sexta-feira, 4 de março de 2016

Rosemount Estate Diamond Label Shiraz 2013

Os vinhos australianos estão em falta por aqui, eu sei, e por isso vamos tentar corrigir este erro daqui pra frente. E por isso eu trouxe por aqui um vinho que eu gostei muito e que me fez querer provar mais vinhos de lá, que é o Rosemount Estate Diamond Label Shiraz 2013.


O vinho é produzido pela Rosemount Estate, que desde 1974 produz vinhos australianos de grande qualidade. Conforme evoluiu, a Rosemount Estate, mais e mais fruta foi garimpada e colhida das áreas que estão incluídas no Vale McLaren, uma região que tem sido essencial para seu desenvolvimento desde os anos 1980. A adega da Rosemount Estate está situado dentro do edifício vitivinícola mais antigo no Vale McLaren. A propriedade foi originalmente chamado "Hope Farm"e foi criada em 1850. Ao longo dos anos, a propriedade foi expandida. Em 1891, foi rebatizada "Hope Winery"com mais de 70 acres com plantação de videiras, incluindo Shiraz, Cabernet e Mataro. Ao longo dos anos, a propriedade teve muitos proprietários diferentes, e muitos nomes diferentes. Em 1950 foi chamado de "Seaview Winery", como o mar pode ser visto além das vinhas dos gramados ao redor da porta da adega. O Vale McLaren tornou-se o lar de Rosemount Estate em 2001. Aliando potência, frescor e certa elegância, os vinhos da marca são vinhos fáceis de beber e entregam o que prometem.

Já sobre o Rosemount Estate Diamond Label Shiraz 2013, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito 100% a partir de uvas Syrah. Após a fermentação, parte do vinho fica armazenado e envelhecendo em tanques de inox por 5 meses (80% do vinho) e por 3 meses em barricas de carvalho americano e francês (10% do vinho em cada tipo de madeira). Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou um profunda cor violácea com bom brilho e alguma limpidez. Lágrimas mais gordinhas, lentas e coloridas também se faziam notar.

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos escuros em compota, especiarias (as mais "doces" em destaque) e chocolate.

Na boca o vinho tinha corpo médio, boa acidez e taninos macios. O retrogosto confirma o olfato e adiciona um elemento de certa picância. O final era longo.

Para harmonizar, uma bela picanha assada, marinada com vinho branco, chimichurri e algumas outras especiarias além de batatas ao murro. Par perfeito, comida e vinho cresceram sem um sobrepujar o outro. 

Um belo vinho australiano, fácil de beber e que quando percebemos, a garrafa estava vazia. Eu recomendo a prova.

Até o próximo!

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