terça-feira, 16 de junho de 2015

Vale do Chafariz Tinto Reserva 2009 & Pinhões: Festa junina em casa!

Aproveitando esta época do ano em que muito pensamos em festas juninas e este tipo de entretenimento e também levando em conta que em São Paulo as coisas andam meio complicadas, seja por motivos financeiros, de segurança e outros, resolvi deixar aqui uma dica que eu coloquei em prática em casa e foi sucesso total: um "arraiá caseiro" com direito a pinhões e, aqui uma diferença, ao invés do vinho quente disponível nestas festas, um vinho alentejano delicioso, o Vale do Chafariz Tinto Reserva 2009. Vamos ver o que descobrimos sobre ele?


O vinho é produzido pela Herdade da Ajuda, uma vinícola que esta situada num dos melhores “terroir” do Alentejo. Dentre os cerca de 120 ha de vinhas plantadas em microclima excepcional, encontram-se as castas Cabernet Sauvignon, Syrah, Touriga Nacional, Aragonez, Alicante Bouschet, Castelão e Trincadeira. Mas engana-se quem pensa que a Herdade da Ajuda é um velho player no mercado: o empreendimento começou em 2007 com a aquisição da propriedade de mais de 400 ha e com a coragem e determinação de seus proprietários em produzir vinhos de alta gama. Assim sendo, com a aplicação de modernas técnicas de viticultura sob a batuta do enólogo Antonio Ventura e do viticultor João Maria Correa, a Herdade da Ajuda tem conquistado os mais exigentes consumidores mundo afora.

Sobre o Vale do Chafariz Tinto Reserva 2009, podemos ainda acrescentar que possui em sua composição as castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Syrah e Alicante Bouschet que passa ainda por estágio em barricas de 225 litros de carvalho francês e americano durante 6 meses. Sem mais delongas vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou um coloraçao rubi violácea de média intensidade, algum brilho e limpidez. Lágrimas finas, rápidas e incolores também se faziam notar.

No nariz o vinho mostrou aromas de frutos vermelhos e escuros, especiarias, flores e algo de baunilha.

Na boca o vinho é de corpo médio para encorpado, belíssima acidez e taninos que são um veludo de tão macios e redondos que se encontram. Retrogosto confirma o olfato e o marcante final é longo e saboroso.

Um belo vinho português do alentejo, e eu como fã incondicional do país e da região, não poderia deixar de indicar! Está prontíssimo para o consumo e, junto dos pinhões cozidos, fez a alegria aqui em casa.

Até o próximo!

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