segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Espumante Don Laurindo Brut Rosé: #CBE e as borbulhas!

Chegamos ao dia da #CBE - Confraria Brasileira de Enoblogs, aqui no Balaio, sendo que o tema de agosto foi proposto pelo amigo Marcello Galvão, do blog Agenda de Vinhos, que escolheu assim: "Pensei bastante no tema, e vou aproveitar que a temperatura subiu bastante aqui no Rio de Janeiro, pra sugerir uma bebida que muito me agrada. Espumante Brut Rosé do novo mundo elaborado pelo método tradicional. Sem faixa de preço." Bom, como por aqui missão dada é missão cumprida, fomos de Espumante Don Laurindo Brut Rosé. Vamos ver o que descobrimos sobre ele?


A Vinícola Don Laurindo recebeu este nome e se estabeleceu como produtora e comercializadora de vinhos em 1991, porém sua história data de muito antes, quando as primeiras gerações da família Brandelli saíram do norte da Itália, da província de Verona, e vieram aportar na Serra Gaúcha, mais precisamente em Bento Gonçalves. Como todos os imigrantes, no início, sobreviveram dedicando-se à agricultura rudimentar da época e simultaneamente, iniciaram o plantio de videiras, cujo vinho se destinava ao consumo da família. Em 1946, adquiriram terras na localidade Oito da Graciema, onde se consolidaram na produção de uvas e vinhos. Desde então o cuidado com as uvas desde os vinhedos até o envelhecimento, ou não, dos vinhos em madeira tem feito com que o prestígio e a qualidade da vinícola tenham subido e muito na consideração dos consumidores.

Já sobre o Espumante Don Laurindo Brut Rosé, podemos ainda acrescentar que é um espumante feito 100% com vinho base de uvas Merlot através do método champenoise (segunda fermentação na própria garrafa). Não encontrei informações e no dia em que provei também me esqueci de perguntar o tempo de contato com as leveduras. Enfim, vamos as impressões?

Na taça o vinho espumante apresentou coloração rosa salmão mais escura que o convencionalmente vemos neste tipo de espumante, bom brilho, limpidez e com boa formação de pequenas e consistentes borbulhas (perlage para os mais chatos).

No nariz o vinho espumante apresentou aromas de frutos vermelhos frescos, toques florais e minerais.

Na boa o vinho espumante era de corpo leve pare médio com um excelente frescor. O retrogosto confirma o olfato e o final era de média duração.

Mais um bom vinho espumante nacional degustado por aqui, uma opção bem econômica e que demonstra todo o potencial do sul do país para a fabricação de espumantes. Um vinho espumante que deve cair bem em qualquer ocasião, até pra ser bebido sozinho. Tarefa dada é tarefa cumprida.

Até o próximo!

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