sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Peppi Campania Rosso 2013

Antimo Esposito percebeu que seu sonho, a vinícola Porto di Mola, começou a tomar forma quando seu tio, Antonio Capuano, e seu pai, Peppi, trabalharam juntos em uma fazenda de propriedade da família, adquirida em 1988, localizada entre Galluccio e Rocca D'Evandro, na Itália. Nesse tempo nasceu a paixão e a idéia de criar outras vinícolas. A aquisição de novos vinhedos de Falanghina e Aglianico, por exemplo, e o fortalecimento da marca Galluccio DOC em 1997 além da forte paixão de Antonio e Peppì fizeram da fazenda um verdadeiro projeto, que finalmente atingiu seu apogeu com Antimo Esposito. A escolha do nome da vinícola é uma homenagem a um antigo local romano Porto di Mola, localizado em Rocca D'Averno. Este local, objeto de escavações dirigidas pela Superintendência Arqueológica de Nápoles e Caserta no início dos anos 90, datado no primeiro e segundo século A.D., foi identificado como a principal área da produção romana em toda a área do Mediterrâneo. O cuidado e a atenção a cada ciclo de produção asseguram que o gosto de cada uva seja diretamente transferido para garrafas de vinho que os consumidores compram.


Falando um pouco sobre o Peppi Campania Rosso 2013, podemos afirmar que é um vinho feito majoritariamente a partir da casta Aglianico dos vinhedos mais antigos da vinícola assim como algumas outras castas que por lá também estariam plantadas. Este vinho nasceu do desejo de Antimo Esposito de lembrar seu pai, Giuseppe, mais conhecido como Peppi. A fermentação se realiza em pequenas cubas de castanheiro, onde o vinho continua a amadurecer por cerca de 8 meses. Após o engarrafamento, passa por cerca de 10 meses de afinamento em garrafas antes de ser liberado ao mercado. Vamos finalmente as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de grande intensidade com algum brilho e limpidez. Lágrimas finas, espaçadas e ligeiramente coloridas também se faziam notar. 

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros, especiarias, couro, notas terrosas e tostadas.

Na boca o vinho era encorpado com boa acidez e taninos marcados mas de boa qualidade.  O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e saboroso.

Um ótimo vinho italiano, trazido pela importadora mineira Casa Rio Verde, que também possui um clube de vinhos bem interessante que estou conhecendo e recomendando. Para ter mais informações visitem: VinhoSite e VinhoClube.

Até o próximo!

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