quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Espumante Chandon Réserve Brut

Finalizando a trinca das borbulhas aqui no blog esta semana, trago mais um brasuca largamente conhecido e apreciado no mundo enofílico por sua qualidade e grande disponibilidade no mercado. É claro que estou falando do Chandon Réserve Brut. 


Um pouco de história. Em 1973, a Maison Moët & Chandon decide apostar no potencial vitivinícola brasileiro e inaugura a Chandon em Garibaldi, no Rio Grande do Sul. O investimento cresce e se consolida. Atualmente, a empresa é líder absoluta no segmento de vinhos espumantes naturais de luxo. Além do Brasil, a Chandon também é produzida na Austrália, Califórnia e Argentina, sendo estas as 4 subsidiárias especializadas em espumantes naturais da Moët Hennessy, a divisão de vinhos e destilados do grupo francês LVMH (Moët Hennessy Louis Vuitton). Em seus vinhedos, são cultivadas variedades nobres das cepas Chardonnay e Pinot Noir, a partir de mudas importadas da França e ali aclimatadas. O Riesling Itálico, já cultivado na região, foi melhorado e incorporado aos assemblages. Falando um pouco do espumante em si, é produzido com uvas Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico todas plantadas e colhidas na Serra Gaúcha em vinhedos próprios, mais precisamente em Garibaldi. Vamos as impressões.

Na taça uma bonita cor amarelo palha com reflexos dourados, límpida e brilhante. Perlage fina, abundante e persistente formando uma boa coroa na taça. 

No nariz o espumante apresentou aromas de frutos cítricos e toques florais. Leve lembrança de panificação depois de algum tempo em taça.

Na boca um vinho refrescante, com acidez na medida. Bom colchão de espuma na boca, bom corpo e um retrogosto essencialmente frutado. Final de média duração.

Mais um bom espumante nacional, confiável e consistente com  fama outrora recebida. Eu recomendo.

Até o próximo!

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