terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Reserva dos Pampas Branco 2009: um brasuca surpreendente!

Confesso que quando estava comprando vinhos para repor parte de minha adega, estava procurando por vinhos de bom custo benefício e que fossem diferentes, por assim se dizer, e quando me deparei com a oportunidade de compra deste Reserva dos Pampas Branco 2009, a princípio não me animei muito. Depois de pesquisar um pouco e pensar a respeito, resolvi arriscar. E olha, foi uma surpresa e tanto.


Do site do próprio produtor tem uma descrição interessante sobre a vinícola e o local aonde a mesma se localiza: " A Vitivinícola Cordilheira de Santana, Adega Regional de Vinhos Finos, tem o privilégio de cultivar seus próprios vinhedos, localizados em Santana do Livramento, região reconhecidamente apropriada para o desenvolvimento de castas de uvas nobres. A produção dos vinhos reúne a profunda experiência de seus enólogos às mais modernas tecnologias de elaboração. A escolha da região de Santana do Livramento, ao sul do estado do Rio Grande do Sul, tem uma motivação técnica própria. Essa região fica localizada no paralelo 31º, o mesmo de regiões produtoras de vinhos na Argentina, África do Sul e Austrália, países que produzem vinhos de excelente qualidade". Além disso são listadas outras qualidades do local, como condições climáticas, tipo de solo, continentalidade e assim por diante, aspectos que fundamentalmente alteram para o bem, ou para o mal, a qualidade final dos vinhos.

O vinho em questão, o Reserva dos Pampas Branco 2009, é um corte de Sauvignon Blanc (80%) e Chardonnay (20%), onde as uvas são fermentadas juntas em tanques de aço inox para se obter um maior equilíbrio no mosto final. A priori não passa por barricas de carvalho para envelhecimento. Vamos então as impressões.

Na taça uma bonita cor amarelo brilhante com alguns reflexos verdeais, lágrimas finas, rápidas e incolores.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos cítricos, toques herbáceos e um fundo floral. 

Na boca o vinho tinha corpo leve para médio e uma excelente acidez. Retrogosto confirma o olfato com bastante fruta cítrica, leve herbáceo e um toque picante. Final de média duração.

Um vinho bem bacana, que com seu preço pode ser um coringa para horas de calor, pratos mais leves e até para servir de aperitivo. Acompanhou frango grelhado e salada na primeira oportunidade e depois um filézinho de Saint Peter de forma tranquila. Eu recomendo.

Até o próximo!

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