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Monday, April 23, 2018

Monte Tessa Primitivo Di Manduria 2016

A Monte Tessa, produtora do vinho de hoje, é uma empresa única que sabe misturar o respeito pela tradição com a inovação, os métodos de processamento e a missão daqueles que, todos os dias, dão o melhor de si às suas terras. Uma empresa mergulhada em sua terra vermelha, de suor e fadiga, de paixão e trabalho. Um trabalho, o dos campos, que dá muitas satisfações, diretamente proporcional ao trabalho duro daqueles que, inabaláveis, de várias gerações trabalham ininterruptamente para trazer à sua mesa um delicioso e excelente vinho. Monte Tessa vem de uma tradição ancestral, um culto ao amor pela terra: Puglia, Itália, uma autêntica encruzilhada das culturas mediterrânicas. Monte Tessa vem de uma tradição ancestral, um culto ao amor pela terra: Puglia, uma autêntica encruzilhada das culturas mediterrânicas.


Sobre o Monte Tessa Primitivo Di Manduria 2016, podemos acrescentar que é um vinho feito 100% com uvas Primitivo da região de Salento-Manduria de vinhas com idades que variam de 15 a 40 anos. Após a fermentação, o vinho é colocado em barris de carvalho francês de tosta média onde a fermentação malolática ocorre e permanece por 6 meses para amdurecimento. Posteriormente, é engarrafado onde permanece por 4 meses antes de ser liberado ao mercado. Vamos as impressões?


Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos negros em compota, especiarias, baunilha, café expresso e leve toque floral.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração.

Mais um Primitivo que provamos por aqui, um dos vinhos que mais gosto e que foi o fiel escudeiro de um belo corte de carne. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!


Thursday, December 22, 2016

Café Journal & Torrevento Bolonero Castel del Monte 2014

Um dia desses que já ficou pra trás neste apressadinho ano que se esvai, tive a oportunidade de revisitar um local que a muito tempo não o fazia e que para corroborar com minha última visita, continua num nível de excelência gastronômica muito alta. Estou falando do Café Journal, na Zona Sul de São Paulo.

Parafraseando um post meu anterior, posso dizer que a casa consegue aliar com maestria um ambiente rústico e requintado ao mesmo tempo. Detalhes como tijolos a vista, antiguidades, obras de arte e cada mesa com sua vela fazem do local muito aconchegante e ideal para uma visita a dois. Embora se intitulem como um restaurante de gastronomia paulistana, entendo que a influência italiana é grande na escolha dos pratos, com massas e cortes de carne bem interessantes. Conta também com uma invejável carta de vinhos, que pode ser consultada em um Ipad além de uma enomatic, máquina onde você pode provar mais de um tipo de vinho, devidamente preservado a vácuo, e em porções menores, mantendo sempre sua qualidade. Uma coisa interessante de se notar é que, muito da qualidade do atendimento e do que lá é servido tem o dedo do proprietário, Denis Rezende, que está sempre por lá supervisionando sua turma.

No quadro de cima o Ossobuco, abaixo o bife ancho.

Sapeando o cardápio, não tive dúvidas do meu prato: Ossobuco de Angus com Polenta Cremosa, preparado sob lenta cocção e a baixas temperaturas, resultando em uma carne extremamente suculenta, soltando do osso e de sabor inigualável. Isso sem falar do tutano que preenche o centro do osso, uma iguaria rica em sabor e textura. Detalhe para o charme da panelinha onde a polenta é servida. Já minha esposa escolheu o Bife Ancho com arroz Biro Biro, também feito a partir de um corte de carne Angus servido com com molho chimichurri e Arroz Biro Biro com coco. O casamento do corte da carne com o molho tipicamente argentino é especial e o coco dá uma crocância a mais para o arroz.


O vinho escolhido para a hercúlea tarefa de acompanhar esta incrível refeição foi o Torrevento Bolonero Castel del Monte 2014, um vinho proveniente da região da Puglia, na Itália. A vínicola Torrevento está situada na zona mais dura e selvagem da região, no noroeste de Murgia, aos pés do imponente Castel del Monte, construção fortificada que servira de defesa para a propriedade em tempo ancestrais. Esta zona é chamada Torre do Vento (Torre del Vento, ou Torrevento numa contração), onde um antigo mosteiro do século XVIII, cercado por 400 hectares de terra, acolhe o coração da fazenda desde 1948. Falando sobre o Torrevento Bolonero Castel del Monte 2014 em si, o vinho é um blend das uvas Nero di Troia e Aglianico, sem passagem por madeira, somente um período em tanques de aço inox. Resulta em um vinho de coloração rubi violácea de média intensidade com bom brilho e limpidez. Nos aromas o vinho surpreende, contrastando sua simplicidade com certa complexidade, variando de frutos vermelhos para especiarias, folhas de ervas e chá e algo de defumado. Na boca tende a ficar entre um corpo médio e encorpado, com ótima acidez e taninos aveludados. O retrogosto confirmou o olfato e o final era de média para longa duração. Entendo que foi uma boa escolha levando-se em conta os pratos escolhidos.

Uma bela refeição e um belo vinho italiano para fechar um passeio romântico de maneira magistral. Eu recomendo a prova, do restaurante e do vinho. Quem ainda não foi, deve ir. Penso que não se arrependerá. Esta minha visita só veio a corroborar com a visão da qualidade gastronômica e atendimento especial que eu já possuía do local. Aproveite sem moderação. Não é barato, mas vale o quanto cobra.

Até o próximo!

Thursday, September 8, 2016

Mandorla Primitivo Puglia IGT 2014

Em 05 de abril de 1991 nasceu a MGM Mondo del Vino, produtora do vinho de hoje, de um encontro entre os fundadores Alfeo Martini, Roger Gabb e Christoph Mack, enólogos e especialistas na indústria do vinho, com produtores de vinho de longa experiência em diferentes continentes. Desse encontro nasceu uma nova maneira de pensar, produzir e comercializar o vinho italiano de qualidade. Desde 2005 os fundadores venderam as ações da empresa de empresa, incentivando o espírito de participação no projeto da MGM Mondo del Vino. Hoje a produção MGM Mondo del Vino é comandada por enólogos e biólogos: uma equipe que cuida da vinificação, do refino, embalagem e controle de qualidade. Em 2013, a MGM Mondo del Vino entrou para o grupo Mondodelvino Group SpA. Atualmente produz cerca de 25 milhões de garrafas e de 4,5 milhões de bag in box, que exporta para mais de 55 países em todo o mundo. As uvas são selecionados através de acordos diretos com cooperativas de produtores e empresas privadas.


Já sobre o Mandorla Primitivo Puglia IGT 2014, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito a partir de uvas 100% Primitivo da região da Puglia, no Sul da Itália e ao que tudo indica, como não encontrei informações que contradigam a informação, não deve ter passagem por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos maduros, especiarias dentre as quais destaco pimenta, canela e noz moscada, além de leve toque terroso. 

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios e sedosos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Um bom vinho italiano que, a despeito da falta de interesse comum aos "especialistas" de vinhos, se mostrou com muita qualidade sem aquele dulçor tão falado nos vinhos feitos a partir desta casta. Eu recomendo a prova. Acompanhou bravamente uma massa recheada de ricota e salsinha com molho quatro queijos gratinado e um filé a milanesa da Osteria Generale. Aliás, precisamos conversar sobre este lugar. Um dia desses...

Até o próximo!

Thursday, August 11, 2016

Macchia Primitivo di Manduria 2012

Com a colheita de 1961, a Sociedade Cooperativa Cantine Lizzano foi criada, produzindo o vinho das primeiras uvas deixadas por 111 parceiros, pioneiros do desenvolvimento econômico e social no sul da Itália, na famosa região de Puglia. Uma terra avermelhada e beijada pelo sol, cobrindo uma camada de rocha calcária, que é sacudida por ventos contrários que escoa através dos muros de pedra seca e difundindo o perfume da mata e oliveiras do Mediterrâneo. Em 1989, Luigi Ruggiero, médico e fazendeiro, reuniu um grupo de produtores de vinho para aumentar a produção local, combinando as práticas tradicionais com as mais modernas técnicas de vinificação recebendo então o selo de DOC. 


Sobre o Macchia Primitivo di Manduria 2012, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito 100% com uvas Primitivo da região de Lizzano, em Salento na Puglia. Passa por um periodo entre 5 a 6 meses em grandes barricas de carvalho francês para maturação. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com ligeiro halo granada, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, de média velocidade e alguma cor.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutas negras em compota, especiarias, capuccino e chocolate.

Na boca o vinho apresentou corpo médio para encorpado, boa acidez e taninos redondos. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e saboroso.

Mais um belo vinho italiano provado por aqui e mais do que isso, aprovado. A garrafa parecia menor pois acabou bem rapidinho. Eu recomendo.

Até o próximo!

Wednesday, February 17, 2016

Santoro Primitivo Puglia IGT 2013

A Feudi di San Marzano encontra-se na região de Salento, na Puglia, situada na região denominada antigamente como Greci Enotria (terra do vinho) – da Magna Grécia. A vinícola iniciou suas operações em 2003 e tem como característica o contraste do cuidado manual do vinhedo, seguindo as mais antigas tradições, e a aplicação da modernidade no seu processo de vinificação. Isso, para exprimir em seus vinhos, o máximo das qualidades e características de suas uvas (informações retiradas do site do importador, World Wine).


Sobre o Santoro Primitivo Puglia IGT 2013 podemos ainda acrescentar que é um vinho feito 100% com uvas Primitivo sem passagem por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma coloração rubi violácea de grande intensidade com um bom brilho e boa limpidez. Lágrimas mais gordinhas, coloridas e lenta também apareceram quando rodávamos a taça.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros e vermelhos e chocolate.

Na boca o vinho tinha corpo médio, boa acidez e taninos macios e sedosos. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e saboroso.

Mais um bom vinho italiano degustado por aqui, que deve agradar todos os paladares, do mais experientes aos recém iniciados no mundo do vinho. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

Tuesday, December 22, 2015

San Marzano Talò Primitivo di Manduria 2013

Talvez os vinhos italianos sejam os que mais cresceram no meu conceito durante todo o ano de 2015. Eu provei diversos vinhos, diversos produtores, baratos, caros, médios e depois de ter uma admiração pela Toscana, a Itália se tornou a menina dos meus olhos. E sempre que possível, procuro provar diferentes produtores, diferentes rótulos e me surpreender a cada um deles. E fez parte dessa (re)descoberta o vinho de hoje. Estou falando do San Marzano Talò Primitivo di Manduria 2013.


O vinho é produzido pela Cantine San Marzano, cuja história remonta a meados dos anos 60. Em 1962, alguns vinhateiros da região de San Marzano, cujas famílias haviam cultivado a terra por lá disponíveis por gerações, combinaram seus esforços para fundar a "Cantine San Marzano". Através das décadas esta coooperativa tem crescido significativamente, atraindo mais de 1200 viticultores, o uso de plantas modernas e tecnologicamente avançadas e produção de vinhos elegantes sem esquecer a obrigação e a manutenção das mais antigas tradições do vinho de Puglia. Hoje em dia a fusão de tradição honrada, tempo, paixão e sensibilidade com técnicas contemporâneas lhes permite produzir vinhos com varietais autóctones e características regionais, refletindo maravilhosamente a atenção individual, variação sazonal e terroir local.

A região como não poderia deixar de ser é a Apulia (ou Puglia como conhecemos), no coração da aclamada denominação de "Primitivo di Manduria", uma faixa de terra entre dois mares: Jônico e Adriático. Belas paisagens na província de Taranto e Brindisi, onde vinhedos e oliveiras florescem lado a lado. Definitivamente, o solo dos vinhedos e o terroir do Mediterrâneo desempenham um papel fundamental na produção de vinhos de altíssima qualidade, como é o caso dos vinhos da vinícola San Marzano. Nas mãos de enólogos apaixonados, mesmo os frutos das vinhas mais jovens tornam-se vinhos encorpados, generosos e elegantes. São vinhos que, com certeza, vão superar ainda mais todas as expectativas.

Sobre o San Marzano Talò Primitivo di Manduria 2013, podemos ainda acrescentar que é um vinho 100% feito com uvas Primitivo da área de San Marzano, em Salento, na Puglia. Passa por envelhecimento de 6 meses em barricas de carvalho americano e francês. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média para grande intensidade, bom beilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos bem maduros, baunilha e chocolate. 

Na boca o vinho se mostrou de médio corpo para encorpado, taninos macios e redondos e acidez na medida. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Mais um belo vinho italiano degustado por aqui, que deve agradar todos os paladares, do mais experientes aos recém iniciados no mundo do vinho. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

Wednesday, September 9, 2015

Conte di Monforte Negroamaro IGT Puglia 2013

Quanto mais eu bebo vinhos italianos mais eu chego a conclusão de que eu gosto muito daquele país e que menos eu sei sobre seus costumes, regiões, e claro, seus vinhos. Mas aí é que reside a graça de beber e degustar para conhecer. Hoje vamos a região Sul da Itália, mais precisamente a Puglia. A Puglia é uma área ideal para o cultivo de uvas, com temperaturas médias de cerca de 17,5 ° e com precipitação média anual inferior a 500 mm, com chuvas raras de alta intensidade, concentradas no período entre outubro e março, ainda durante o ciclo da videira. Os ventos, principalmente sudeste e norte, têm alta intensidade e uma distribuição uniforme. Seu solo vermelho, especialmente argila e calcário, garante também muita riqueza e estrutura aromática aos vinhos.


A Vinícola Conte di Monforte foi fundada em 1929 e é a ponte ideal entre o DOC e o IGT na região, no sul da Itália (sabe ali no saltinho da bota?). Uma casa dedicada à produção de vinhos de alta qualidade à todos os amantes do bom gosto e estilo moderno. Por esta razão, Conte di Monforte interpreta inovando as mais prestigiadas DOC e IGT na região, aumentando o frescor e o prazer de beber, para trazer sabores únicos.

Já falando especificamente do vinho alvo do post de hoje, o Conte di Monforte Negroamaro IGT Puglia 2013, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito com uvas 100% Negroamaro com passagem de seis meses por barricas de carvalho. Vamos as impressões?

Na taça o vinho mostrou uma coloração rubi violácea de média intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas compunham ainda o conjunto visual.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutas vermelhas bem maduras, algo de especiarias e leve toque de tabaco.

Na boca o vinho se mostrou com médio corpo, boa acidez e taninos marcados e presentes. O retrogosto confirma o olfato e adiciona uma nuance de ervas, tipo infusão, não detectada no nariz. O final era de média duração.

Me parece ser uma boa opção de vinho italiano para quem não conhece, uma uva nativa/autóctone da região e que, mostrou bom custo benefício. Recomendo que provem.

Até o próximo!

Monday, February 9, 2015

Luccarelli Primitivo Puglia IGP 2013, asinhas de frango e Superbowl!

Estou em dívida com meu blog e com vocês, queridos leitores, pois semana passada, devido a uma alta demanda no trabalho, não consegui postar muita coisa. E estou tentando recapitular tudo que bebi e postar por aqui. E não tem sido fácil. Mas hoje vamos falar um pouco de um vinho italiano que eu considero um curinga, que cai bem com quase tudo que comemos ou mesmo sozinho e em boa companhia. Estou falando do Luccarelli Primitivo Puglia IGP 2013.


O vinho é produzido pela Terre di Sava, uma empresa que foi fundada em 2008 por um grupo de empresários amigos e amantes do vinho, com o intuito de fortalecer a imagem vitivinícola da região. Está localizada no sul da Itália, bem no salto da bota (alusão ao formato do território italiano), na Puglia, mais especificamente na região de Sava, uma área muito reconhecida pela produção excepcional de vinhos compostos por uvas autóctones italianas. No total, Terre di Sava apresenta 400 hectares de vinhas, onde, as principais variedades cultivadas são: a Primitivo, Negroamaro, Malvasia Nera, Malvasia Bianca e Verdeca. A enóloga responsável pela vinícola é Caterina Bellanova que tem por filosofia o compromisso pessoal com os pequenos produtores locais e com suas terras: “Isso reflete na elegância e complexidade presentes na estrutura deste vinho.”

Sobre o Luccarelli Primitivo Puglia IGP 2013 podemos complementar um pouco dizendo que o vinho é feito com 100% de uvas Primitivo e que não passa por barricas. A curiosidade fica por conta desta casta, a Primitivo, que é uma prima distante da Zinfandel americana, provavelmente oriundas da Croácia há muitos anos atrás. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma bonita cor violácea de grande intensidade, bom brilho e pouca transparência. Lágrimas finas, abundantes e coloridas compunham também o aspecto visual.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros maduros, especiarias e baunilha. 

Na boca o vinho se mostrou de médio corpo, boa acidez, taninos macios e redondos. Retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Um bom vinho no quesito custo benefício, macio e fácil de beber. Eu, como dito anteriormente, considero um bom curinga e daqueles pode ser usado para se introduzir pessoas que ainda não tem um paladar para o vinho. Acompanhou minhas asinhas de frango picantes e o jogo do Superbowl, embalando a noite. Eu recomendo.

Até o próximo!