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Friday, March 6, 2015

Intipalka Valle do Sol Malbec 2013: Mais vinho do Peru!

Nos últimos tempos andei provando vários vinhos do Peru, sim do Peru vejam só, e estou cada vez mais convicto de que, quando se trabalha com afinco e com dedicação, o resultado é sempre satisfatório. Vejam, antes que venham me achincalhar dizendo que eu não sei do que estou falando, não estou aqui a comparar os vinhos Peruanos com nenhum outro do mundo, estou apenas constatando que podemos ter opções de vinhos fora do usual (Argentina e Chile) para o nosso dia a dia. E hoje foi a vez do Intipalka Valle do Sol Malbec 2013.


Um dos maiores produtores de Pisco (bebida destilada a base de uvas) do mundo, o Peru também começa agora a figurar entre os países produtores de vinho, ainda que em uma menor escala. E um produtor que tem apostado e alto neste mercado, e claro, coincidentemente é o produtor do vinho de hoje, Santiago Queirolo, nas cercanias de Lima, no Peru. Sua fundação se deu em 1880, com a fabricação de Pisco e de vinhos coloniais (ou de garrafão) feitos a base de uvas de mesa. Entre mudanças da localização dos vinhedos à modernização da bodega, a terceira geração da família assume o controle da vinícola e o grande salto qualitativo acontece. E esta modernização inclui a aquisição e plantio de vinhas na região do do Vale do Ica, região mais ao sul de Lima, da onde vem as uvas Malbec que compõe o vinho de hoje. Por ser da linha de vinhos jovens varietais, não passar por envelhecimento em barricas. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma bonita coloração violácea de média intensidade, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas, em boa quantidade e com alguma cor também compunham o aspecto visual.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, chocolate e leve toque terroso.

Na boca o vinho mostrou-se de corpo médio, boa acidez e taninos macios. Retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Um bom vinho no quesito custo benefício, que pode compor refeições mais simples e ser um curinga para o dia a dia. Recebi mais esse bom vinho do Winelands Clube do Vinho, o Clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

Tuesday, February 3, 2015

Intipalka Valle do Sol Chardonnay 2013 : A sorte do ano está lançada!

Eu estava procurando em meus alfarrábios se eu tinha algum vinho que havia degustado e não tinha postado quando me deparei com este, do post de hoje, que serviu para abrir os trabalhos no dia do jantar de réveillon. Estou falando do Intipalka Valle do Sol Chardonnay 2013. Vamos ver um pouco mais sobre ele?


Um dos maiores produtores de Pisco (bebida destilada a base de uvas) do mundo, o Peru também começa agora a figurar entre os países produtores de vinho, ainda que em uma menor escala. E um produtor que tem apostado e alto neste mercado, e claro, coincidentemente é o produtor do vinho de hoje, Santiago Queirolo, nas cercanias de Lima, no Peru. Sua fundação se deu em 1880, com a fabricação de Pisco e de vinhos coloniais (ou de garrafão) feitos a base de uvas de mesa. Entre mudanças da localização dos vinhedos à modernização da bodega, a terceira geração da família assume o controle da vinícola e o grande salto qualitativo acontece. E esta modernização inclui a aquisição e plantio de vinhas na região do do Vale do Ica, região mais ao sul de Lima, da onde vem as uvas Chardonnay que compõe o vinho de hoje. Não Passa por barricas. Vamos as impressões?
Na taça o vinho apresentou uma bonita cor amarelo palha com reflexos esverdeados, muito límpida e brilhante.

No nariz o vinho apresentou aromas de abacaxi, pêssegos e leve toque de mel.

Na boca o vinho se mostrou de médio corpo e com uma ótima acidez. Retrogosto confirmou o olfato e tinha um final de média duração.

O detalhe da foto é a companhia do vinho: Kaeru, o sapo da sorte japonês. Na língua japonesa, além de sapo, Kaeru significa também retorno. Entre o povo japonês, tal animal é muito respeitado. Diz a tradição japonesa que carregar um sapinho em madeira, porcelana ou qualquer outro material dentro da bolsa ou da carteira, faz todo o dinheiro gasto deve retornar. E foi assim que eu fiz um pedido de ano novo.

Um bom vinho branco para o dia a dia, bem feito e sem defeitos. Acompanha uma boa conversa ou mesmo uma refeição rápida e despretensiosa. Convida ao próximo gole. Recebi mais esse bom vinho do Winelands Clube do Vinho, o Clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

Monday, January 5, 2015

Intipalka Extra Brut: O Natal borbulhante chegou ao Peru!

Da série dos vinhos espumantes consumidos durante as festividades do Natal, surgiu (mais) uma grata surpresa vinda do Peru. Desta vez falaremos do Intipalka Extra Brut. Vamos ver o que descobrimos e percebemos dele?


Um dos maiores produtores de Pisco (bebida destilada a base de uvas) do mundo, o Peru também começa agora a figurar entre os países produtores de vinho, ainda que em uma menor escala. E um produtor que tem apostado e alto neste mercado, e claro, coincidentemente é o produtor do vinho de hoje, Santiago Queirolo, nas cercanias de Lima, no Peru. Sua fundação se deu em 1880, com a fabricação de Pisco e de vinhos coloniais (ou de garrafão) feitos a base de uvas de mesa. Entre mudanças da localização dos vinhedos à modernização da bodega, a terceira geração da família assume o controle da vinícola e o grande salto qualitativo acontece. E esta modernização inclui a aquisição e plantio de vinhas na região do do Vale do Ica, região mais ao sul de Lima, da onde vem as uvas Chardonnay que compõe o vinho espumante de hoje. É feito pelo método Charmat e fica 4 meses em tanques, em contato com as leveduras após a segunda fermentação, para posterior engarrafamento.

Na taça o vinho espumante apresentou uma coloração amarelo palha com reflexos tendendo a um verde claro, bom brilho, boa transparência e formação consistente de pequenas borbulhas com consequente boa formação de coroa.

No nariz o vinho espumante apresentou aromas de frutos cítricos (abacaxi em destaque), toques florais e leve lembrança de mel.

Na boca o vinho espumante se mostrou leve, com excelente acidez e boa formação de espuma. Retrogosto confirma o olfato e o final é de média para longa duração.

Uma ótima opção de vinho espumante, diferente do usual que estamos acostumados por aqui. Serviu para dar continuidade as comemorações de Natal de forma brilhante. Recebi esse belo exemplar do Winelands Clube do Vinho, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

Monday, December 15, 2014

Intipalka Reserva Cabernet Sauvignon Petit Verdot 2012:É vinho do Peru

Este final de semana me senti o próprio conquistador espanhol quando partiu em busca de novas conquistas nas terras sul-americanas, quando chegou ao que hoje chamamos de Peru, anteriormente habitado pelo povo Inca. Tá, você ai leitor usual pode não estar entendendo nada, mas é que pela primeira vez nós aqui da redação provamos um vinho peruano e a alegria da descoberta pode ser comparada a chegada em terras mais ao sul, como os conquistadores espanhóis o fizeram. O vinho? É claro que foi o  Intipalka Reserva Cabernet Sauvignon Petit Verdot 2012.


Um dos maiores produtores de Pisco (bebida destilada a base de uvas) do mundo, o Peru também começa agora a figurar entre os países produtores de vinho, ainda que em uma menor escala. E um produtor que tem apostado e alto neste mercado, e claro, coincidentemente é o produtor do vinho de hoje, Santiago Queirolo, nas cercanias de Lima, no Peru. Sua fundação se deu em 1880, com a fabricação de Pisco e de vinhos coloniais (ou de garrafão) feitos a base de uvas de mesa. Entre mudanças da localização dos vinhedos à modernização da bodega, a terceira geração da família assume o controle da vinícola e o grande salto qualitativo acontece. E esta modernização inclui a aquisição e plantio de vinhas na região do do Vale do Ica, região mais ao sul de Lima, da onde vem as uvas Cabernet Sauvignon e Petit Verdot do blend de hoje. Existe ainda a utilização de madeira americana e francesa no envelhecimento do vinho (8 meses em barricas) e posterior envelhecimento de 6 meses em garrafa antes de libera-lo ao mercado. Vamos finalmente as impressões sobre este curioso vinho?

Na taça o vinho apresentou uma bonita cor rubi violácea de grande intensidade com brilho e alguma transparência. Lágrimas finas, rápidas, em grande quantidade e ligeiramente coloridas também compunham o aspecto visual do vinho. 

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos e escuros, baunilha e toques torrosos. 

Na boca o vinho se mostrou de corpo médio para encorpado, boa acidez e taninos finos e macios. Retrogosto confirma o olfato e o final é de média para longa duração.

Um belo vinho que me foi apresentado pelo Winelands Clube do Vinho, o clube que eu assino e recomendo. Recomendo a prova, afinal é sempre bom conhecer novidades no mundo vitivinícola.

Até o próximo!