escuros, flores, chocolate e especiarias.

Na boca o vinho apresentou corpo médio para encorpado, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração

Mais uma ótima opção de vinho búlgaro que tivemos o prazer de provar por aqui. Como é um vinho bem potente, aconselho provar junto com comida. No meu caso, foi um belo corte de chorizo que o escortou. Mais um vinho apresentado pelo clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Vilarnau conquista o Certificado Winery for Climate Protection (WfCP)

Nos dias de hoje, uma palavrinha tem sido usada com muita frequência e ela diz respeito à eu, você e todos que vivemos no planeta terra. Esta palavra é sustentabilidade. Mas o que isso tem de relação com o mundo dos vinhos, você pode estar se perguntando. Eu diria que a relação é total, uma vez que, a meu entender, sustentabilidade é a relação de uso dos recursos, naturais ou não, disponíveis no planeta de forma a não agredir o meio ambiente e a sociedade nele inseridos. Isso de uma maneira bem simples e direta, mas ajuda a entender um pouco mais sobre o por que disto estar nas dicussões atuais. A vinícola Vilarnau conquista o Certificado Winery for Climate Protection (WfCP), certificação de sustentabilidade ambiental criado para o setor vitivinícola, faz com que a vinícola seja a primeira e única da região de Sant Sadurní d'Anoia (Penedès) e uma das 14 da Espanha a obter o importante reconhecimento.

O Compromisso da Vilarnau com o desenvolvimento sustentável da vinha e da adega, juntamente com a sua luta contra as alterações climáticas, tem sido reconhecido pela Federação Espanhola do Vinho (FEV), a principal associação de produtores do país. Mérito resultado do trabalho diário da vinícola que inclui a instalação de uma caldeira de biomassa, redução do consumo de combustíveis fósseis, conversão de técnicas agrícolas tradicionais em técnicas ecológicas, reciclagem e valorização de resíduos e reutilização da água da chuva.

Tais implementações foram fundamentais para que Vilarnau conquistasse o Winery for Climate Protection. Reconhecimento chancelado pela Lloyd Register, um dos mais conceituados organismos de certificação autorizados pelo FEV.

De acordo com a filosofia da Vilarnau, desde a sua fundação, foram aplicadas práticas amigas do ambiente para garantir o menor impacto possível na natureza, em consonância com o 5 + 5 Caring for the Planet, o compromisso sustentável de González Byass; um dos principais produtores espanhóis de vinhos e destilados da Espanha, Chile e México e do grupo da Vilarnau. Cada propriedade da família de vinhos González Byass está comprometida em cuidar do meio ambiente, através do uso responsável dos recursos naturais e promovendo um crescimento equilibrado local e globalmente.

No Brasil, Vilarnau é representada e importada pela Inovini – divisão de vinhos da importadora Aurora.

Que isto se torne rotina no mundo vitivinícola e que tenhamos um futuro mais animador com relação ao ambiente que vivemos e como lidamos com seus recursos.

Até o próximo.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

5ª International Wine Show no Centro de Convenções Frei Caneca

A International Wine Show, evento de degustação de vinhos do mundo, realiza sua quinta edição no dia 28 de julho (sábado), das 16h00 às 21h00, no 4º andar do Centro de Convenções Frei Caneca, integrado ao Shopping Frei Caneca, na capital paulista. São cerca de 300 rótulos, nacionais e importados, dos principais países produtores de vinho do planeta! Tintos, brancos, rosés e espumantes poderão ser degustados e comprados com descontos especiais no evento.

4ª International Wine Show// Foto:  Bruno Polengo

A 5ª International Wine Show reunirá 50 stands de importadoras e vinícolas selecionadas, com a oferta de vinhos em promoção para degustação e compras, além de outros produtos relacionados ao universo enogastronômico.

As importadoras e vinícolas que já confirmaram presença no evento são: 011 Shop, Adega Alentejana, Barrinhas, Bev Group, Bodegas, Cantu, Casa Flora, Casa Perini, Casa Valduga, Caves Santa Cruz, Chandon, Decanter, Devinum, Don Bonifacio, Épice, Fabenne, Galeria dos Vinhos, Grand Cru, Inovini, Interfood, Italia Mais, Italys Wine, KMM, La Charbonnade, La Pastina, Lusovini, Miolo, Mistral, Mr. T, Obra Prima, Optimus, Perez Cruz, Portus, Puklavec, Qualimpor, S&P – Segala & Perini, Santar, Sogrape, Terra Vinis, TW Vinhos, Vinci, Vinhos do Mundo, Vinícola Aurora, Winebrands, Worldwine e Zahil.

Para harmonizar, será servido um buffet composto por queijos, frutas e pães. Destaque para uma mesa com produtos artesanais brasileiros como queijos, geleias, salames e produtos em conserva, todos com degustação e vendas no local. Os produtores são clientes da Local.e, uma nova empresa focada na promoção do consumo local e valorização do pequeno produtor brasileiro. A empresa conta hoje com 15 produtores artesanais parceiros e os ajuda na representação de vendas, inteligência de mercado e ações de trade marketing. As empresas parceiras da Local.e que apresentarão seus produtos na 5ª International Wine Show são: Fazenda Atalaia (queijos frescos e maturados), Frellini Salumeria (embutidos), La Conserveria (conservas) e Troppo (geleias, relishs e picles), todos os produtos naturais, artesanais e sem aditivos químico.

O investimento para participação na 5ª International Wine Show é de R$ 99,00 (1º lote) e os vinhos serão degustados em uma taça personalizada, que o convidado recebe logo na entrada e leva como brinde ao final do evento. O ingresso dá direito também a um Guia com os vinhos de cada expositor.

Realizada pelo Shopping Frei Caneca, a 5ª International Wine Show conta com o patrocínio do Banco Rendimento e do Bradesco e o apoio do Empório Frei Caneca e do Centro de Convenções Frei Caneca. Os parceiros do evento são o Clube Adega, Delta Café, Lindt chocolates e a Local.e.

Serviço:
5ª International Wine Show no Centro de Convenções Frei Caneca
Quando: 28.07.2018 (sábado)
Horário: 16h00 às 21h00
Valor do Convite: R$ 99,00
Compras pelo Ingresso Rápido ou no Empório Frei Caneca
Local: Centro de Convenções Frei Caneca – 4º Andar
Rua Frei Caneca, 569 – Consolação - São Paulo - SP

ENTRADA PROIBIDA PARA MENORES DE 18 ANOS

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Coyam 2014

A vinícola Viña Emiliana está localizada nos principais vales de vinho do Chile: Valle de Casablanca, Valle del Maipo, Valle del Cachapoal, Valle de Colchagua e Valle del Bio-Bio. Dessa maneira, aproveita-se ao máximo os benefícios que cada uma destas diferentes geografias têm à oferecer à cada variedade de uva e seus respectivos cultivos. Ela se caracteriza por produzir apenas vinhos orgânicos e biodinâmicos, de forma a preservar o equilíbrio natural da vida, do ser humano e do meio ambiente. Produzir vinhos desta maneira torna-os no final mais saudáveis, únicos e de melhor qualidade.


Falando sobre o Coyam 2014, podemos acrescentar que é um vinho feito a partir de uvas Cabernet Sauvignon (12%), Carmenère (17%), Malbec (3%), Merlot (31%), Mourvèdre (3%)e Syrah (34%). Após a colheita, seleção e fermentação das uvas, o vinho estagia durante 14 meses em barricas de carvalho (80% francês e 20% americano). Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea profunda, brilhante e limpida. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, especiarias, chocolate, toques terrosos e herbáceos.

Na boca o vinho se mostrou encorpado com boa acidez e taninos redondos. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e saboroso.

Um belo vinho chileno, ícone da vinícola e um dos tops quando falamos de vinhos do chile. Eu recomendo a prova. Foi o fiel escudeiro de um belo corte de short rib e fez a alegria da noite.

Até o próximo.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Filipa Pato 3B Rosé Brut

Filipa Pato e William Wouters é uma colaboração mágica de esposa e marido. Sua filosofia é simples: criar vinhos autênticos sem maquiagem,expressando a verdadeira natureza dos vinhedos de onde eles vêm. Eles se concentram apenas em uvas indígenas portuguesas: Baga, Bical, Arinto, Cercial e Maria Gomes criam vinhos com alma de vinhedos com solos, microclimas e aspecto ideais para o cultivo de tais uvas com práticas vitícolas biododinâmicas. Filipa Pato com sua pós-graduação da Universidade de Coimbra como engenheira química refinou suas habilidades de vinicultores em Bordeaux, França - Mendoza, Argentina e Margaret River, na Austrália, e com seu pai Luis Pato, o rebelde Baga. William Wouters vem de uma família de restauradores de Antuérpia, na Bélgica. Ele é um sommelier, dono de restaurante e ex-chefe de cozinha da seleção nacional de futebol da Bélgica na Copa do Mundo no Brasil e na Copa da Europa na França. Juntos, Filipa e William compartilham todas as suas experiências: o amor pela comida e pelo vinho, encontros com grandes produtores de vinho, sommeliers e amantes do vinho de todo o mundo e a mágica e inexaurível cultura do mundo do vinho. Hoje para Filipa e William, o Ois do Bairro é o centro do seu universo do vinho.
 

Falando agora do Filipa Pato 3B Rosé Brut, podemos ainda acrescentar que o vinho espumante feito a partir do método tradicional com as uvas Bical e Baga sendo que o vinho fermenta com leveduras indígenas em barril de 650 litros (baga) e em cubas de inox (bical) a temperaturas inferiores a 16ºC. Vamos as impressões?

Na taça o vinho espumante apresentou coloração salmão levemente mais escura com bom brilho e limpidez. Perlage fina, persistente e cremosa.
No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, tostado, fermento de pão e leves toques minerais que trazem aquele que de "salinidade" no nariz.

Na boca o vinho espumante apresentou corpo médio, boa acidez e boa cremosidade aliada a formação de perlage que "estoura" no paladar. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e extremamente fresco.

Um belo "bruto" português com certeza, que deve agradar em cheio para aquela comemoração especial. No meu caso, foi um jantar de dia dos namorados no meu restaurante português preferido de sampa, o Ora Pois Serra da Cantareira. Eu recomendo, o vinho espumante e o restaurante.

Até o próximo!

terça-feira, 3 de julho de 2018

Haras de Pirque Reserva de Propiedad 2016

A vinícola Haras de Pirque está situada em Pirque, uma das áreas mais prestigiadas e históricas do Vale do Maipo, no Chile. No sopé da cordilheira de Los Andes, na área central do país, em uma zona privilegiada para o plantio de vinhas. Entre 500 e 800 metros acima do nível do mar encontra-se o Maipo Alto, uma área com oscilação térmica amena, onde a vegetação nativa, como a murta e os boldos, prosperam, o que em certas ocasiões confere aos vinhos notas balsâmicas distintas. Seus proprietários acreditam firmemente nos fundamentos da sustentabilidade como um dos valores fundamentais da propriedade, tanto para o meio ambiente quanto para a responsabilidade social. Por esta razão, vários projetos foram desenvolvidos com o objetivo de alcançar uma atividade produtiva sustentável e responsável dentro da comunidade, como a agricultura orgânica dos vinhedos, medição da pegada de carbono e programas de eficiência energética, promoção do treinamento e desenvolvimento profissional dos trabalhadores e marcação trabalho e segurança do trabalho como uma das principais prioridades. A propriedade está comprometida com uma visão de longo prazo que busca melhorar os padrões de produção orientados para a qualidade, em um ambiente socialmente responsável por seus trabalhadores e práticas sustentáveis ​​para o território. Um design único, a arquitetura da adega tem a forma de uma ferradura, simbolizando a paixão pelos cavalos de raça pura. Por estar localizado na encosta, os diferentes vasos de fermentação apresentam um desnível acentuado que permite que as uvas e os mostos sejam processados ​​por gravidade, limitando o uso de bombas de água e outros equipamentos. Esta técnica evita substancialmente os riscos de oxidação e é mais suave nos taninos e ajuda a proteger os aromas e sabores do vinho.

Falando agora sobre o Haras de Pirque Reserva de Propiedad 2016, podemos ainda dizer que o vinho é um blend tinto feito a partir das castas Cabernet Sauvignon, Carménère e Cabernet Franc. As parcelas individuais de vinha foram fermentadas separadamente e depois que os vinhos são prensados, eles são colocados em barris de carvalho para serem submetidos à fermentação malolática. Após o envelhecimento nestes barris, o vinho é misturado e engarrafado. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, especiarias, mentolado, tabaco e notas herbáceas agradáveis (não aquela verde, que incomoda, sabe?).

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração (média +).

Um ótimo vinho chileno com um bom custo benefício e que tende a agradar os paladares menos iniciados e os mais iniciados no mundo do vinho. Acompanhou um belo corte de carne (prime rib) com sucesso. É trazido ao Brasil pela Winebrands.

Até o próximo!

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Ribeiro Santo Pinha 2016

A Quinta do Ribeiro Santo localiza-se na freguesia de Oliveira do Conde, concelho de Carregal do Sal, na região demarcada do Dão, em Portugal. A Quinta do Ribeiro foi outrora propriedade do pároco da freguesia. Circundada por um ribeiro onde a água corria todo ano mesmo em anos muito secos, passou a ser apelidada pelo Padre por Quinta do Ribeiro Santo. Foi adquirida pela família de Carlos Lucas em 1994, que replantou de imediato as suas vinhas, dando inicio ao primeiro vinho engarrafado com o seu nome na colheita de 2000. A Região Demarcada do Dão é uma das mais antigas Regiões Vitivinícolas de Portugal, que data de 1908. Localizada no centro de Portugal, em região montanhosa que vai dos 400 aos 700m de altitude, tem como ponto de referência a Serra da Estrela, a mais alta de Portugal continental. O seu nome vem do rio que a atravessa, o Rio Dão. As características dos vinhos são fortemente marcadas pelo terreno granítico e pelo facto de as vinhas se encontrarem inseridas em florestas de pinheiros e eucaliptos.



Sobre o Ribeiro Santo Pinha 2016, podemos ainda afirmar que é um vinho feito a partir das uvas Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz (nativas de Portugal). Toda a vinha encontra-se em regime de produção integrada demonstrando a grande preocupação com as questões ambientais. A conjugação de práticas culturais associadas à utilização criteriosa de produtos biológicos respeitadores do ambiente origina produções equilibradas. Não passa por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, pinho, flores e toques de especiarias.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos domados. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Mais um ótimo portuga para o dia a dia, que surpreende pela qualidade aliada a um bom preço. Eu recomendo a prova. Harmonizou com um bom seriado da Netflix. É trazido ao Brasil pela Winebrands.

Até o próximo!

quinta-feira, 28 de junho de 2018

INOVINI PARTICIPA DA WINE WEEKEND - VINHOS COM ATÉ 30% DE DESCONTO

Importadora marca presença mais uma vez em evento com ações, como provas comentadas, degustações e boas oportunidades de compras de vinhos com desconto de até 30%.


Após mais uma bem sucedida edição do Road Show – evento autoral da Inovini, a importadora estará presente na 9ª edição da Wine Weekend – importante evento do mercado que acontece entre os dias 28 de junho a 01 de julho no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.

Uma das principais características do Wine Weekend é a possibilidade de comprar vinhos com preços promocionais e em seu stand, a Inovini oferecerá descontos que podem chegar a aproximadamente 30%. Grandes vinhos, grandes marcas com preços muito especiais!

Degustações do portfólio da Inovini com profissionais da empresa guiando e mostrando as vinícolas das quais representa, como as premiadas Los Vascos (Chile); González Byass (Espanha); Doña Paula (Argentina), Undurraga (Chile), Hardy´s (Austrália); Kumala (África do Sul), Nino Franco (Itália), Louis Latour (França), entre outras.

Durante o evento o público, consumidores e profissionais da área poderão desfrutar de uma programação completa de workshops e palestras. “Em eventos como esses, temos a oportunidade de um contato direto com o público e de podermos apresentar de uma forma mais clara cada uma das marcas que representamos, além, claro, de fazermos negócios. Inovini tem marcas consagradas e de parcerias de longa data em seu catálogo, bem como novidades como Gassier, da Provence e o português Herdade do Perdigão e já adiantamos que temos grandes lançamentos a caminho”, diz Rodrigo Fumagalli, gerente da divisão de Novo Mundo da Inovini.

Serviço
Wine Weekend
Data: 28 de junho – 01 de junho
Quinta a sábado: das 12h às 22h
Domingo: 12h às 20h
Local: Parque Ibirapuera – Pavilhão Bienal

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Champanhe para se beber no espaço, ele existe!!

Nenhum ser humano esteve na lua desde 1972. Talvez porque seja um longo voo para lá, ou talvez por que o álcool não viaje bem em naves espaciais? Felizmente, algumas marcas presunçosas têm trabalhado arduamente tentando preencher esse vazio. No início deste ano, uma cervejaria australiana lançou uma campanha de crowdfunding para concluir o trabalho em uma garrafa de cerveja que pode ser bebido no espaço. Mas para aqueles que preferem beber mais do que uma Bud (outra marca que se comprometeu com viagens interplanetárias), a produtora de Champanhe Maison Mumm prometeu que vai revelar uma garrafa de Champanhe feita para se beber no espaço.


Programado para ser lançado em setembro, o Mumm Grand Cordon Stellar é anunciado como “um avanço revolucionário da tecnologia que possibilita que astronautas e outros viajantes espaciais desfrutem de Champanhe no ambiente desafiador da gravidade zero”. Claro, isso é mais fácil dizer do que faze-lo na prática. No entanto, a Mumm afirma que a nova garrafa é o resultado de uma parceria de três anos com uma startup de design focada especificamente em objetos para uso no espaço chamada Spade. "Em vez de ver a gravidade zero como um problema a ser resolvido, olhamos para isso como uma possibilidade de projeto", disse o fundador da Spade, Octave de Gaulle. “O grande desafio de design para o Mumm Grand Cordon Stellar foi realmente tirar o líquido da garrafa.”

Para resolver esse problema, a garrafa com gravidade zero aparentemente utiliza o próprio gás natural do Champagne “para expelir o líquido em uma estrutura em forma de anel, onde ele é concentrado em uma gotícula de bolhas” que “pode ser passado para alguém e liberado o ar, onde flutua até se juntar em um vidro especialmente projetado ”, explica Mumm.

Se isso soa estranho, a explicação fica ainda mais estranha. Aparentemente, essas “gotículas” têm a aparência de “uma bola de espuma efervescente” até que ela entre na boca do consumidor, onde então retorna a uma forma mais líquida. "É uma sensação muito surpreendente", disse o enólogo da Mumm, Didier Mariotti. “Por causa da gravidade zero, o líquido reveste instantaneamente todo o interior da boca, ampliando as sensações gustativas. Há menos efervescência e mais redondeza e generosidade, permitindo que o vinho se expresse plenamente. ”

Por sorte, a Mumm facilita muito a visualização desses brindes de champanhe com um vídeo filmado em um vôo de teste de gravidade zero. Veja abaixo:


Embora a coisa toda claramente tenha todas as características de um golpe de publicidade, a Mumm sugere que seu novo Grand Cordon Stellar “deve ser servido em breve para os participantes nos voos de gravidade zero organizados pela Air Zero G, enquanto as discussões estão em andamento para fornecê-lo no futuro para missões no espaço e vôos espaciais comerciais. ”E sejamos honestos, se você tem dinheiro para voos comerciais, provavelmente está acostumado a beber muito champanhe… então essa pode ser a inovação que você estava esperando.

Até o próximo!



Matéria original veiculada em www.foodandwine.com/news

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Russolo Refosco Dal Pedunculo Rosso IGT 2012

Por mais de um século a história da família Russolo foi entrelaçada com o mundo da enologia. Tudo começou no final dos anos 1800, quando Giovanni Russolo ficou conhecido como produtor de vinho na região de Pordenone. Nos anos 60, Rino Russolo tornou-se o protagonista de importantes páginas da história do vinho italiano. A empresa toma forma na atual dimensão, em 1974, quando Iginio, juntamente com sua esposa Sonia, dá vida a sua nova atividade. Com a compra de vinhas em San Quirino, que ocorreu em 1990, a quarta geração entra no modo de operação da Companhia e com o apoio e Antonella Rino vai enfrentar novos desafios. No início de 2000, a Russolo deixou suas antigas instalações para se mudar para a nova vinícola San Quirino, construída no centro da empresa principal chamada Ronco Calaj, uma cidade na parte superior do Friuli Ocidental caracterizada por uma notável proximidade com as Dolomitas de Pordenone.


Falando agora do Russolo Refosco Dal Pedunculo Rosso IGT 2012, podemo afirmar ainda que o vinho é feito com 100% de uvas Refosco oriundas do vinhedo Ronco Calaj, maior em tamanho e importância para a vinícola. No final da fermentação, o vinho é mantido em barris de carvalho francês e americano por cerca de 12 meses. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, balsâmico, herbáceo com ligeiro toque especiado. Ao fundo de taça era possível notar toques tostados.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos marcados. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Um bom vinho italiano, diferente do usual e com uma uva que não é muito difundida por aqui. De qualquer maneira eu recomendo a prova. Este é mais um vinho do clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Alabastro Reserva 2014

A Bacalhôa Vinho de Portugal, produtora do vinho de hoje, dispensa muitas apresentações. É uma das gigantes do mundo do vinho, conhecida e presente no mundo todo com belos caldos, desde os mais simples até seus vinhos premium. De qualquer maneira, é sempre bom darmos uma injeção de ânimo na nossa memória e trazer um pouco da história de sucesso desta empresa aqui para os leitores do blog. A Bacalhôa Vinhos de Portugal existe desde 1922, inicialmente sob a designação de João Pires & Filhos, tendo se desenvolvido ao longo dos anos com uma vasta gama de vinhos que lhe granjeou uma sólida reputação e a preferência de consumidores nacionais e internacionais. Ganhou um grande impulso com a parceria com o Grupo Francês Lafitte Rothschild e a aquisição de propriedades como a Quinta do Carmo, por exemplo. Está presente em 7 regiões vitícolas portuguesas (Alentejo, Península de Setúbal (Azeitão), Lisboa, Bairrada, Dão e Douro), com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vínicos (adegas), a empresa distingue-se no mercado pela sua dimensão e pela autonomia em 70% na produção própria. Com uma capacidade total de 20 milhões de litros e 15.000 barricas de carvalho, a Bacalhôa Vinhos de Portugal prossegue a sua aposta na inovação no setor, tendo em vista a criação de vinhos que proporcionem experiências únicas e surpreendentes, com uma elevada qualidade e consistência.


Falando agora um pouco do Alabastro Reserva 2014, podemos ainda afirmar que é um blend das uvas Alicante Bouschet, Aragonez e Trincadeira com passagem de 6 a 9 meses em barrica de carvalho francês. A curiosidade aqui é que Alabastro, nome do vinho, é o nome de um tipo de pedra mármore típica da região. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e sem cor também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, baunilha, tostado e toques de especiarias.

Na boca o vinho mostrou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

É como eu sempre digo, os portugueses vivem me surpreendendo positivamente. Este sem dúvida é um belo vinho, de entrada de gama eu diria, e que deve agradar o paladar do brasileiro. Normalmente encontro promoções deste vinho no Pão de Açúcar e vale o quanto custa. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Kilikanoon Killerman's Run Clare Valley Shiraz 2013

A Kilikanoon foi fundada em 1997, quando o enólogo e proprietário Kevin Mitchell comprou a propriedade de mesmo nome na aldeia de Penwortham, no pitoresco Clare Valley, na Austrália Meridional. Vindo de uma longa linhagem de viticultores, Kevin teve a oportunidade de transformar a visão de criar sua própria marca de vinhos em realidade. O pai de Kevin, Mort Mitchell, tem sido uma influência definidora, plantando e cuidando dos vinhedos de Kilikanoon na Golden Hills, incluindo o famoso Mort's Block, por mais de 40 anos. O fascínio de Kevin pelo terroir é o resultado de anos passados ​​jogando e, eventualmente, trabalhando nessas vinícolas ao lado de seu pai. Os primeiros vinhos da marca Kilikanoon da safra de 1997 foram quatro vinhos únicos, cada um dos vinhedos de Kevin e Mort. Estes eram o 'Oracle' Shiraz, 'Prodigal' Grenache, 'Blocks Road' Cabernet e 'Mort's Block' Watervale Riesling. A expansão da Kilikanoon foi possível graças a parcerias inestimáveis, juntamente com a aquisição e o acesso a vinhedos excepcionais nas mais estimadas regiões de cultivo de uvas no sul da Austrália, incluindo o Barossa Valley e o McLaren Valley. De origens humildes com apenas 25.000 garrafas produzidas desde a primeira safra, a Kilikanoon cresceu significativamente, agora exportando para mais de 25 países. A marca se tornou uma das principais marcas de vinhos da Austrália.


Falando agora do Kilikanoon Killerman's Run Clare Valley Shiraz 2013, podemos ainda afirmar que o mesmo é feito a partir de parcelas premium de uvas Syrah selecionadas do outro lado do Clare Valley. O vinho faz parte das linha de entrada da vinícola. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, especiarias (tanto as doces como as pimentas), chocolate, pinho e toques de fumaça ao fundo. Com a taça mais vazia também se notava um certo quê de tostado.

Na boca o vinho se mostrou encorpado com taninos finos e boa acidez. O final era de loga duração.

Um belo vinho de uma região que não costumamos provar muito por aqui no Balaio. Dequalquer maneira, tem muita tipicidade e tende a agradar paladares diversos. Eu recomendo a prova.

Até o próximo.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Mimos Veuve Clicquot para o dia dos namorados!

Se você está com dúvidas sobre o que fazer para impressionar o namorado(a), a Veuve Clicquot tem uma dica que pode te ajudar. Vamos ver abaixo do que se trata?

CLICQUOT CAKE

Um lindo coffret para celebrar a data mais romântica do ano


A data mais romântica do ano tem destino certo! E a Veuve Clicquot a torna ainda mais memorável! O Clicquot Cake, um presente especial da marca, será oferecido aos casais que se hospedarem com o pacote de dia dos namorados* nos hoteis Unique (S. Paulo), Kenoa (Barra de São Miguel, AL), Nannai (Ipojuca, PE), Zorah (Trairi, PE) e Villa do Comendador (Pirenópolis, GO).

O casal será presenteado com o Clicquot Cake, uma deliciosa surpresa criada pela Maison para celebrar os 200 anos de aniversário do primeiro champagne rosé, criação da Madame Clicquot. Um lindo coffret em formato de bolo construído a partir de estilosas latas de tinta que, ao ser aberto, transforma-se em um elegante balde de gelo, acompanhando de uma garrafa de Veuve Clicquot Rosé de 750 ml, a estrela da festa. As latas de tinta desta inovação simbolizam a importância da cor na arte do assemblage, o segredo desvendado pela Madame Clicquot para a criação deste champagne em 1818. Já o formato de bolo é em homenagem ao aniversário dos 200 anos do champagne Rosé.

Com o Clicquot Cake, qualquer data se torna especial para celebrar! So Clicquot... So Romantic!

*Para reserva e informações sobre os pacotes, entrar em contato diretamente com o hotel participante da ação de namorados Veuve Clicquot:

Hotel Unique | www.hotelunique.com.br | (11) 3055-4700
Kenoa | www.kenoaresort.com | (82)3272-1285
Nannai Resort & Spa | www.nannai.com.br |81) 3552-0100
Zorah Beach Hotel | www.zorahbeach.com.br | (85) 98160-1249
Villa do Comendador | www.villadocomendador.com.br | (62) 3331-2424