segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Adeus ano velho: Avatar!

Após um pequeno período de afastamento devido a meus pouco mais de 10 dias de férias e as festas de final de ano, eis que surge o primeiro post de 2010. Gostaria de, antes de mais nada, deixar aqui meus votos de que todos tenham um excelente 2010. É claro que mesmo com a comemoração da virada de ano ainda não havia me despedido de 2009 efetivamente pois ainda faltava uma "missão" do ano que se foi: assistir ao novo filme de James Cameron, a ficção científica Avatar. Diante da necessidade de deixar que o ano de 2009 se fosse de vez aproveitei meu último final de semana de folga para finalizar a tarefa pendente e aproveitei para matar dois coelhos com uma única cajadada: fui assistir a Avatar e de quebra conheci o complexo de cinemas Kinoplex no Itaim, local ao qual ainda não tinha tido oportunidade de conhecer. O presente post irá portanto lidar com ambos os assuntos, de forma mais sucinta possível.

Primeiramente deixe me comentar a cerca do espaço Kinoplex. Apesar do pouco tempo que tive para perambular por lá e ter uma opinião mais apurada, gostei do que vi. Tudo é muito organizado por lá uma vez que as salas de cinema possuem lugares demarcados e você ainda pode antecipar a compra de seus ingressos pela internet ou por totens de auto atendimento espalhados pelo local. Pude assistir ao filme na sala ambientada em 3D e aprovei a mesma. A sala não é grande nem pequena mas conta com som e imagens muito bons, tornando a experiência audio visual muito interessante. Além disso o local ainda conta com uma gama bem variada de restaurantes numa espécie de boulevard a céu aberto. O único ponto digamos fraco é o preço do estacionamento, que é devera salgado. Mas como em São Paulo os estacionamento normalmente são de preços elevados, creio que no final seja recompesador.

Quanto ao filme, estou realmente empolgado com o que eu vi. A premissa do filme não é assim tão original: Na trama, Pandora, um planeta distante, atrai a ganância de uma empresa mineradora, desejosa do valioso unobtanium. Rico em fauna e flora, o planeta abriga também o povo nativo Na'Vi, ameaçado pela expansão humana. Nesse cenário, Jake Sully, um fuzileiro naval paraplégico, chega para auxiliar uma equipe de cientistas, controlando a distância seu avatar: um corpo Na'Vi projetado para que ele possa se integrar à cultura local. Mas com os interesses crescentes no planeta e a impaciência militar, Jake terá que escolher o lado que tomará no inevitável conflito. A história pode indicar mais um filme de ficção científica de conflito entre duas raças distintas porém a experiência interativa proveniente de uma sessão do filme é o que o torna mais especial. Tudo referente a Pandora (sua flora, fauna, habitantes, etc.) parecem respirar e interagir com o espectador pela projeção (é claro que esta experiência é amplificada exponencialmente quando vista em uma sala 3D). Os conceitos de religiosidade e ciência que se cruzam pela história é também outro ponto muito bem explorado pelo diretor no longa. Não é a toa que o filme levou quase uma década sendo criado e gastou mais de 400 milhões de dólares entre orçamento de produção, pesquisa e desenvolvimento de tecnologia e marketing. E para aficcionados pelo gênero e mesmo pessoas meio avessas ao cinema vão concordar que valeu a pena dada a experiência audio visual proporcionada por James Cameron. O filme já vendeu mais de 1 bilhão de dólares nas bilheterias mundiais após três finais de semana em cartaz, tornando-se o quarto maior sucesso comercial do cinema em todos os tempos, segundo dados divulgados neste domingo. Depois desta experiência só nos resta esperar qual será o próximo passo na indústria do cinema com toda tecnologia empregada.

E que venha 2010!!

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