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Wednesday, September 6, 2017

Atelier Mavro Kalavritino Cabernet Sauvignon 2015

A Cavino Winery SA, produtora do vinho em questão, é um grupo grego que tem sua fundação ainda em meados dos anos 50 na região do Peloponeso, na Grécia, mas que passou por algumas grandes modificações em todo este caminho. Aparentemente o ano de 1999 é o que detém a marca mais recente na vinícola, quando começa a introduzir no mercado local e nos mercados internacionais vinhos de alta gama no quesito qualidade. De lá pra cá contou com uma expansão forte em mais de 26 países e construiu uma linha de engarrafamento que dizem ser o estado da arte no quesito tecnologia, com capacidade de produção de 7000 garrafas por hora.


Já sobre o Atelier Mavro Kalavritino Cabernet Sauvignon 2015, podemos ainda acrescentar que o vinho faz parte da linha premium da Cavino Winery e que é feito a partir de um corte das uvas Cabernet Sauvignon (40%) e a autóctone Mavro Kalavritino (60%). A vinificação de cada variedade é feita separadamente com o corte sendo feito após a fermentação alcoólica e malolática. Por fim, cerca de 40 a 50% do vinho passa por 6 a 8 meses de amadurecimento em barricas de carvalho. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou coloração rubi violácea de média para grande intensidade com bom brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e ligeiramente coloridas também se faziam presentes.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos, baunilha, coco, tostados e algo de balsâmico. 

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos suaves. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Mais um interessante vinho grego provado por aqui, com predominância de uma uva autóctone até então desconhecida por mim e que aparentemente nem na Grécia é muito utilizada, tornando este vinho especial. Vale a prova, eu recomendo. Mais um vinho do clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

Thursday, July 28, 2016

Ionos Red 2014: Mais um bom grego por aqui.

Vira e mexe provo alguns vinhos da Grécia e, desde os mais simples como o caso de hoje, até os mais complexos, tenho tido boas surpresas com eles. E hoje é dia de descrever a experiência que tive com o Ionos Red 2014. Vamos ver o que descobrimos sobre o vinho?


A Cavino Winery SA, produtora do vinho em questão, é um grupo grego que tem sua fundação ainda em meados dos anos 50 na região do Peloponeso, na Grécia, mas que passou por algumas grandes modificações em todo este caminho. Aparentemente o ano de 1999 é o que detém a marca mais recente na vinícola, quando começa a introduzir no mercado local e nos mercados internacionais vinhos de alta gama no quesito qualidade. De lá pra cá contou com uma expansão forte em mais de 26 países e construiu uma linha de engarrafamento que dizem ser o estado da arte no quesito tecnologia, com capacidade de produção de 7000 garrafas por hora.

Já sobre o Ionos Red 2014, podemos ainda acrescentar que o vinho é um corte das uvas Agiorgitiko 50%, Mavro Kalavritino 30% e Syrah 20% de zonas sub montanhosas da região do Peloponeso, com altitudes que variam de 350 a 700 metros acima do nível do mar. O vinho não tem passagem por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma bonita coloração rubi violácea de média intensidade com bom brilho e boa limpidez. Lágrimas finas, rápidas e incolores também se faziam notar.

No nariz o vinho mostrou aromas de frutos vermelhos em compota com leve toque de eucalipto ao fundo.

Na boca o vinho apresentou corpo leve, boa acidez e taninos fininhos. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Um bom vinho para o dia a dia, mais um vez fugindo dos hermanos chilenos e argentinos. É excelente para se ampliar a litragem com vinhos de outros países menos consumidos por aqui além de ser super fácil de beber, daqueles que a garrafa seca logo. Abrimos enquanto preparávamos o jantar e quando formos ver, ele quase que já tinha acabado antes mesmo da primeira garfada. Eu recomendo a prova. Mais um vinho do clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

Tuesday, June 9, 2015

Atelier Lagorthi Riesling 2013: vinho grego e comida japonesa!


Aqui em casa todos gostam muito de comida japonesa e, dia desses, aproveitamos para irmos ao nosso restaurante japonês preferido, o Kazami Sushi, pertinho de casa, para comemorar o aniversário da patroa. E olha, aqui em casa também não podemos fazer uma comoração sem um bom vinho e por isso aproveitamos a oportunidade de levar o vinho grego Atelier Lagorthi Riesling 2013 para escoltar a refeição oriental.


O Kazami Sushi (unidade Mandaqui) é uma casa muito interessante de comida japonesa que apresenta um extenso cardápio de pratos a la carte além de dois tipos de rodízio: o básico, que nos dá direito a pratos quentes, sushis e sashimis variados (peixe branco, atum e salmão), shimeji, tempurá, guioza entre outros; já o rodízio especial conta ainda com frutos do mar em adição aos pratos já citados no básico. O local é muito bem decorado, limpo e climatizado, criando uma boa sensação para todos presentes. Além disso, o serviço é muito atencioso e o gerente sempre presente para verificar a satisfação dos cliente.

A Cavino Winery SA, produtora do vinho em questão, é um grupo grego que tem sua fundação ainda em meados dos anos 50 na região do Peloponeso, na Grécia, mas que passou por algumas grandes modificações em todo este caminho. Aparentemente o ano de 1999 é o que detém a marca mais recente na vinícola, quando começa a introduzir no mercado local e nos mercados internacionais vinhos de alta gama no quesito qualidade. De lá pra cá contou com uma expansão forte em mais de 26 países e construiu uma linha de engarrafamento que dizem ser o estado da arte no quesito tecnologia, com capacidade de produção de 7000 garrafas por hora.

Já sobre o Atelier Lagorthi Riesling 2013, podemos ainda acrescentar que o vinho faz parte da linha premium da Cavino Winery e que é feito a partir de um corte das uvas Riesling (55%) e a autóctone Lagorthi (45%). Passa por um período de 2 meses em contato com as leveduras em tanques de inox antes do engarrafamento. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma bonita cor amarelo palha com reflexos de tendência dourada. Lágrimas finas, ligeiramente mais lentas e espassadas também se faziam notar nas paredes da taça. 

No nariz o vinho trouxe aromas de frutos tais como abacaxi e pêssego bem maduros, toques de flores brancas, plástico e algo de mineral ao fundo.

Na boca o vinho se mostrou untuoso, bem gordinho mesmo e com uma ótima acidez. Retrogosto confirma o olfato e o final era de longa duração. 

Conforme o esperado, o vinho se saiu muito bem ao lado dos pratos servidos no sistema de "rodízio" do restaurante. Mais um vinho do clube de vinhos da Winelands, o clube que eu assino e recomendo.

Até o próximo!

Tuesday, April 22, 2014

Cavino Nemea Grande Reserve 2008: mais um grego por aqui!

Ao fim de uma semana brava, com direito a muito trabalho, visitas inesperadas e afins, tudo o que queremos é chegar em casa e ter uma boa refeição ao lado da família, não é mesmo? E muitas vezes esta refeição inclui não ter trabalho para prepara-la, certo? Ai entra aquele bom e velho telefone do disque pizza para o qual apelamos vez ou outra. E para acompanhar, nada melhor do que um bom vinho. E desta vez o escolhido foi o vinho grego Cavino Nemea Grande Reserve 2008.


Como já dito anteriormente por aqui, a Cavino Winery SA é um grupo grego que tem sua fundação ainda em meados dos anos 50 na região do Peloponeso, na Grécia, mas que passou por algumas grandes modificações em todo este caminho. Aparentemente o ano de 1999 é o que detém a marca mais recente na vinícola, quando começa a introduzir no mercado local e nos mercados internacionais vinhos de alta gama no quesito qualidade. De lá pra cá contou com uma expansão forte em mais de 26 países e construiu uma linha de engarrafamento que dizem ser o estado da arte no quesito tecnologia, com capacidade de produção de 7000 garrafas por hora.

Falando um pouco do vinho alvo deste post, é mais um exemplar feito 100% com uvas Agiorgitiko da região do Peloponeso, mais especificamente dentro da Denominação de Origem Nemea. As uvas vem de vinhas com mais de 40 anos de idade e altitude média de 850 metros. O vinho ainda estagia em barricas de carvalho francês e americano por 18 meses e em seguida permanece por mais 12 meses em garrafa antes de ser liberado ao mercado. Vamos as impressões.

Na taça o vinho apresentou uma coloração rubi intensa, com ligeiro halo granada. Lágrimas finas, rápidas e quase incolores complementavam o aspecto visual. 

No nariz o vinho mostrou aromas de frutos vermelhos maduros, toques de especiarias e chocolate. Ao fundo da taça também notava-se um pouco de tostado. 

Na boca o vinho apresentou corpo médio, boa acidez e taninos finos e marcados. Retrogosto confirma o olfato. Final de média duração.

Um vinho correto, bom para acompanhar a pizza do dia a dia, sem defeitos. Interessante conhecer vinhos como este, que vem de países pouco usuais para nós aqui no Brasil. Eu recomendo.

Até o próximo!

Thursday, February 20, 2014

Cavino Patras Roditis 2012: um grego diferente

E quando chega aquele dia que você aperta aquele botãozinho na vida em que você não se importa mais com as reações e consequências e só quer saber do momento? O famoso botão foda-se. Pois é, no quesito gastronômico eu costumo dizer que isso acontece quando você come aquilo que tem vontade e se refastela todo, não importa se a comida seja fritura, se você vai ter que ralar pra gastar as calorias a mais e coisas do gênero. E ontem foi um dia desses, um dia em que tivemos um jantarzinho em forma de petisco que apesar de leve, "agrega" muitas calorias: lula frita, vinda diretamente de Ilha Bela, fresquinha delícia. E claro que este clima praiano merecia um bom vinho pra acompanhar. O escolhido: Cavino Patras Roditis 2012, mais um grego de nossa adega que veio para a mesa.


A Cavino SA é um grupo grego que tem sua fundação ainda em meados dos anos 50 na região do Peloponeso, na Grécia, mas que passou por algumas grande modificações em todo este caminho. Aparentemente o ano de 1999 é o que detém a marca mais recente na vinícola, quando começa a introduzir no mercado local e nos mercados internacionais vinhos de alto gama no quesito qualidade. De lá pra cá contou com uma expansão forte em mais de 26 países e construiu uma linha de engarrafamento que dizem ser o estado da arte no quesito tecnologia, com capacidade de produção de 7000 garrafas por hora.

Sobre este vinho, primeiro uma curiosidade: a Roditis é uma casta tinta autóctone grega, que nesse caso foi vinificada em branco onde as cascas não permanecem junto do mosto durante a vinificação. Tais uvas são provenientes de vinhas de 20 anos e são colhidas em meados de setembro, no último momento possível para que as uvas estivessem bem maduras e pudessem passar para o vinho toda a complexidade e riqueza de aromas, sabores e tipicidade de seu terroir. As vinhas estão situadas na costa Peloponesa na denominação de origem Patras. As bagas são selecionadas e colhidas à mão onde posteriormente fermentam com o auxílio de leveduras selecionadas. Antes de ser engarrafado na propriedade o vinho estagia em tanques de inox por 6 meses sob temperatura controlada e não passa por barricas de madeira. Vamos as impressões?

Na taça uma bonita cor amarelo palha brilhante com alguns reflexos verdeais. Límpido, transparente e brilhante. Lágrimas finas, rápidas e sem cor.

No nariz o vinho se mostrou extremamente frutado, com aromas de frutos cítricos (me lembrou limão siciliano) e frutos de polpa branca. Ao fundo um que de empireumático.

Na boca o vinho se apresentou com ótima e refrescante acidez, corpo médio e retrogosto confirmando o olfato com muita fruta cítrica. No final, um toque salino lembrando praia e mar que ficava por um bom tempo em boca. 

Um vinho interessante, curioso e diferente que calhou muito bem com o clima praiano das lulas fritas. Mais um dos vinhos que vieram no clube de vinhos da Winelands. Eu recomendo, o vinho e o clube.

Até o próximo!

Monday, February 10, 2014

Espumante Amalia Brut: borbulhas diretamente da Grécia para o blog!

O mais legal do mundo do vinho com certeza é ter a oportunidade de provar e conhecer vinhos de diversas partes do mundo e poder trocar idéias, por aqui ou pessoalmente, sobre o que achamos do vinho e coisas do gênero. Aproveitando ainda que dia desses minha esposa, em meio a um diálogo pós refeição, que dentre os tipos de vinhos que vinhamos provando, provavelmente os espumantes eram os que faziam a sua cabeça. Somando por fim o fato de que a remessa do clube de vinhos da Winelands era de vinhos gregos e tinha um espumante dentre estes, o que fazer se não tirar da adega o Amalia Brut?


O espumante em questão é produzido pela Tselepos, uma vinícola situada na região do Peloponeso, Arcádia para ser mais preciso, e gerida pela família de mesmo nome. A propriedade foi fundada ao pé do Monte Parnon no final dos anos 80 sendo que hoje conta com mais de 40 hectares de vinhedos próprios e outros tantos de vinhedos de cooperados. A uva branca carro chefe da vinícola, e da região por assim se dizer, é a autóctone Moschofilero. Plantadas a uma altitude média de 750 metros acima do nível do mar, tais vinhas possuem idade média superior a cinquenta anos. 

Foto retirada do site do produtor que mostra os vinhedos da onde vem as uvas Moschofilero

Sobre o espumante propriamente dito, como já escrito anteriormente, é um espumante cujo vinho base é feito com uvas 100% Moschofilero e segundo o método tradicional de produção de espumantes, com a segunda fermentação em garrafa. Sem maiores delongas vamos às impressões.

Na taça uma bonito cor amarelo palha, límpida, brilhante e com uma boa formação de borbulhas. Perlage longo.

No nariz o vinho se mostrou extremamente floral, com leve toque de mel ao fundo. Não notei aromas característicos de leveduras apesar do método tradicional ter sido utilizado na produção deste espumante.

Na boca um vinho extremamente fresco (acidez excelente) e com uma leve dulçor num primeiro momento. Retrogosto confirma o floral. Final de média para longa duração.

Interessantíssimo esse espumante, por ser de uma uva que até então não conhecia e de um país que não temos o costume de provar seus vinhos, a Grécia. Vale lembrar que a Grécia é por excelência um país de vinhos com a viticultura sendo uma das primeiras atividades desde a antiguidade. Acompanhou algumas carnes grelhadas e o fim de noite de uma sexta feira pra lá de cansativa. Eu recomendo.

Até o próximo!