terça-feira, 7 de outubro de 2014

The Crossings Sauvignon Blanc 2013: Elfos, Anões? Não, vinho branco!

Provavelmente você não deve ter entendido uma vírgula do título, e olha, pra ser sincero, eu acho que não consegui passar a mensagem que eu gostaria também. A questão é que, como estamos falando de um vinho da Nova Zelândia, quis fazer menção as filmagens da trilogia "O Senhor dos Anéis" e também de "O Hobbit"que aconteceram por lá. Dito isso, já acabei com o mistério do título. Vamos agora é falar do The Crossings Sauvignon Blanc 2013.


Formado por uma terra e clima bem incomuns, o vinho da Nova Zelândia levou apenas algumas décadas para figurar entre os favoritos entre os amantes do vinho em todo o mundo, especialmente o Sauvignon Blanc vindo de Marlborough. O país atravessa latitudes equivalentes a Itália, tem sol intenso, no entanto, o oceano circundante é frio e coloca a Nova Zelândia num espectro frio e limítrofe para o cultivo de uvas. Combinado com uma paisagem intocada e com uma robusta gama de viticultores comprometidos com práticas sustentáveis, o vinho da Nova Zelândia atinge sabores e purezas de intensidade incomparáveis. A maioria dos vinhedos do país encontram-se em vales e planícies protegidas ao longo da costa leste. Eles são todos diferentes e cada região vinícola da Nova Zelândia tem suas próprias forças. No entanto, nenhum deles tiveram um impacto maior sobre o mundo do vinho de Marlborough. Marlborough está na ponta nordeste da Ilha Sul da Nova Zelândia. Seus vales e planícies aluviais são limitadas pelo Oceano Pacífico, a leste e as montanhas em todos os lados, fornecendo abrigo que mantém esta região seca, ensolarado e quente.

Sobre o The Crossings Sauvignon Blanc 2013 pouco resta a se falar a não ser que é feito a partir de 100% de uvas Sauvignon Blanc oriundas do Awatere Valley, em Marlborough, na Nova Zelândia e o mesmo não passa por qualquer envelhecimento em madeira. Vamos as impressões?

Na taça o vinho apresentou uma coloração amarelo palha com reflexos verdeias, muito brilho e transparência. Lágrimas finas, rápidas e incolores também faziam parte do conjunto visual.

No nariz o vinho apresentou aromas de mousse de maracujá e torta de limão além de um toque herbáceo delicado.

Na boca o vinho apresentou corpo leve para médio com uma bela e gulosa acidez, Retrogosto confirma o olfato e o final era de média para longa duração.

Um belo vinho neo zelandês que encanta pela beleza dos aromas e dos sabores que se contrapõem a elegância com que se mostram. Eu recomendo,

Até o próximo!

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