quarta-feira, 11 de maio de 2016

Chateau de Pourcieux Rosé 2014: Rosé para a #CBE

Ando em falta com a #CBE - Confraria Brasileira de Enoblogs aqui no Balaio, tanto com relação aos prazos como com as postagens em si. Peço desculpas a meus amigos confrades e confreiras e prometo que, ao menos, tentarei ser mais assíduo. Infelizmente não completarei a missão em 100% aqui hoje, mas já é um começo. O tema do mês foi passado por nossa querida amiga Alessandra Esteves, também conhecida como a Dama do Vinho (http://www.alessandraesteves.com/), tema este que foi: "Vinho rosé, de qualquer país, uva ou faixa de preço... mas, acompanhado de uma sugestão de harmonização (de preferência com foto), para mostrar a versatilidade desses vinhos". Então hoje é dia de Chateau de Pourcieux Rosé 2014 aqui no Balaio.


O château de Pourcieux manteve-se até o presente momento como propriedade da família do Marquês d'Espagnet, sendo que muitos dos anos de suas vidas também foram dedicados ao Parlamento de Provence. Um belo exemplo da arquitetura provençal, em 1993, o château foi registrado no inventário oficial de monumentos históricos. Desde tempos imemoriais, tem sido um local importante da viticultura e está entre as vinhas mais veneráveis ​​da Provence. Vestígios romanos testemunham sua história; sob o château suas caves contem cubas monumentais que datam do século XVIII e uma coleção de barricas de carvalho que foram montadas no local e ainda estão em uso hoje. Desde 1986 Michel d'Espagnet perpetua a tradição da família em estreita colaboração com seus colegas, o "maître de chai", Jean-Christophe de Boisgelin, e sua enóloga, Bernadette Tourrel.

Sobre o Chateau de Pourcieux Rosé 2014, podemos ainda acrescentar que é um vinho feito a partir do blend das uvas Syrah, Grenache e Cinsault, sendo que estas são vinificadas separadamente sendo que a sangria do vinho é feita após maceração pelicular de quatro a seis horas a uma temperatura controlada. As variedades ficam então separadas em seus tanques para clareamento, filtração e posterior blend segundo orientação da enóloga após algumas degustações. Não tem passagem por madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma linda coloração salmão bem clarinha, lembrando pele de cebola, com muito brilho e limpidez. 

No nariz o vinho apresentou aromas de frutos vermelhos muito frescos, algo de pêssego e leve toque floral.

Na boca o vinho era muito fresco, leve e delicado. Equilíbrio e elegância caracterizam este vinho. O retrogosto confirma o olfato e o final era longo e delicado.

Sem dúvida um excelente vinho rosé, que já foi eleito algumas vezes como o melhor rosé da Expovinis e que sem dúvida me cativou. Confesso que não provo muitos vinhos rosés mas que, pretendo faze-lo com mais frequência. Infelizmente não consegui harmonizar ou sugerir alguma harmonização com este vinho, não cumprindo a missão da #CBE - Confraria Brasileira de Enoblogs por completo, mas, segundo o produtor, o mesmo pode ser harmonizado refeições leves, carnes brancas grelhadas, saladas além é claro da cozinha provençal e asiática.

Até o próximo!

4 comentários:

  1. Bem interessante Victor. Deu vontade de provar!
    Abraço,

    Ale Esteves

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    1. Acho que você deveria provar sim, Alessandra, entendo que você não irá se arrepender.

      Abraços,

      Victor

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  2. ah, Chateau de Porcieux ..perfumado..fresco..agradável...e a Cor..perfect..Obrigada, Vitor, pela histöria da Vinīcola, por me relembrar do vinho!! Valeu!

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    1. Obrigado você, Leticia, por nos visitar e prestigiar.

      Espero que continue sempre conosco.

      Até o próximo!

      Victor

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