quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Palácio da Bacalhôa 2013

A Bacalhôa Vinho de Portugal, produtora do vinho de hoje, dispensa muitas apresentações. É uma das gigantes do mundo do vinho, conhecida e presente no mundo todo com belos caldos, desde os mais simples até seus vinhos premium. De qualquer maneira, é sempre bom darmos uma injeção de ânimo na nossa memória e trazer um pouco da história de sucesso desta empresa aqui para os leitores do blog. A Bacalhôa Vinhos de Portugal existe desde 1922, inicialmente sob a designação de João Pires & Filhos, tendo se desenvolvido ao longo dos anos com uma vasta gama de vinhos que lhe granjeou uma sólida reputação e a preferência de consumidores nacionais e internacionais. Ganhou um grande impulso com a parceria com o Grupo Francês Lafitte Rothschild e a aquisição de propriedades como a Quinta do Carmo, por exemplo. Está presente em 7 regiões vitícolas portuguesas (Alentejo, Península de Setúbal (Azeitão), Lisboa, Bairrada, Dão e Douro), com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vínicos (adegas), a empresa distingue-se no mercado pela sua dimensão e pela autonomia em 70% na produção própria. Com uma capacidade total de 20 milhões de litros e 15.000 barricas de carvalho, a Bacalhôa Vinhos de Portugal prossegue a sua aposta na inovação no setor, tendo em vista a criação de vinhos que proporcionem experiências únicas e surpreendentes, com uma elevada qualidade e consistência.


Falando agora do Palácio da Bacalhôa 2013, podemos afirmar que o vinho é feito a partir das uvas Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot oriundas da região da Península de Setúbal sendo que 12% do mosto fermentou e estagiou 4 meses em barricas novas de carvalho francês. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma profunda cor violácea, muita intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, mais lentas e coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos maduros, baunilha, café, especiarias, mentolado e leve tostado.

Na boca o  vinho se mostrou encorpado, com boa acidez e taninos redondos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Um baita vinho português ora pois, delicioso, complexo, guloso, enfim, nem da pra falar muito. Recomendo a prova.

Até o próximo!

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