sexta-feira, 2 de junho de 2017

Crasto Superior Syrah 2014

Ainda falando sobre o último Wine Day da Importadora Qualimpor (no último dia 25 de maio), hoje falaremos de um vinho tinto que a meu ver, também foi um grande destaque do evento. Estou falando é claro do Crasto Superior Syrah 2014.


A Quinta do Crasto, S.A. é uma empresa portuguesa produtora de vinhos do Douro e do Porto, sediada em Gouvinhas, concelho de Sabrosa, Norte de Portugal. Localizada em pleno Vale do Douro, a mais antiga região vitícola regulamentada do mundo e também classificada como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2001, a Quinta do Crasto usufrui de condições excecionais para a produção de vinhos e de azeites da mais alta qualidade. Anualmente, a Quinta do Crasto produz no Douro um milhão e quatrocentas mil garrafas de vinho do Douro e do Porto de diversas categorias, 25% das quais destinadas ao mercado nacional e as restantes 75% destinadas a exportação para cerca de 40 mercados, localizados nos 5 continentes. Nestes últimos três anos, a Quinta do Crasto tem lançado um novo vinho anualmente – em 2014, lançou o vinho do Douro Crasto Superior Branco e, em 2015, lançou um vinho Regional Duriense, o Crasto Superior Syrah – fruto da sua aposta na inovação e na conquista de novos mercados internacionais. 

Falando agora especificamente do Crasto Superior Syrah 2014, podemos acrescentar que o vinho é feito a partir de uvas Syrah provenientes das plantações experimentais de 2004 da casta Syrah no – Douro Superior da Quinta da Cabreira, com uma temperada de 3 % de Viogner. Após a fermentação alcoólica, o vinho faz fermentação malolática e envelhece em barricas de carvalho francês durante 16 meses. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração violácea de grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas mais espessas e ligeiramente mais lentas, além de coloridas, também estavam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos e escuros, especiarias, chocolate e algo de tostado ao fundo de taça.

Na boca o vinho se mostrou encorpado com boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e cativante.

Mais um belo exemplar de nosso patrícios, um vinho português interessante que provamos por aqui com aquele sotaque francês mas que sem dúvida, vale o investimento. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

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