quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Ceirós Tinto 2013

Com mais de 250 anos, a Quinta do Bucheiro, produtora do vinho de hoje, continua a ser totalmente independente, continuando orgulhosamente a pertencer à mesma família. A caminho do seu 3º centenário, a Quinta do Bucheiro mantêm os mesmos terrenos e a mesma tradição: produzir vinhos com uma qualidade superior. Implantada no Vale do Pinhão, na região do Alto Douro, numa das mais afamadas sub-regiões da Região Demarcada do Douro, reconhecida pela sua exposição a Nascente à altitude de 220 metros e com cerca de 40 hectares de vinha, sendo esta totalmente mecanizada, esta localização particular encontra-se abrangida por um microclima único que contribui, decididamente, para a tipicidade e diferenciação dos vinhos da Quinta do Bucheiro. As castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca, para os vinhos tintos são juntamente com Malvasia Fina, Gouveio e Viozinho para os vinhos brancos, as castas selecionadas para a produção de um vinho com uma qualidade ímpar. O envelhecimento dos vinhos continua a ser feito nos seus velhos armazéns, dividindo-se o estágio pelos tonéis, pipas e meias pipas de carvalho francês, americano e português. Para os vinhos brancos não envelhecidos são utilizadas as cubas de inox. O processo de engarrafamento é executado na Quinta do Bucheiro por sistema automático e sanitizado após aprovação dos organismos reguladores e sob a responsabilidade do proprietário, Eng.º Enólogo, António Dias Teixeira.


Sobre o Ceirós Tinto 2013, podemos ainda afirmar que o vinho é feito a partir das principais castas durienses, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca cultivadas na região de Cima-Corgo. Após a fermentação o vinho passa por amadurecimento em barricas de carvalho francês durante 3 meses seguido pelo estagio final em cubas de inox. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média para grande intensidade com algum brilho e boa limpidez. Lágrimas finas, rápidas e quase incolores também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos e escuros, flores, especiarias, chocolate e algo de tostado no fundo de taça.

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa persistência.

Mais um bom vinho português provado por aqui. Meu vício, com certeza, são os vinhos de lá. Ainda não encontrei custo benefício melhor.

Até o próximo!

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