segunda-feira, 3 de julho de 2017

Cabeça de Toiro Tinto Reserva 2012

Depois de um longo e tenebroso inverno (sem trocadilhos com a estação em que nos encontramos hoje) eis que voltamos a postar para a #CBE - Confraria Brasileira de Enoblogs. E o tema deste mês foi proposto pelos nossos colegas Maykel e Anna, do Vinho por 2, pensando justamente no pouco tempo que temos para escolher os vinhos. A sugestão deles foi a seguinte: "No ano de 2016 o segundo maior importador de vinhos do Brasil foi um supermercado. Por isso, nada melhor do que comentarmos o que tem de bacana nas gôndolas, falando de qualquer tipo de vinho, de qualquer faixa de preço, que seja encontrado em supermercado". E nós aqui do Balaio fomos de Cabeça de Toiro Tinto Reserva 2012.


O Grupo Enoport United Wines, dono da marca produtora do vinho de hoje (Caves Velhas), resultou da união de algumas das mais antigas e prestigiadas empresas de vinho portuguesas, todas elas com características familiares e cada uma delas detendo uma especialidade vincada e definida, que lhes valeu o reconhecimento nacional e internacional, tais como as Caves Velhas, Caves Dom Teodósio, Adegas Camillo Alves, Caves Acácio, Caves Monteiros e Caves Moura Basto. Unindo a experiência do passado com novas capacidades de gestão e tecnologia, novas empresas foram criadas com base em três grandes núcleos - Agroturismo / Produção / Distribuição - cada uma delas com objetivos de excelência e comprometimento com as atuais exigências dos mercados globais. A Enoport United Wines oferece vinhos de várias regiões de Portugal, de diferentes segmentos, premiados em vários concursos nacionais e internacionais.

Sobre o Cabeça de Toiro Tinto Reserva 2012, podemos ainda acrescentar que o vinho é feito a partir de um corte com as uvas Touriga Nacional e Castelão com estágio de 9 meses em barricas de carvalho francês. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média intensidade com halo granada, bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e praticamente incolores também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, flores, baunilha e notas tostadas no fundo de taça.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Mais um bom portuga para o dia a dia, trazido pelo Pão de Açúcar, que aposta neste país para trazer vinhos exclusivos e de bom custo beneficio. Eu recomendo.

Até o próximo!

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