quarta-feira, 24 de junho de 2009

E a fúria foi pela sarjeta

Não é de hoje que a seleção espanhola de futebol é conhecida como a fúria, apelido a meu ver nunca justificado tendo em vista os resultados desta seleção.

Sempre apontada como favorita e formando boas seleções ao longo do tempo, a equipe da Real Federação Espanhola de Futebol sempre tem um início surpreendente na maioria das competições mas quando a competição vai se afunilando, parece que a equipe merengue sempre amarela. Mesmo apoiada em diversos jogadores de alto nível como Alfredo di Stéfano, Andoni Zubizarreta, Raúl González, Iker Casillas, Fernando Torres e muitos outros a fúria só obteve poucos títulos como as Eurocopas de 1964 e 2008 e a medalha de ouro olímpica em 1992. E não poderia ser diferente na Copa dos Confederações deste ano na África do Sul.

Não jogando com o ímpeto que teve em seu jogo de estréia contra a Nova Zelândia (goleada por 5 x 0 ) o time espanhol começou a partida diante do EUA de forma lenta e sem objetividade e os EUA, que nada tinham a ver com isso, tentaram colocar seu próprio ritmo na partida, tendo assim as primeiras chances na partida. E continuando desta forma, a seleção americana conseguiu abrir o placar com seu principal atacante Altidore. A volta para o segundo tempo mudou um pouco o panorama da partida, que acabou até se tornando um jogo de ataque contra defesa. Mas o caldo entornou quando aos 28 do segundo tempo com Dempsey os EUA marcaram seu segundo tento, colocando números finais a partida, e suportando até mesmo o sufoco final aplicado pela seleção espanhola.

Mas cá entre nós, alguém realmente apostava que a Espanha iria ser campeã da Copa das Confederações a não ser os espanhóis?!

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